domingo, 15 de junho de 2014

Uma mulher defendendo que o sexo heterossexual seja normal é hiper-sexualizada e apoia a cultura do estupro, proteste seminua rotulando todos os homens como estupradores, querida

Abigail Pereira Aranha
como Silvia Vecchini

Valentina Nappi tenta dar uma pequena contribuição contra a violência de gênero vivendo o sexo casual como algo normal, cotidiano, a ser praticado com a mesma facilidade e desenvoltura com que se toma um café. Eu penso nas provocações constantes de Valentina no Facebook e percebo que nós não vemos que o sexo heterossexual é estupro e desrespeito do corpo da mulher. A cultura do estupro existe porque nós, que não temos nenhum problema de ver e interpretar corretamente os fatos, não acreditamos que realmente existe. Afinal de contas, nós nunca ouvimos homens em um bar ou um ônibus em uma conversa dizendo que uma mulher quer dizer "sim" quando diz "não". E nós nunca ouvimos falar de estupradores sendo bem-vindos na cadeia.

De acordo com o site do Centro das Mulheres da Universidade de Marshall "A cultura do estupro é um ambiente onde o estupro é comum e onde a violência contra as mulheres é normalizada e justificada pela mídia e pela cultura popular. A cultura do estupro é perpetuada através da utilização de um linguagem misógina, a objetificação do corpo das mulheres e do espetáculo da violência sexual, criando assim uma sociedade que ignora os direitos e segurança das mulheres". Isso significa que:

  1. Em uma cultura do estupro, quando acontece algo como quando um grupo de homens estupraram duas irmãs adolescentes e, em seguida, penduraram seus corpos em um pé de manga na Índia rural, o povo apoiador do estupro protestou contra a polícia ao lado da árvore.
    India Deadly Gang Rape
  2. Em uma cultura do estupro, quando acontece algo como quando um grupo de homens estupraram duas irmãs adolescentes e, em seguida, penduraram seus corpos em um pé de manga na Índia rural, os estupradores são presos e se policiais estão envolvidos, são afastados. Afinal, mesmo em uma cultura do estupro, o estupro é um crime.
  3. Em uma cultura do estupro, um instituto que lida com economia aplicada publica uma pesquisa relatando que 65% dos 200 milhões de habitantes do país pensa que uma mulher vestindo roupas curtas merece ser estuprada e a mídia publica artigos sobre o assunto em que nenhum colunista defende esta mesma tese. O IPEA, no Brasil do Carnaval, percebeu que seu relatório tinha um erro quando algum funcionário pegou quatro artigos e observou que todos eles não concordam com essa idéia apoiada por 65% das pessoas, então ele usou a Distribuição Binomial.
  4. Em uma cultura do estupro, você diz que há mulheres fazendo falsas acusações de estupro e é você que é procurado como um criminoso.
  5. Em uma cultura do estupro, temos de coluna de mulheres em sites de notícias até Secretaria das Mulheres no Governo Federal, incluindo Centro de Mulheres nas universidades, mas um homem com a intenção de dar uma palestra em uma universidade sobre os problemas dos homens encontra um bloqueio para até mesmo chegar ao local.

Estou muito irritada com o feminismo e as feministas. Mas, por enquanto, vamos ser feministas. Poderíamos supor que "toda relação sexual heterossexual é estupro" (Catherine MacKinnon), mas podemos colocar um fim à cultura do estupro seguindo uma simples lista de coisas a fazer:

- Dar nomes chocantes para atribuir a um grupo social como um todo, como se fosse o padrão, acontecimentos anormais tristes já condenados por este mesmo grupo social. Mesmo lesbofeministas ficaram chocadas quando souberam que estupros no Brasil foram mais de 50 mil em uma população de 200 milhões em 2013, dizendo que a "cultura do estupro" aumentou de forma que JÁ são mais estupros do que homicídios. Em breve, elas vão ficar chocadas porque o feminicídio já é mais de 10% dos homicídios em geral. Ah, quando eu estava escrevendo este texto, eu li um caso em outra cultura do estupro: na Arábia Saudita, uma mulher morreu de ataque cardíaco em uma faculdade só para mulheres porque os paramédicos, homens, não foram autorizados a entrar para dar assistência a ela.

- Rever e reinventar a masculinidade. Ensine os meninos que eles têm "impulsos para a passividade, a homossexualidade, e de desejos de ser fêmea" e as meninas que "quanto mais estúpida a mulher, (...) mais [heteros]sexual ela é" (SCUM Manifesto, por Valerie Solanas).

- Encontrar estratégias abrangentes para aumentar a conscientização da cultura do estupro. Em vez de fazer as pessoas entenderem que somos amigos, que somos iguais, que temos os mesmos problemas, que nem todas as mulheres estão lá para sentença de lapidação contra o malvado gênero masculino "culpado" por definição, como Valentina,

posar nua no Facebook com escritos "eu não mereço ser estuprada" (campanha depois daquela pesquisa falha pelo IPEA) dirigidos a TODOS OS HOMENS.

- Não ria na cara do estupro. Em vez disso, ria no Facebook quando um homem é espancado, castrado ou assassinado por sua esposa ou namorada.

- Defender "meu corpo, minhas regras" quando uma mulher escolhe de usar roupas curtas e não querer nenhum homem olhando para ela a ter sua vagina verificada antes de uma visita íntima a um traficante de drogas na prisão entre dois escárnios da vida sexual de alguns homens honestos, mas chamar hiper-sexualizada e contribuinte da cultura do estupro uma mulher cuja escolha é fazer pornô porque ela trata o sexo heterossexual como algo natural.

Questo testo in italiano senza fumetti e foti di libertinaggio, in Men of Worth Newspaper / Concrete Paradise: Una donna difendere il sesso eterosessuale ad essere normale è ipersessualizzata e supporta la cultura dello stupro, protesta seminuda etichettando tutti gli uomini come stupratori, cara, http://avezdoshomens2.blog.com/2014/06/15/una-donna-difendere-il-sesso-eterosessuale-ad-essere-normale
Questo testo in italiano con fumetti e foti di libertinaggio, in Periódico de Los Hombres de Valía / Paraíso Tangible: Una donna difendere il sesso eterosessuale ad essere normale è ipersessualizzata e supporta la cultura dello stupro, protesta seminuda etichettando tutti gli uomini come stupratori, cara, http://avezdoshomens2.blogspot.com.br/2014/06/una-donna-difendere-il-sesso.html
Eso texto en español sin chistes y fotos de putaría, en lo Men of Worth Newspaper / Concrete Paradise: Una mujer defendiendo que el sexo heterosexual sea normal es hiper-sexualizada y apoya la cultura de la violación, protesta semidesnuda etiquetando todos los hombres como violadores, cara, http://avezdoshomens2.blog.com/2014/06/15/una-mujer-defendiendo-que-el-sexo-heterosexual-sea-normal
Eso texto en español con chistes y fotos de putaría, en lo Periódico de Los Hombres de Valía / Paraíso Tangible: Una mujer defendiendo que el sexo heterosexual sea normal es hiper-sexualizada y apoya la cultura de la violación, protesta semidesnuda etiquetando todos los hombres como violadores, cara, http://avezdoshomens2.blogspot.com.br/2014/06/una-mujer-defendiendo-que-el-sexo.html
This text in English without debauchery cartoons and photos, at Men of Worth Newspaper / Concrete Paradise: A woman defending heterosexual sex to be normal is hiper-sexualized and supports rape culture, protest half-naked labeling all men as rapists, darling, http://avezdoshomens2.blog.com/2014/06/15/a-woman-defending-heterosexual-sex-to-be-normal
This text in English with debauchery cartoons and photos, at Periódico de Los Hombres de Valía / Paraíso Tangible: A woman defending heterosexual sex to be normal is hiper-sexualized and supports rape culture, protest half-naked labeling all men as rapists, darling, http://avezdoshomens2.blogspot.com.br/2014/06/a-woman-defending-heterosexual-sex-to.html
Texto original em português sem desenhos e fotos de putaria, no A Vez das Mulheres de Verdade: Uma mulher defendendo que o sexo heterossexual seja normal é hiper-sexualizada e apoia a cultura do estupro, proteste seminua rotulando todos os homens como estupradores, querida, http://avezdasmulheres.blog.com/2014/06/15/uma-mulher-defendendo-que-o-sexo-heterossexual-seja-normal
Texto original em português com desenhos e fotos de putaria, no A Vez dos Homens que Prestam: Uma mulher defendendo que o sexo heterossexual seja normal é hiper-sexualizada e apoia a cultura do estupro, proteste seminua rotulando todos os homens como estupradores, querida, http://avezdoshomens.blogspot.com/2014/06/uma-mulher-defendendo-que-o-sexo.html

Seção de espetáculo da violência sexual, ops, sexo, safadeza, putaria, mulher pelada, pornografia com Valentina Nappi

Spectacle of sexual violence, ops, Sex, lust, debauchery, naked woman, pornography section with Valentina Nappi

Sección de espectáculo de la violencia sexual, ops, sexo, perrez, putaría, mujer desnuda, pornografía con Valentina Nappi

Sezione de spettacolarizzazione della violenza sessuale, ops, sesso, libertinaggio, lussuria, donna nuda, pornografia con Valentina Nappi

Valentina-Nappi-1 - veja mais / vea más / see more / vedi più

Valentina-Nappi-2-anal, Valentina-Nappi-3-blow-job, Valentina-Nappi-4-mmf-an-all-oral - veja mais / vea más / see more / vedi più

Valentina-Nappi-5-mmf-dp - veja mais / vea más / see more / vedi più

Valentina-Nappi-6-mmf-dp, Valentina-Nappi-7-mmf-anal-oral - veja mais / vea más / see more / vedi più

Apêndice / Appendix / Apéndice/ Appendice

Che cos'è la rape culture

http://www.wired.it/attualita/politica/2014/06/11/cose-la-rape-culture-ovvero-la-cultura-dello-stupro

Pensare che una donna vestita sexy si sia meritata uno stupro, significa stare già all’ombra di quell’albero. Che cos’è la “cultura dello stupro” di cui si parla dopo i tragici fatti in India

Silvia Vecchini Silvia Vecchini

Lavora in teatro e sui social per RezzaMastrella. Scrive su Abbiamo le prove.

Pubblicato

giugno 11, 2014

India Deadly Gang Rape

Secondo il sito web del Centro Donne dell'Università di Marshall "La cultura dello stupro è un ambiente dove lo stupro è prevalente e dove la violenza contro le donne è normalizzata e giustificata dai media e dalla cultura popolare. La cultura dello stupro viene perpetuata attraverso l'uso di un linguaggio misogino, l'oggettivazione del corpo delle donne e la spettacolarizzazione della violenza sessuale, creando con ciò una società che ignora i diritti e la sicurezza delle donne."

Viviamo in un tipo di società che accetta e giustifica la violenza sulle donne, insomma. Ce ne rendiamo conto in qualsiasi momento, anche quando c'è bisogno di scomodare una cantante come Giorgia e farla denudare sotto i riflettori contro il femminicidio. Femminicidio, una parola orribile che ancora non trova la tomba del disuso. Non si capisce come sia possibile lottare contro la violenza sulle donne attraverso la nudità, per me è come cercare di combattere la cellulite con la foto di una bella carbonara. Ma la nudità serve, produce like, produce la condivisione degli intenti, e veicola anche idee politiche, come ha confermato Paola Bacchiddu sotto elezioni. Non voglio passare per bacchettona e moralista, la cosa importante qui non è cosa fare con il corpo delle donne, ma è alimentare una cultura che decida che cosa sia sbagliato ed inaccettabile. E un corpo nudo o seminudo può fare la differenza.

La rape culture esiste proprio perché non crediamo che in realtà esista. Questo è un tacito accordo legato a doppia mandata con l'immagine della donna, accettiamo la sua degradazione a oggetto e la sua ipersessualizzazione come norma. Spesso è la donna a ipersessualizzarsi per sua scelta, penso alle continue provocazioni di Valentina Nappi su Facebook. Ma Valentina Nappi ha fatto delle scelte precise sul suo corpo, e le sue provocazioni hanno anche a che fare con il suo lavoro, è un tipo di pubblicità molto economica. Pochissimo sforzo per un grande risultato.

Se parliamo di rape culture dobbiamo pensare che sia qualcosa di endemico nella nostra società, proprio perché non esiste un'ampia definizione di cosa realmente sia a livello culturale. Il ruolo che abbiamo nel propagandare una cultura che non solo permette ma giustifica la violenza sulle donne è importantissimo. "Noi possiamo fermare questa propaganda. Tutti noi giochiamo un ruolo importante nel permettere che la cultura dello stupro trovi terreno fertile ed esista" dicono le attiviste Eesha Pandit, Jaclyn Friedman, e la regista Nuala Cabral, le quali credono che si possa porre fine alla rape culture seguendo una semplice to-do list:

- Dare un nome ai problemi. Chiamare le cose coi loro nomi, ovvero "mascolinità violenta" e "victim-blaming".

- Riesaminare e reinventare la mascolinità.

- Istruire i media.

- Trovare strategie globali per diffondere la conoscenza della rape culture.

- Non ridere di fronte ad uno stupro.

Certo, sembra un po' troppo semplice risolvere il problema della rape culture con una ricetta scritta per punti chiave. Una lista che deve certo aver fatto sorridere la sociologa Camille Paglia, che si fa tutt'altro genere di domande: "Puoi tentare di insegnare alla gente a formulare dei giudizi etici. Ma puoi dire ad uno stupratore di non stuprare? C'è un'ideologia liberale là fuori, che le persone siano buone, di base. E' una versione borghese della realtà – è l' idea che il mondo intero sia come un salotto borghese e che chiunque non appartenga a questa realtà possa venire riqualificato. No, non si può! Il mondo è un posto pericoloso. E sta a te proteggerti, non soltanto dallo stupro, ma da qualsiasi cosa. La scarsa immaginazione per la criminalità mi sorprende. Il problema è l'incapacità delle donne di proiettarsi dentro la mente degli uomini. Le femministe dicono che le donne hanno il diritto di fare quello che vogliono – di fare jogging con gli auricolari e le tette ballonzolanti. Certo che ne hanno il diritto, ma è anche stupido! Io cerco di vedere con gli occhi di un criminale. Devo avere una mente criminale." Io sarei quasi d'accordo con questa visione estremista, e sarei anche pronta a seguire un corso sulle menti criminali, ma il fatto è che ogni donna ha davvero tutto il diritto di camminare per strada con il seno in bella mostra. E soprattutto è dovere di chi le viene incontro non fare commenti e non pensare che il suo abbigliamento sia un invito allo stupro.

Quando vengono lette le istanze sulle aggressioni sessuali, le prime reazioni dei media si riferiscono spesso alla provenienza di "buona famiglia" degli stupratori. Questo quando non si tratta di un aggressore straniero. In quel caso la vittima è una vittima a tutti gli effetti e lui verrà descritto semplicemente come "il rumeno" (o qualsiasi altra sia la sua nazionalità). Quando invece facciamo riferimento ad un'altra casta di stupratori, che potremo definire "stupratori borghesi", come i giovani che lo scorso ottobre hanno organizzato uno stupro di gruppo a Modena, le cose assumono connotati diversi. Secondo le femministe italiane da salotto la sedicenne stuprata a Modena ci ha svelato "l'abisso in cui siamo precipitati". In realtà quello che l'intera faccenda ha svelato è il loro di abisso, o al massimo quello degli stupratori. Finché ci si chiederà quanto corta fosse la gonnella della ragazza, quanti drink abbia bevuto alla festa e che tipo di atteggiamento abbia tenuto, non potremo mai arrivare da nessuna parte. Se il peso che ha una donna nello stupro è qualcosa di quantificabile e di cui si sente il bisogno di parlare, allora stiamo sbagliando ancora.

Se anche le paladine contro il femminicidio parlano di responsabilità della ragazza e contano i minuti che passava in bagno a mettersi un rossetto troppo acceso e i superalcolici consumati, non supereremo mai questa brutta malattia dello slut-shaming, incolpare la vittima, dire "se l'è cercata", e continueremo a lasciare che la responsabilità di un evento drammatico come uno stupro sia della donna, o peggio, "anche" della donna. Le domande giuste da farsi non sono "che vestito indossava? quanto aveva bevuto? cosa aveva detto?". La domanda è una sola: cosa fa pensare a quei ragazzi che lo stupro sia una cosa accettabile?

Ci sono campagne intere contro la violenza sulle donne che invitano ad evitare i ragazzi violenti, a lasciare l'uomo che ci prende a schiaffi, a cogliere subito tutti i segnali (come se fossero immediatamente così chiari). Ma non dobbiamo prima insegnare agli uomini a non tirare quegli schiaffi?

Parlando dell'aumento dei femminicidi in Italia Camille Paglia offre un altro tipo di analisi: ritiene infatti che dietro l'aumento di violenza contro le donne ci sia la crisi della famiglia. Secondo lei il femminicidio è l'ultima spiaggia del maschio possessivo e attorno alle donne non c'è più la rete di protezione maschile: "Un tempo - afferma Camille Paglia - se toccavi una donna italiana, sapevi che il padre o il fratello sarebbero venuti a cercarti per regolare i conti". Io non ho nessun rimpianto in questo senso. Certo, un uomo poteva proteggerti, stupendo. Forse però bisognerebbe anche dire che fino al 1981 in Italia c'era una legge che attenuava le aggravanti di un omicidio nel caso in cui si trattasse di delitto d'onore e anche un articolo del codice penale molto rassicurante che faceva riferimento al matrimonio riparatore. Diciamo che qualche passo in più verso l'emancipazione femminile è stato fatto. Ma purtroppo c'è ancora bisogno di parlare di femminismo.

Ce n'è bisogno, ad esempio, quando escono fuori commenti e tweet di un Claudio Messora, alias Byoblu, capo della comunicazione M5S che racconta pubblicamente di aver sognato di stuprare alcune ministre e di riceverne fellatio. Quello che succede se un uomo pubblico porta in classifica il rape joke è che ne sminuisce incontrovertibilmente la gravità. Dire "non ti stupro perché sei cessa" fa del machismo mussoliniano un dolce ricordo del rapporto uomo-donna. Inneggiare allo stupro, scrivere di voler stuprare una donna, scherzarci su e parlarne come se fosse un complimento alla bellezza, darsi le pacche sulle spalle tra maschietti con malcelati, intimi e solidali "vabbè, dai, scherzavano". Questa è rape culture.

Se i dati statistici non lo confermassero non sarebbe così importante. Un'indagine Istat del 2009 conferma che circa la metà delle donne in età 14-65 anni (10 milioni 485 mila, pari al 51,8 per cento) hanno subìto nell'arco della loro vita ricatti sessuali sul lavoro o molestie come pedinamento, esibizionismo, telefonate oscene, molestie verbali e fisiche. Negli ultimi tre anni sono state 3 milioni 864 mila (il 19,1 per cento del totale) le donne di 14-65 anni ad aver subito almeno una molestia o un ricatto sessuale sul lavoro. Le più colpite da questo fenomeno sono le ragazze di 14-24 anni (38,6 per cento), seguite dalle 25- 34enni (29,5 per cento). La maggior parte delle violenze sono perpetrate da estranei (59,4 per cento) o da persone che si conoscono di vista (14,1 per cento). Tra le persone conosciute bene, invece, autori di tali molestie sono con più frequenza gli amici (7 per cento), il collega (5,1 per cento) o il datore di lavoro (4,7 per cento) e il compagno di scuola (1,4 per cento). Il numero di vittime delle molestie fisiche appare fortemente diminuito rispetto a 10 anni fa. Ciò potrebbe essere imputabile ai mutamenti del quadro legislativo.

Un punto di passaggio fondamentale è rappresentato dalla legge sulla violenza sessuale del 1996, che riconosce il reato di violenza sessuale come reato contro la persona e non più contro la morale pubblica. Ma è certo che la strada è ancora lunga. Zaron Burnett nel suo articolo A gentlemen's guide to rape culture afferma: "Raramente mi sono trovato a temere per la mia sicurezza. Molti uomini sanno esattamente quello che dico. Molte donne non hanno idea di cosa si provi ad andare dovunque tu voglia nel mondo, a qualsiasi ora del giorno e della notte. Molte donne vivono esattamente l'esperienza opposta. Così come gli uomini possono godere di questo particolare lusso nel movimento e questa libertà di scelta, e per comprendere la cultura dello stupro, bisogna ricordare che questo è un tipo di libertà di cui almeno metà della popolazione non può godere."

La famosa cantante Lana Del Rey ha dichiarato al Rolling Stone di essere molto annoiata dal concetto di femminismo. "Per me – ha detto – il femminismo, semplicemente, non è un argomento interessante. Appena la gente inizia a parlare di femminismo penso, oddio. Non sono interessata. La mia idea di una vera femminista è una donna che si sente libera abbastanza da fare qualsiasi cosa di cui abbia voglia". Ha ragione, ogni donna dovrebbe essere libera di fare ciò che vuole. Il fatto è che questa libertà, questa sicurezza, dobbiamo ancora conquistarla del tutto. Devo dire che mi ritrovo molto nelle parole di Lana Del Rey. Anch'io sono molto annoiata dal femminismo e dalle femministe. Anch'io vorrei parlare di qualcos'altro, andare avanti. Ma non è ancora arrivato quel momento. Quindi, ancora per un po', ci toccherà essere femministe.

quinta-feira, 12 de junho de 2014

A Real: não quer trabalhar, lésbica folgada? Case com seu pai

Lésbica que fala o que quer:

Quer casa, comida e roupa lavada? Casa com sua mãe!

A Real:

Quer alguém que sustente a casa, que te garanta conforto, pague suas contas e aguente suas crises de humor, case com seu pai

(Obrigada ao amigo Reno Raines, Renegado da Real)

O Puritano-Feminismo episódio 14: uma mocinha com uns amigos comuns no Facebook

Abigail Pereira Aranha

O feminismo e o Cristianismo

O feminismo, 19 de abril:

Angela Aline Vertuan Muitas vezes mulheres reprimem seus desejos sexuais por medo do que os outros vão pensar, as vezes por valores religiosos, claro que em nossa sociedade algumas coisas ainda são julgados como sendo coisas exclusivas para certos tipos de mulheres, eu particularmente acho hipocrisia pensar assim, nosso corpo é uma fonte de prazer, seria burrice não aproveitar a nosso favor... hahaha

O Cristianismo, 17 de abril:

Angela Aline Vertuan compartilhou a foto de Sandra Paula Pereira

Ele é contigo.

Josué 1:9

Onde você estiver

Salmos 23:4

Ele é abrigo, seu amigo

Salmos 91:9

Deus provedor

Gênesis 22:01-18

Pode confiar

Salmos 37:5

Comentários de A Vez das Mulheres de Verdade / A Vez dos Homens que Prestam

Eu já comentei outras vezes: por que quando as mulheres querem defender o aborto, o lesbianismo e o mau gosto pra homem mandam quem acha ruim se f*+@# e para sexo hétero elas se preocupam com o que os outros vão pensar?

Moça, quer mesmo "curtir"? Eu poderia dar umas dicas, mas pra dar tudo certo comece largando de frescura e valorizando os homens que prestam.

Viva o futebol e a alegria: jogo com as prostitutas de Belo Horizonte na Copa

Abigail Pereira Aranha

MG: prostitutas aumentam preço e fazem "pelada" em protesto

Thiago Tufano

Direto de Belo Horizonte

Um dos eventos realizados pela Aprosmig é o Miss Prostituta; na foto, o desfile da participantes em 2013 Foto: Facebook / Reprodução

Um dos eventos realizados pela Aprosmig é o Miss Prostituta; na foto, o desfile da participantes em 2013

Foto: Facebook / Reprodução

A Copa do Mundo no Brasil reserva muitos protestos nas cidades-sede. Alguns geram tensão e podem até descambar para violência, já outros se destacam pelo bom-humor. Este é o caso de uma "partida de futebol" que será disputada por algumas garotas de programa da cidade de Belo Horizonte, local que receberá seis jogos do Mundial. A Associação das Prostitutas de Minas Gerais (Aprosmig) está organizando uma "pelada" para o dia 14 de junho, data do primeiro jogo no Mineirão, em favor da legalização da profissão.

"A ideia surgiu para buscarmos nossos direitos. Vamos botar os times na rua, tentar trazer um grupo de pagode bem brasileiro. Queremos mostrar a cultura da história da (rua) Guaicurus com o Peladas Futebol Clube, nosso time de futebol", disse Maria Aparecida Menezes Vieira, conhecida como Cida e presidente da associação.

O adversário ainda não está definido e pode ser um time unido pela legalização do aborto ou outras causas sociais. "Esse jogo é só uma brincadeira diante da Copa. Para não passar em branco", afirmou a presidente da Aprosmig. Na data do duelo na Guaicurus estarão jogando Colômbia e Grécia no Mineirão.

A ideia do time é fazer até mesmo um uniforme, explicou. "Todas terão o número 4, porque tem que seguir toda estrutura. Fizemos a votação 69 ou 4. Mas o 69 não vai poder ser usado agora, porque vou usar depois em uma surpresa", brincou.

Segundo a associação, a Copa do Mundo aumentará em 30% a prostituição na capital mineira. "Já tem gringos chegando nos hotéis e a demanda já aumentou. Também aumentamos o preço em 30%", disse.

A Aprosmig busca ainda uma maneira de criar um dicionário para que as garotas de programa não tenham dificuldade de comunicação com os turistas. "Elas andariam com os livrinhos, mas as aulas de inglês que estão tendo já ajudaram bastante".

Terra Esportes, 09/06/2014, http://esportes.terra.com.br/futebol/copa-2014/mg-prostitutas-aumentam-preco-e-fazem-pelada-em-protesto,88014d858d186410VgnVCM4000009bcceb0aRCRD.html

Comentários do Jornal dos Homens que Prestam

Eu torço pelo time do aborto. Pra ele ser escolhido e perder feio. Hua, hua, hua, hua, hua! Meninas, não se esqueçam de montar um vestiário caprichado para receber a torcida depois do jogo. Nem se esqueçam do esquema de segurança com louras peitudas e negras bundudas.

Viva o futebol, a alegria e a prostituição!

quarta-feira, 11 de junho de 2014

Decisão de tribunal de São Paulo pune "gosto" em postagem de apologia ao crime no Facebook e abre precedente para prisão de feministas

Abigail Pereira Aranha

SÍNDROME DA MALA

- Até a década de 70... se a mulher descobrisse uma traição, ela perdoava e cuidava do marido com medo de ser abandonada.

- Na década de 80... se a mulher descobrisse uma traição, juntava as próprias coisas na mala e ia embora.

- Já na década de 90... se a mulher descobrisse uma traição, juntava as coisas do marido na mala e o mandava embora.

- Hoje... quando a mulher descobre uma traição, junta os pedaços do marido na mala e joga a mala fora.

O Tribunal de Justiça de São Paulo abriu inquérito sobre esta imagem. Foram 17.301 perfis que curtiram e 119.553 que compartilharam. Alguns donos destes perfis já foram identificados e responderão pelos artigos 286 (incitação ao crime), 287 (apologia de crime ou criminoso) e 288 (formação de quadrilha) do Código Penal.

Bom, né? Só que o caso lá em cima envolve um veterinário acusado INJUSTAMENTE de mau trato a uma cachorrinha. Publicado na Folha Política, 04/12/13 (http://www.folhapolitica.org/2013/12/justica-condena-internautas-por-curtir.html):

Justiça condena internautas por 'curtir' e compartilhar post no Facebook

Imagem: Reprodução

Ao curtir ou compartilhar algo no Facebook o usuário mostra que concorda com aquilo que está ajudando a divulgar. Levando esse fato em consideração, o Tribunal de Justiça de São Paulo incluiu os replicadores de conteúdo em uma sentença, fazendo com que cada um seja condenado junto com quem criou a postagem.

O caso foi relatado nesta manhã pela colunista da Folha de S.Paulo Mônica Bergamo, segundo a qual a decisão, inédita, será recomendada como jurisprudência para ser aplicada sempre que uma situação semelhante surgir.

O processo em questão envolve um veterinário acusado injustamente de negligência ao tratar de uma cadela que seria castrada. Foi feita uma postagem sobre isso no Facebook e, mesmo sem comprovação de maus tratos, duas mulheres curtiram e compartilharam. Por isso, cada uma terá de pagar R$ 20 mil.

Relator do processo, o desembargador José Roberto Neves Amorim disse que "há responsabilidade dos que compartilham mensagens e dos que nelas opinam de forma ofensiva". Amorim comentou ainda que a rede social precisa "ser encarado com mais seriedade e não com o caráter informal que entendem as rés".

Qual é a sua opinião sobre esta decisão e sua justificativa?

Redação

Olhar Digital

Não maltrate animais. Não agrida mulheres. Não bata em crianças. Homem pode morrer picado.

sábado, 7 de junho de 2014

Ativistas de Direitos Humanos e defensores da liberdade de expressão organizam ataque e censura contra grupo de ódio

Abigail Pereira Aranha

Cancele a Conferência dos Direitos dos Homens

Abaixo-assinado por

Kelly Jackson

O Southern Poverty Law Center (SPLC) declarou que defensores de Direitos dos Homens sejam um grupo de ódio já em 2012. Então, como é que, em 2014, o Hotel Doubletree em Detroit, MI, vai sediar a primeira conferência internacional pelos Direitos dos homens?

Os MRAs (Ativistas de Direitos dos Homens) estão ligados ao recente tiroteio em massa na UCSB, onde um jovem declarou que iria se vingar de todas as mulheres que o haviam rejeitado. MRAs estão ligados a estatísticas de falsos estupros, perpetuando ainda mais o mito perigoso que as mulheres "fazem para chamar a atenção". Os MRAs estão ligados a ameaças de estupro e assassinato contra as mulheres que se atrevem a falar contra eles. Basta pesquisar a frase "MRA" e você verá a violência, o ódio, a intolerância, e a misoginia que os MRAs apoiam.

É da responsabilidade de todas as pessoas acabar com a violência, e o primeiro passo é parar o apoio desta violência. Diga ao Doubletree Hotel que patrocinar o A Voice for Men e sediar a conferência de Direitos dos homens os coloca na cama com o terrorismo doméstico. Diga-lhes para parar. Diga-lhes que isto é inaceitável.

(http://www.change.org/petitions/doubletree-downtown-detroit-hotel-cancel-the-men-s-rights-conference?recruiter=101265505&utm_campaign=twitte r_link_action_box&utm_medium=twitter&utm_source=share_petition)

Este "recente tiroteio em massa na UCSB" é o caso de Elliot Rodger. A petição não mostra a data, mas tem, por exemplo, comentários de 10 dias atrás, portanto, 28 de maio. A Voice For Men tem um artigo de 29 de maio ("You want to blame the MHRM for Elliot Rodger? Blame gynocentrism instead" - Você quer culpar o MHRM para Elliot Rodger? Culpe o ginocentrismo em vez disso) e outro artigo de 25 de maio ("Murderer kills six: 4 men and 2 women. Cause: Misogyny!" - Assassino mata seis: 4 homens e 2 mulheres. Causa: misoginia!). O mainstream da mídia já culpou o MRA por este incidente, embora eles não tenham culpado o Feminismo por Diana Cazadora, "a caçadora de motoristas". Bem, aqui no Brasil o roubo em campi universitários aumentou após o Movimento Negro conseguir cotas para negros e alunos de escolas públicas.

Ah, Kelly, basta pesquisar na sua cidade e você verá quantos homens comeram a sua mãe (eu prego e pratico a dissolução, mas não muitas mulheres são como eu e eu sei como esta piada sem graça ofende as que não são, hehehehe).

O A Voice For Men recebeu uma carta da gerência corporativa da Hilton Hotels relatando ameaças. "As ameaças têm aumentado ao ponto de incluir ameaças de morte, violência física contra os nossos funcionários e outros convidados, bem como danos à propriedade. Quem fez as ligações indicou que eles estarão dentro do hotel, como convidados, o que aumenta o nosso nível de preocupação". Mas de acordo com o que Matthew Lane comentou no texto original (http://www.avoiceformen.com/a-voice-for-men/threats-of-violence-and-death-against-doubletree-hilton-in-detroit-over-mens-conference),

[Eles] não [são] terroristas, porque o terrorismo na verdade tem uma definição específica em que isto não se qualifica.

Porque eles não se encaixam na definição legal de terrorista, nem de terrorismo.

A definição do FBI de "terrorismo doméstico" significa atividades com as três características seguintes:

1. Envolver atos perigosos à vida humana que violam a lei federal ou estadual;

2. Parecem destinados a (i) intimidar ou coagir uma população civil; (ii) influenciar a política de um governo por intimidação ou coerção; ou (iii) afetar a conduta de um governo por destruição em massa, assassinato ou sequestro; e

3. Ocorrem principalmente dentro da jurisdição territorial dos Estados Unidos.

E, como tal, não conta como terrorismo. No futuro, faça alguma pesquisa real de verdade, não basta olhar para algo que confirma as coisas que você já acha que você sabe.

Eles estão apenas falando merda, o que é perfeitamente legal. Estúpido, mas legal.... Isto está literalmente coberto pela liberdade de expressão. Agora, se eles forem a ligar para o hotel e ameaçar matar algumas pessoas isso seria uma ameaça.... Mas falar merda no seu grupo de Facebook é apenas falar merda.

Eu estaria mais preocupado com comer alimentos mal preparados e morrer de intoxicação alimentar terminal em seguida do que com qualquer coisa que essas feministas fariam. [Como comentado por Dagda Mór, "Erin Pizzey iria discordar de você nisso"]

Notemos que, enquanto ameaçar o MRA está literalmente coberto pela liberdade de expressão, defender os direitos humanos para o sexo masculino tem uma definição legal como CRIME, como destacado na petição acima.

Questo testo in italiano senza fumetti di libertinaggio, in Men of Worth Newspaper / Concrete Paradise: Attivisti per i Diritti Umani e difensori di libertà di espressione organizzano un attacco e la censura contro gruppo di odio, http://avezdoshomens2.blog.com/2014/06/07/attacco-e-la-censura-contro-gruppo-di-odio
Questo testo in italiano con fumetti di libertinaggio, in Periódico de Los Hombres de Valía / Paraíso Tangible: Attivisti per i Diritti Umani e difensori di libertà di espressione organizzano un attacco e la censura contro gruppo di odio, http://avezdoshomens2.blogspot.com.br/2014/06/attivisti-per-i-diritti-umani-e.html
Eso texto en español sin chistes de putaría, en lo Men of Worth Newspaper / Concrete Paradise: Activistas de Derechos Humanos y defensores de la libertad de expresión organizan ataques y censura contra grupo de odio, http://avezdoshomens2.blog.com/2014/06/07/ataques-y-censura-contra-grupo-de-odio
Eso texto en español con chistes de putaría, en lo Periódico de Los Hombres de Valía / Paraíso Tangible: Activistas de Derechos Humanos y defensores de la libertad de expresión organizan ataques y censura contra grupo de odio, http://avezdoshomens2.blogspot.com.br/2014/06/activistas-de-derechos-humanos-y.html
This text in English without debauchery cartoons, at Men of Worth Newspaper / Concrete Paradise: Human Rights activists and freedom of speech defenders organize attack and censorship against hate group, http://avezdoshomens2.blog.com/2014/06/07/attack-and-censorship-against-hate-group
This text in English with debauchery cartoons: Human Rights activists and freedom of speech defenders organize attack and censorship against hate group, at Periódico de Los Hombres de Valía / Paraíso Tangible, http://avezdoshomens2.blogspot.com.br/2014/06/human-rights-activists-and-freedom-of.html
Texto original em português sem desenhos de putaria: Ativistas de Direitos Humanos e defensores da liberdade de expressão organizam ataque e censura contra grupo de ódio, no A Vez das Mulheres de Verdade, http://avezdasmulheres.blog.com/2014/06/07/ataque-e-censura-contra-grupo-de-odio
Texto original em português com desenhos de putaria: Ativistas de Direitos Humanos e defensores da liberdade de expressão organizam ataque e censura contra grupo de ódio, no A Vez dos Homens que Prestam, http://avezdoshomens.blogspot.com.br/2014/06/ativistas-de-direitos-humanos-e.html

quarta-feira, 4 de junho de 2014

Comentando o texto "A verdadeira raiz da violência de gênero"

Abigail Pereira Aranha

O texto original é da Valentina Nappi e está em http://www.funweek.it/lolnews/vera-radice-della-violenza-di-genere.php, reproduzi no Periódico de Los Hombres de Valía e traduzi para o português, para o inglês e para o espanhol. Os meus comentários:

1. Direitos dos Homens, nem falar: notícia enquanto eu estava escrevendo esse texto

Ameaças de assassinato: Isso também é feminismo. O A Voice for Men irá realizar a Primeira Conferência sobre Questões Masculinas nos dias 27 e 28 deste mês de Junho, em Detroit, Estados Unidos. O hotel onde vai ser a conferência foi ameaçado de atentado. O A Voice for Men vai ter de contratar segurança e fazer seguro de 2 milhões de dólares. Já há um abaixo-assinado na internet pedindo o cancelamento da conferência (http://www.change.org/petitions/doubletree-downtown-detroit-hotel-cancel-the-men-s-rights-conference?recruiter=101265505&utm_campaign=twitter_link_action_box&utm_medium=twitter&utm_source=share_petition). Porque, afinal, o grupo de ódio são eles. Parece piada, mas não é.

2. O "femicídio"

A violência contra a mulher pode ser resumida, no caso do Brasil, em homicídios que tentam ser 10% de um total geral de mais de 50 mil e 50 estupros por 100 mil mulheres no ano passado, sem contar denúncias falsas, que eu vou comentar depois. Uma feminazista, que eu não achei de novo depois, disse que JÁ são mais estupros que assassinatos. Quer dizer que antes não eram, mesmo com "cultura do estupro", para começo de conversa. E pra piorar, as mulheres nem são maioria das vítimas de estupro (de acordo com matéria do Daily Mail, a maioria dos estupros são contra homens em prisões).

Uma paspalha chamada Carol Patrocínio publicou um texto intitulado "Lei Maria da Penha, a morte de 472 mulheres por mês, vídeos de enfrentamento à violência doméstica e sua dinâmica" (https://br.mulher.yahoo.com/blogs/preliminares/lei-maria-da-penha-morte-472-mulheres-por-095444519.html). Só o título falando de um Brasil de 200 milhões de habitantes já mostra o espírito do texto. Mas aqui vai uma pérola:

Entre 2001 e 2011, aproximadamente 50 mil mulheres foram mortas pela simples motivo de serem mulheres.

Ah, o portal onde ela escreveu isso é Yahoo! Mulher. Muito heroismo um portal feminino em um país femicida! Pra termos ideia de o que seria um femicídio de verdade, vamos comparar com o Massacre de Ruanda? O país não tem 12 milhões de habitantes hoje.

Durando 100 dias, o genocídio de Ruanda matou aproximadamente 800.000 tutsis e simpatizantes hutus

(...) Visto que o governo tinha os nomes e os endereços de quase todos os tutsis residentes em Ruanda (lembre-se, cada habitante de Ruanda tinha uma carteira de identidade que o classificava como tutsi, hutu ou twa), os assassinos puderam ir de porta a porta, matando os tutsis.

Homens, mulheres e crianças foram assassinados. Já que balas eram caras, a maioria dos tutsis foram mortos por armas brancas, frequentemente facões ou porretes. Muitos foram torturados antes de serem mortos.

(...) A matança começou com granadas e armas de fogo, mas logo mudou para facões e porretes.

(About.com, http://history1900s.about.com/od/rwandangenocide/a/Rwanda-Genocide.htm)

3. A sociedade ocidental já repudia a violência contra a mulher

Perto da relação de falta de respeito, de caráter e de algo a oferecer que as mulheres têm com os homens em geral, em especial os homens de caráter e gentis, toda a "violência contra a mulher" é insignificante e quase sempre acidental. A maioria dos homicídios de mulheres são consequência de mulheres escolherem um companheiro entre os piores homens por terem critérios estúpidos para dar a um homem o mínimo de respeito. Ou de mulheres zombarem de um marido bom ou que poderia ser bom e serem vítimas da própria canalhice. E mesmo neste último caso, é mais fácil o homem se deprimir ou se suicidar do que matar a companheira. E a maioria dos estupros de mulheres é por parentes ou conhecidos. E o estupro não é afirmação da heterossexualidade (como algumas lesbofeministas defendem), mas uma agressão ou uma demonstração de força, daí é comum ser cometido por um ex-namorado ou por vizinhos já desajustados socialmente. E se você virasse neonazista porque seus amigos de infância mestiços viraram bandidos? Mas a violência contra a mulher é mais repudiada pela sociedade como um todo do que a violência "comum", repúdio que inclui linchamentos de homens por crimes que nem existiram só por terem sido acusados por uma mulher. Pelo menos na parte do Ocidente onde o Lesbonazismo existe. Mas tanto o "femicídio" quanto o estupro contra mulheres por homens ou a agressão por homens contra mulheres só são usados pelos feministas e pelas mulheres em geral para sustentar militantes lésbicas parasitas e para permitir que mulheres desprezíveis façam a vida do homem de bem ainda pior.

4. A parte da homossexualidade

Da parte da homossexualidade eu discordo. Preferência sexual pra mim é homem gostar de loura de peito grande, mulher gostar de homem bem torneado, até mulher gostar de bandido. Se eu já não disse antes, digo aqui: homossexualidade masculina é desonra, homossexualidade feminina é psicose. Não acredito em Deus, mas concordo com os conservadores dos Estados Unidos: Deus fez Adão e Eva, não Adão e Estevão.

5. A solidariedade masculina

Mas vamos reconhecer: homens e mulheres só podem ser mais amigos se os rapazes brigarem menos entre si por dinheiro e mulher. A solidariedade feminina é quase um conto de fadas, a solidariedade masculina é mais comum e mais bonita. Mas muitos amigos homens acabam grandes amizades por causa de namorada, de esposa, ou porque um transou com a mãe, a irmã ou a filha do outro (gente, o que eu já tive de trabalho antes de foder com amigos do meu pai e dos meus irmãos homens para tranquilizar os dois lados parecia que eu era um rapaz safado querendo namorar com uma moça "decente"). Se os homens desunidos, patrões explorando empregados, brancos explorando negros, oprimem as mulheres, imaginem o que eles farão com as mulheres se forem unidos. Hua, hua, hua, hua, hua! Agora sem piada sem graça: se os homens, principalmente os homens que prestam, forem mais unidos entre si e tiverem senso de dignidade, qualquer canalhice contra um grupo de homens ou contra homens como indivíduos será uma ofensa aos homens em geral, se não aos homens como seres humanos. Quando os homens que prestam forem mais unidos entre si e tiverem senso de dignidade, os piores homens e as mulheres medíocres não vão poder esperar que os homens que prestam dêem o que eles querem em troca de muito pouco ou de canalhices, como hoje homens honestos e prestativos de carro em uma estrada oferecem carona para qualquer feiosa desconhecida em troca de serem tratados como estupradores em potencial. Então, as mulheres vão ter de melhorar.

Saí um pouco do assunto. Mas foi para mostrar que a violência de homens contra mulheres é mais difícil que a animosidade entre homens por causa de mulheres (inclusive por casos reais de violência contra essas mulheres). E isso também entra no próximo ponto.

6. A questão não é de "potencial sexual", é pior

A autora diz:

Os homens não querem desistir do privilégio de controlar as mulheres, mesmo com o custo de conduzir uma vida mais difícil e, possivelmente, ter que fazer sacrifícios materiais. As mulheres não querem desistir do privilégio de obter benefícios materiais pelo simples fato de ser mulher, mesmo com o preço de ter de se adaptar aos estereótipos da virtude feminina. (...) É realmente nojento que as mulheres possam ganhar vantagens em virtude de seu 'potencial' sexual. E é loucura pensar que podemos combater este problema com a repressão.

Quem dera fosse assim! Aqui, me permita, fofa, mas você errou: só as piores mulheres ganham nessa encrenca toda, e apenas por serem mulheres. Os homens da sociedade ocidental estão dispostos a oferecer vantagens para uma mulher não por expectativas sexuais, mas apenas por ela ser mulher. Quando uma mulher usa o "potencial sexual" para ter vantagens sociais ou profissionais, ela pelo menos oferece algumas migalhas aos homens em geral. As mulheres em geral não querem nem isso, elas querem ter tudo em troca de nada. E o pior: as piores mulheres podem conseguir muito em troca de prejudicar o grupo social como um todo e infernizar as pessoas que as rodeiam.

Para tirar a dúvida, vejamos as lesbofeministas. Você já viu alguma razoavelmente atraente? Quando elas falam de ditadura da beleza, elas não sabem nem dizer qual o padrão machista de beleza, porque o que elas querem é a ditadura do horror lésbico. Elas são tão sexualmente perturbadas que fazem topless em local público e quando um homem vê e gosta, se sentem tratadas como objetos. Mas o pior não é que as militantes feministas sejam, na melhor das hipóteses, moças universitárias desagradáveis medianamente bonitas. O pior é que elas conseguem o que pedem. Isso inclui veículos ou compartimentos separados no transporte público porque todos os homens são estupradores. E elas conseguem isso porque os homens dão a elas, e dão achando que estão pagando uma obrigação moral.

Se os homens caíssem em si e pudessem escolher, eles não iriam inalar chumbo de tinta 40 horas por semana só para ter uma mulher frígida só para eles. O jovem universitário que pensa na formatura menos preocupado em entender metade do que viu nas aulas do que com ir para o motel com três vadias diferentes por fim de semana em carro de luxo no ano seguinte não tem mais poder, só tem mais sorte. É preciso que um homem perca não apenas a masculinidade como também o senso de valor como indivíduo humano para medir o sucesso pessoal em função de quantas bucetas ele come. Ou pior ainda, como é muito comum: em função de conseguir comer uma única buceta por anos seguidos, talvez basicamente a mesma por toda a vida. Já venho escrevendo sobre isso na série "O machismo foi criado pelas mulheres" e na série "A Sociedade dos Garotos".

7. Viva a pornografia, a prostituição e a fornicação!

A escritora tenta dar uma pequena contribuição nessa direção vivendo o sexo casual como algo normal, cotidiano, a ser praticado com a mesma facilidade e desenvoltura com que se toma um café. Mas não basta a dimensão privada: também é necessária a divulgação pública, a representação cultural desses padrões de comportamento. Esta deve ser, no fundo, uma das tarefas da pornografia: difundir um modelo de sexualidade sem superestruturas, em que as mulheres têm a mesma probabilidade do que os homens de ter sexo ocasional. É a repetição de casos feita há várias décadas, mas continua a ser relevante porque, de fato, não foram realizados, ou não são plenamente realizados.

Gente, será que a Valentina é bisneta da minha bisavó italiana? Hehehehe! É curioso que um rapaz com menos de 16 anos pode aprender a discriminar pessoas de outra religião ou até matar pessoas de outro grupo social em vários países, mas no Brasil de hoje não pode ver uma cena de filme com uma mulher com um seio exposto. Por que a polícia dos Estados Unidos se dá ao trabalho de mandar homens se passando por clientes de prostitutas para prender prostitutas e mulheres se passando por prostitutas para prender clientes de prostitutas, mas funcionários públicos e empresários corruptos são conhecidos da população toda menos da Justiça? Pior: por que as mulheres feministas tratam a pornografia e a prostituição como degradação da mulher, mas preferem inventar estórias de terror sobre atrizes pornôs mantidas em cativeiro e deixar que prostitutas realmente mantidas em cativeiro só sejam libertadas com a ajuda de clientes?

Porque a nossa cultura e todas as culturas do mundo, até onde podemos saber, são ginocêntricas. Até quando a mulher é apedrejada por não ser casta ou submissa, a condenação é contra AQUELA mulher, para que AS OUTRAS possam aproveitar o sustento pelo marido, o prestígio social, etc. E o que faz quase todas as mulheres odiarem a prostituição e a pornografia é basicamente três coisas: baixeza de espírito, querer o mundo sem oferecer nada e odiar referências.

A violência contra a mulher é quase só uma chantagem retórica contra os homens heterossexuais de bem. O que passa dessa chantagem retórica costuma ser o encontro da mulher medíocre com as próprias atitudes. E o que sobra já é repudiado pela sociedade como um todo. Fora quando a mulher é libertina, quando quase todas as próprias mulheres são no mínimo as mais omissas. E as mulheres em geral contam com a falta de senso de humanidade dos homens para viverem de usar a moral do homem mediano contra ele mesmo.

Questo testo in italiano senza fotos di libertinaggio, in Men of Worth Newspaper / Concrete Paradise: Commentando il testo "La vera radice della violenza di genere", http://avezdoshomens2.blog.com/2014/06/05/commentando-la-vera-radice-della-violenza-di-genere
Questo testo in italiano con fotos di libertinaggio, in Periódico de Los Hombres de Valía / Paraíso Tangible: Commentando il testo "La vera radice della violenza di genere", http://avezdoshomens2.blogspot.com.br/2014/06/commentando-il-testo-la-vera-radice.html
Eso texto en español sin fotos de putaría, en lo Men of Worth Newspaper / Concrete Paradise: Comentando el texto "La verdadera raíz de la violencia de género", http://avezdoshomens2.blog.com/2014/06/05/comentando-la-verdadera-raiz-de-la-violencia-de-genero
Eso texto en español con fotos de putaría, en lo Periódico de Los Hombres de Valía / Paraíso Tangible: Comentando el texto "La verdadera raíz de la violencia de género", http://avezdoshomens2.blogspot.com.br/2014/06/comentando-el-texto-la-verdadera-raiz.html
This text in English without debauchery pics, at Men of Worth Newspaper / Concrete Paradise: Commenting on the text "The real root of gender violence", http://avezdoshomens2.blog.com/2014/06/05/commenting-the-real-root-of-gender-violence
This text in English with debauchery pics: Commenting on the text "The real root of gender violence", at Periódico de Los Hombres de Valía / Paraíso Tangible, http://avezdoshomens2.blogspot.com.br/2014/06/commenting-on-text-real-root-of-gender.html
Texto original em português sem fotos de putaria: Comentando o texto "A verdadeira raiz da violência de gênero", no A Vez das Mulheres de Verdade, http://avezdasmulheres.blog.com/2014/06/04/comentando-a-verdadeira-raiz-da-violencia-de-genero
Texto original em português com fotos de putaria: Comentando o texto "A verdadeira raiz da violência de gênero", no A Vez dos Homens que Prestam, http://avezdoshomens.blogspot.com.br/2014/06/comentando-o-texto-verdadeira-raiz-da.html

Seção de cenas de estupro heterossexual, ops, sexo, safadeza, putaria, mulher pelada, pornografia

Heterosexual rape scenes, ops, Sex, lust, debauchery, naked woman, pornography section

Sección de escenas de violación heterosexual, ops, sexo, perrez, putaría, mujer desnuda, pornografía

Sezione de sceni di stupro eterosessuale, ops, sesso, libertinaggio, lussuria, donna nuda, pornografia

novinha-em-trabalho-em-grupo-com-amigos-040614 - veja mais / vea más / see more / vedi più

feministas-pela-igualdade-racial-040614 - veja mais / vea más / see more / vedi più

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...

AddToAny