quinta-feira, 27 de fevereiro de 2014

Ser pago para fazer sexo normal é semelhante a USURA

Eu sou uma atriz pornô e eu luto contra o poder sexual feminino. Eu juro que eu vou dar uma punheta para qualquer um que me pedir.

Poder não é o que constrange alguém a fazer algo. Isso é força. Poder é o que induz as pessoas a reconhecer intuitivamente hierarquias sociais implícitas. A linguagem do poder consiste em gestos, poses, olhares, casacos e gravatas, reverências quase imperceptíveis, códigos lingüísticos, etc.; vínculos comunitários são a essência do poder. O poder não é uma questão formal, de modo ser livre do poder é uma coisa diferente de liberdade formal de escolha. Poder é baseado em hábitos, senso comum, educação e tudo o que contribui para reforçar o que é percebido como "normalidade" através de códigos sociais implícitos (ou "óbvios"). Lutar contra o poder é lutar contra qualquer idéia implícita de normalidade.

Entre outras coisas, a discriminação de gênero é uma conseqüência do poder. Não é baseado na lei; é baseado em hábitos, senso comum, educação e tudo o que contribui para reforçar o que é percebido como "normalidade de gênero" através de códigos de gênero implícitos (ou "óbvios"). Poder sexual é uma forma de poder baseada em uma ideia de senso comum de "normalidade" sobre abordagens e comportamentos sexuais diferenciados por gênero. Uma forma específica de poder sexual é o poder sexual feminino. O poder sexual feminino é uma forma de poder com base em diferenças de gênero quanto a receptividade a propostas sexuais. Uma conseqüência óbvia do poder sexual feminino é a facilidade com que uma mulher sem habilidade pode ter sucesso em ser paga para sexo normal.

Como qualquer outra forma de poder, o poder sexual feminino não é uma questão formal, de modo que ser livre do poder sexual feminino é uma coisa diferente de liberdade formal de escolha. Se um homem "livremente" decide pagar uma mulher sem habilidade para sexo normal, na verdade, ele é uma vítima: ele é uma vítima do poder sexual feminino. A liberdade de escolha é irrelevante nesta questão. A usura é muitas vezes baseada em acordos de livre escolha, mas é considerada imoral e é ilegal. Então podemos dizer que ser pago por sexo normal é uma espécie de usura. Tirar vantagem de diferencial de gênero no acesso ao sexo casual é nojento.

Poder sexual feminino não é a única forma de poder sexual. Existem formas de poder sexual masculino, também. De qualquer forma, poder sexual masculino e feminino são dois lados da mesma moeda. Temos que lutar contra a idéia de que as diferenças de gênero são naturalmente justificadas e não têm que ser demolidas. Como uma atriz pornô, eu tento propor um modelo de perfeita simetria entre a disponibilidade de homens e mulheres para sexo casual. Eu acredito que o sexo casual é direito de todos e deve ser um direito efetivo. Coerentemente, eu juro que eu vou dar uma punheta gratificante para qualquer um que me pedir por ela (circunstâncias permitindo). E não é uma questão de caridade!

Valentina Nappi (https://www.facebook.com/valentina.nappi.6/posts/10201527914456774, 14 de fevereiro de 2014)

Questo testo in italiano senza fotos e filmati di sesso, in Concrete Paradise: Essere pagato per il sesso normale è simile a USURA, http://avezdoshomens2.blog.com/2014/02/27/essere-pagato-per-il-s-normale-e-simile-a-usura
Questo testo in italiano con fotos e filmati di sesso, in Paraíso Tangible: Essere pagato per il sesso normale è simile a USURA, http://avezdoshomens2.blogspot.com/2014/02/essere-pagato-per-il-sesso-normale-e.html
Eso texto en español sin fotos e peliculas de putaría, en lo Concrete Paradise: Ser pagado por sexo normal es similar a la USURA, http://avezdoshomens2.blog.com/2014/02/27/ser-pagado-por-s-normal-es-similar-a-la-usura
Eso texto en español con fotos e peliculas de putaría, en lo Paraíso Tangible: Ser pagado por sexo normal es similar a la USURA, http://avezdoshomens2.blogspot.com/2014/02/ser-pagado-por-sexo-normal-es-similar.html
Original text in English without sex pics and movies, at Concrete Paradise: Being paid for normal sex is akin to USURY, http://avezdoshomens2.blog.com/2014/02/27/being-paid-for-normal-s-is-akin-to-usury
Original text in English with sex pics and movies, at Paraíso Tangible: Being paid for normal sex is akin to USURY, http://avezdoshomens2.blogspot.com/2014/02/being-paid-for-normal-sex-is-akin-to.html
Este texto em português sem fotos e vídeos de putaria, no A Vez das Mulheres de Verdade: Ser pago por sexo normal é semelhante a USURA, http://avezdasmulheres.blog.com/2014/02/27/ser-pago-por-s-normal-e-semelhante-a-usura
Este texto em português com fotos e vídeos de putaria, no A Vez dos Homens que Prestam: Ser pago por sexo normal é semelhante a USURA, http://avezdoshomens.blogspot.com/2014/02/ser-pago-para-fazer-sexo-normal-e.html

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Valentina Nappi enjoys a hard double penetration

(Valentina Nappi curte uma dupla penetração pesada / Valentina Nappi gode di una doppia penetrazione dura / Valentina Nappi goza de una doble penetración dura)


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OS SUIÇOS E SUAS ARMAS | Faca na Caveira Oficial

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quarta-feira, 26 de fevereiro de 2014

Quem não é contra o lesbocomunismo é parte dele - parte 2: de onde saíram tantas mulheres contra o feminismo?

A gente está vendo uma turma cada vez maior de mulheres antifeministas. Uma mulher pode ser contra o LGBT-Feminismo só porque conhece o LGBT-Feminismo e tem um nível moral e mental suficiente para achá-lo abominável, além de ter brilho próprio suficiente para achá-lo inútil. Mas as mulheres contra o Feminismo têm alguns problemas tanto em por que quanto em como são antifeministas. Eu vou mostrar alguns tipos mais comuns de mulheres antifeministas mostrando os problemas de cada um e depois explico melhor no geral.

Tipo 1: mulher cristã tradicionalista feia e/ou velha sexofóbica

Ela tem três grandes motivos para ser contra o Feminismo: discorda do mundo provinciano dos anos 50, destruiu este mundo provinciano e, pensa ela, incentiva a luxúria hétero. Esse tipo entrou na adolescência sonhando em ser como a mãe ou a avó, anorgásmica, instável, idiota, frustrada e geralmente analfabeta, mas tratada com veneração pela comunidade e como autoridade pela família. Mas, mesmo com vários problemas do progresso feminista, socialista e pseudoateu no Brasil e em vários países do mundo, os filhos das jovens da década de 60 já chegaram aos 20 anos tendo estudado mais, se divertindo mais e sabendo mais do que elas. E pior para elas do que não serem vistas como alguém de um nível mais alto, como se ser mais velho deixasse alguém muito melhor, é saber que não merecem ser vistas como alguém de um nível mais alto. Elas vão conversar com outras comadres sobre como antigamente as pessoas eram mais honestas e as crianças eram obedientes por medo de serem espancadas, ops, disciplinadas, mas elas queriam mesmo é viver no tempo em que qualquer mulherzinha analfabeta com cara de que nunca teve um orgasmo na vida (e que nunca teve um orgasmo na vida) podia ser tratada com temor. Uma mulher desse tipo pode gerar confusão entre ser contra o Socialismo (incluindo o Lesbofeminismo) e querer a volta do século XIX.

Tipo 2: mulher cristã tradicionalista bonita esclarecida e com nível universitário

É quase o tipo 1, e tem um motivo a mais para ser contra o LGBT-Feminismo: como é casada, teme que o Socialismo e o Feminismo prejudiquem o marido ou o filho homem e ela não consiga segurar a onda. Como ela é bonita, bem formada e geralmente simpática, pode ter conseguido uma boa carreira não só pelo talento como pela amabilidade de muitos homens. E por conhecer a Bíblia e a história do Cristianismo, sabe que ser submissa ao homem nunca significou falta de vida social ou humilhação. Então, não deve nada ao Feminismo, e até pode ter tido problemas com mulheres colegas de trabalho feias ou feministas além de feias. Mas uma mulher desse tipo no antifeminismo tem quase o mesmo risco de associação que o tipo 1.

Tipo 3: lésbica independente bem-sucedida

Ela é mal acostumada desde menina, conseguiu uma bela carreira nas costas do marido ou do pai opressor e de velhotes importantes, ganha bem, tem status profissional. Como não precisa de homem (ela própria já disse isso várias vezes), é solteira, antissocial e simpática com um ou outro homem (mas cheia de risos e sorrisos com as colegas fúteis e imbecis). Um dia, ela se cansou de ser forte e independente e quer um homem para cuidar dela (eu já li um comentário não me lembro onde em que uma mocinha diz isso, depois de mostrar como ela não precisa dos homens). Isso pode ser depois que ela teve tido um filho e sentiu falta de ter tempo pra ele, ou quando ela sentiu falta de tempo até de lazer (já leu a matéria "Basta de igualdade", da IstoÉ de 08 de outubro de 2008?). Então, ela pode ver que os homens com "valor de mercado" além de serem cada vez em menor número, em geral são casados ou afeminados. E pouquíssimos deles estão interessados em casamento de contos de fadas com lésbicas cheias de si de 30 e poucos anos. Ela pode passar um tempo dizendo para os outros e para si próprias que são bonitas, pós-graduadas e bem-resolvidas e que são os homens que não estão à altura delas. Depois de levar de volta um pouco da falta de gratidão e de respeito que espalhou no mundo, vai começar a falar DE SI PRÓPRIA e de como os homens ficaram hostis às mulheres. Ela nunca vai se lembrar de que a força e a independência que para ela foi qualidade para um homem é obrigação.

Tipo 4: vadia em fim de carreira

É aquela história que a turma da Real conta: a moça, enquanto era jovem e desejada, desprezava os rapazes trabalhadores, estudiosos, de caráter e gentis enquanto fazia loucuras pelos piores homens; quando percebeu o "sex appeal" começando a cair, passou a dar mais atenção aos homens amáveis que ela desprezava antes para arrumar um casamento e dar pra um deles as sobras da própria vida, talvez incluindo um filho que ela teve quando o marido ainda era virgem. A primeira coisa que ela procura é um grupo religioso, geralmente uma igreja. Quando ela prega contra a promiscuidade ou a queda dos valores morais, ela não está só tentando esconder o próprio passado sujo, está se enturmando também. Indo rápido para uma igreja, ela ainda pode achar um homem de uns 30 anos virgem. Mas ela pode ver na igreja e no trabalho dela que as mulheres estão cada vez melhor profissionalmente enquanto os homens estão quase todos casados, com maus empregos, aposentados por invalidez, pagando pensão ou apenas sem interesse em casamento. Talvez ela já receba a pensão alimentícia de um ex-companheiro juntando com o dinheiro de um subemprego mais um trabalho informal, mas se ela quer ir muito além disso, vai ter com o que se preocupar. Com algum interesse de buscar explicações, ela pode tropeçar no Feminismo.

Tipo 5: Vanderneia

O Vandernei era um personagem do Casseta e Planeta (programa humorístico da Rede Globo, Brasil). Estava sempre numa sauna gay, rodeado de gays, sempre fazia algumas coisas suspeitas, mas jurava: "eu não sou gay". A Vanderneia diz que não é feminista, não é de esquerda e não se encaixa em rótulos ou ideias prontas (tipo aquela mocinha da parte 1 desta série). Mas só diz que é contra a violência da mulher contra o homem, ou da apologia a ela, para antifeministas. Mas quando se expõe um caso de um homem agredindo ou matando uma mulher, ela deixa as comadres lésbicas atribuirem a todos os homens a natureza de agredir e estuprar mulheres, e toda vez que se mostra um caso de patifaria feminina, ela vem dizer que não se deve generalizar. Mas quando um masculinista mostra uma pregação de ódio de feministas na década de 2010 ou na década de 1960, a Vanderneia diz que esta feminista é um caso isolado e é o masculinista que prega o ódio (misoginia). As críticas dela ao Lesbofeminismo são discordâncias em questões secundárias como serviço militar ou em pontos mais abomináveis como o aborto, mas ela só se manifesta em fóruns antifeministas, em fóruns não dominados por feministas ou em uma página pessoal. Ah, já leu o texto "Feminismo Híbrido", do Canal do Búfalo?

Tipo 6: vítima direta do Lesbossocialismo

Esposa de um homem que paga pensão alimentícia para a ex-companheira e a família está passando dificuldade, mulher com um bom emprego que trabalha com outras mulheres e passa aborrecimentos, mulher que perdeu vaga de emprego ou promoção por ser discriminada por outras mulheres, etc. E também pode ser uma mulher atacada diretamente por esquerdistas ou grupos de "representação popular" por dizer o que eles não querem. Mesmo sendo alvo direto, essa mulher raramente analisa a coisa mais fundo e descobre uma trama sórdida, como alguns homens comuns perceberam certas coisas e se tornaram referências pelo menos na blogosfera antifeminista.

Tipo 7: ex-militante feminista

Primeiro, ela não diz nada que já não esteja sendo dito desde fim de 2007 só no Brasil por blogueiros masculinistas sem muitos recursos que nem sempre podem mostrar o próprio nome. Segundo, ela não saiu, foi chutada depois de algum incidente dentro do próprio grupo de onde saiu. Aceitar uma mulher ex-feminista como colaboradora é dar ao Feminismo a chance de, como diz Olavo de Carvalho, se limpar na própria sujeira.

Conclusão

Eu defino Feminismo como justificar tudo que uma mulher é e faz, dar todo o suporte a toda a baixeza de espírito dela, dar a ela os direitos que ela tem e os que não tem só por ela ser mulher e defender o que satisfaz ou beneficia às piores mulheres como regra para a sociedade como um todo. Por isso feministas defendem ou nem comentam sobre mulheres que mataram ou fizeram falsa denúncia contra homens, enquanto querem linchar qualquer anônimo que tenha feito uma piada que elas não gostaram.

Há cinco dias atrás, uma sexta-feira, eu estava num ônibus que passa por uma faculdade e ouvindo uma ninfetinha universitária com o jeitinho típico de filhinha de papai falando no celular no banco de trás. Ela estava falando sobre o namorado dizendo que ele era infantil mas que não terminava o namoro porque gostava dele. Mas se ela desistisse dele, a fila ia andar. Até aí, é o que a turma da Real fala da mulher de hoje em dia. Mas ela disse uma coisa que me chamou a atenção: "se bem que está tendo muito veado" (paneleiro, em português de Portugal). Ah, e isso era umas 18:20 e eu não estava indo pra casa ainda, quando eu estava mesmo indo pra casa, eu peguei um ônibus da mesma linha e passando pela faculdade, umas 22:40, a mocinha pegou o ônibus também, dessa vez ela se sentou no banco da frente e estava com três amiguinhos, um com jeito de frouxo, um com jeito de burguês mimado e um com jeito de gay. Foi o resto da viagem, uns 15 minutos, com aquela conversa de hiena só de asneiras e futilidades. Mas o ponto onde que eu queria chamar a atenção de vocês neste caso é que até uma burguesinha mal acostumada, sem muita coisa que preste na cabeça e metida a gostosa pode já ter notado que a casa vai cair em breve, enquanto homens falam de namoradas autoritárias no trabalho como se fosse piada. Explicando melhor: ser contra pelo menos parte do Feminismo virou obrigação psiquiátrica para pessoas comuns e agora até estratégica para quem não tem patrimônio moral; defender o Feminismo na íntegra é coisa de lésbicas insensatas, sindicalistas e homens frouxos esquizofrênicos.

Mas dos tipos de mulheres contra o Feminismo acima, o tipo 1 é uma vaca retrógada que vive na época errada; o tipo 2 ainda pode dar uma publicidade melhor para a direita cristã e segurar rapazes sexualmente vivos que ainda estão lá, mas a moça teve o azar de nascer na época em que não dá pra escolher o melhor do tradicionalismo e o melhor do Feminazismo ao mesmo tempo; os outros tipos são lésbicas amorais que cairam do cavalo, que mal perceberam algum mal no Feminismo depois de muita dor pessoal; o tipo 5 é uma feminista que pelo menos tem alguma noção do perigo que o Feminismo vai trazer no futuro inclusive para ele próprio; os tipos 6 e 7 são idiotas inúteis.

Uma mulher deve muito aos homens, principalmente aos homens que prestam, inclusive a oportunidade de fazer feminismo no mundo desenvolvido. Se uma mulher não está interessada em fazer mais pela sociedade, principalmente os homens que prestam, do que a sociedade faz por ela, ou, no pior dos casos, recebe mais da sociedade ou dos homens bons do que dá a eles sem ter vergonha, humildade ou gratidão, ela deve ser classificada como feminista. Mas o que é ser uma mulher contra o Feminismo de verdade?

  1. A mulher contra o Feminismo tem talento intelectual e profissional para mostrar, tem caráter para fazer o bem para a coletividade e tem luz própria para ganhar a vida sem prejudicar o direito de ninguém, e sabe que só algumas mulheres medíocres e muito poucos homens, e não a sociedade, fariam alguma coisa para prejudicar mulheres como ela.
  2. A mulher contra o Feminismo faz o que pode contra o Feminismo, não o que não tem outra escolha além de fazer.
  3. A mulher contra o Feminismo se manifesta quando pode contra o Feminismo, não quando não tem outra escolha além de manifestar.
  4. A mulher contra o Feminismo vê um problema do Feminismo quando ele existe em princípio e mal se manifesta, não quando ele já fez danos suficientes para ser imoralidade e loucura não falar dele.
  5. A mulher contra o Feminismo trata uma mulher filha da puta como uma mulher filha da puta que não merece uma defesa corporativa, assim como os feministas tratam qualquer pessoa que critique essa mesma mulher ou o movimento como alguém que odeia as mulheres, ou consideram um homem que estupra e mata uma mulher como representante de todos os homens.
  6. A mulher contra o Feminismo não só reconhece que as mulheres não devem nada ao Lesbofeminismo quanto reconhece o quanto deve aos homens honrados do passado.
  7. A mulher contra o Feminismo reconhece que mesmo que existisse um assaltante estuprador em cada ponto de ônibus no fim de noite, não existem menos homens que condenam a violência contra a mulher.
  8. A mulher contra o Feminismo não tem caso de discordância com mulheres feministas, tem caso de isolamento, bloqueio no Facebook, amizade perdida, insulto, difamação, denúncia, ser chamada de fake, machista, misógina, homofóbica e racista.
  9. A mulher contra o Feminismo dá o melhor que pode oferecer para ser desfrutado pelos melhores homens, assim como qualquer lésbica "loser" mãe solteira com cara de macaco exige o melhor dos homens.
  10. A mulher contra o Feminismo faz a alegria dos homens que prestam, assim como eles fazem a alegria dela.
  11. A mulher contra o Feminismo não se incomoda de ver, ouvir ou fazer brincadeiras de duplo sentido ou de conteúdo sexual.
  12. A mulher contra o Feminismo sabe que o Feminismo é o totalitarismo lesbocêntrico de ódio aos homens, não uma causa nobre com problemas aqui e ali na teoria ou na militância.

Uma notinha final. Eu já contei algumas vezes que eu estou no A Vez das Mulheres de Verdade desde meados de 2006. Este trabalho foi tão "diferente" que o meu outro blogue, A Vez dos Homens que Prestam, já esteve no extinto agregador de blogues Central Masculinista, enquanto o A Vez das Mulheres de Verdade estava entre os recomendados. Até 2010 ou 2011, eram os únicos blogues escritos por mulheres com o antifeminismo como tema principal. Portanto, esse texto foi uma autopromoção contra as novatas, hehehehe.

Abigail Pereira Aranha

Texto original em português sem fotos e vídeos de putaria, no A Vez das Mulheres de Verdade: Quem não é contra o lesbocomunismo é parte dele - parte 2: de onde saíram tantas mulheres contra o feminismo?, http://avezdasmulheres.blog.com/2014/02/26/quem-nao-e-contra-o-comunismo-e-parte-dele-parte-2 e http://avezdasmulheres.livejournal.com/16499.html
Texto original em português com fotos e vídeos de putaria, no A Vez dos Homens que Prestam: Quem não é contra o lesbocomunismo é parte dele - parte 2: de onde saíram tantas mulheres contra o feminismo?, http://avezdoshomens.blogspot.com/2014/02/quem-nao-e-contra-o-lesbocomunismo-e_26.html
Parte 1, sem fotos e vídeos de putaria, no A Vez das Mulheres de Verdade: http://avezdasmulheres.blog.com/2014/02/16/quem-nao-e-contra-o-comunismo-e-parte-dele-parte-1 e http://avezdasmulheres.livejournal.com/16144.html
Parte 1, com fotos e vídeos de putaria, no A Vez dos Homens que Prestam: http://avezdoshomens.blogspot.com/2014/02/quem-nao-e-contra-o-lesbocomunismo-e.html

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domingo, 16 de fevereiro de 2014

Quem não é contra o lesbocomunismo é parte dele - parte 1

Saindo um pouco do assunto: um comentário de uma feminista que não é esquerdista sobre a tentativa de censura a Rachel Sheherazade

Meus amigos e meus inimigos, pela segunda vez em uma semana eu sou brindada com uma pérola que cabe em uma postagem que eu já tinha um tempo em que estava pensando em escrever. Primeiro, vou citar a postagem do Meu Professor de História Mentiu pra Mim:

O que de fato está por trás do ataque do Sindicado de Jornalistas do RJ contra a âncora do SBT, Rachel Sheherazade

Vocês viram a reação das esquerdas ao comentário de Rachel Sheherazade no qual ela afirma que é COMPREENSÍVEL que a população tente se defender no vácuo criado pela omissão do Estado, incapaz de oferecer segurança aos cidadãos. Para quem não leu, destaco essa passagem do documento oficial emitido pela entidade: "O desrespeito aos direitos humanos tem sido prática recorrente da jornalista, mas destacamos a violência simbólica dos recentes comentários por ela proferidos no programa de 04/02/2014. Sheherazade violou os direitos humanos, o Estatuto da Criança e do Adolescente e fez (sic) apologia à violência quando afirmou achar que "num país que sofre de violência endêmica, a atitude dos vingadores é até COMPREENSÍVEL" — Ela se referia ao grupo de rapazes que, em 31/01/2014, prendeu um adolescente acusado de furto e, após acorrentá-lo a um poste, espancou-o, filmou-o e divulgou as imagens na internet."

Pois bem, a extrema-esquerda organizada em um sindicato age de forme TORPE (porquanto anônima, já que o documento não revela seus autores e subscreventes) para acusar a Sra. Sheherazade de fazer o que? Aquilo que TODOS OS JORNALISTAS DE ESQUERDA (dito de outra forma, 98% dos profissionais em atividade nos últimos 40 anos no Brasil) fizeram de forma radical, ostensiva e sistemática: apologia à violência. Senão, vejamos. Listo, de memória, alguns episódios celebres: durante os protestos que marcaram o Brasil em junho de 2013, o colunista da Carta Capital, Leandro Fortes, cometeu um artigo com o singelo e sutil título de "Ode à Baderna". Mais: há disponível do Youtube um vídeo intitulado "Ricardo Boechat incentiva vandalismo e depredação", no qual o apresentador da Bandeirantes declara com todas as letras: "(...) eu sou favorável à revolta, ao quebra-quebra, ao caralh*. Vandalismo é o cacet*." Para finalizar: na edição de Maio de 2003 da revista Caros Amigos, Paulo Lins, o autor do livro Cidade de Deus (que deu origem ao blockbuster do cinema nacional), fez afirmação análoga à de Sheherazade dizendo que criminalidade é "compreensível" (a diferença é que o expoente da inexistente literatura nacional se mostrou predisposto a compreender os motivos de quem pratica o ato criminoso, ao passo que a âncora do SBT se mostrou predisposta a compreender os motivos de quem REAGE à ação de quem pratica tal ato). Além de ter usado o mesmo termo que Sheherazade em sentido inverso, Lins foi mais longe e acrescentou na mesma entrevista: "é DIREITO do sujeito pegar e sequestrar". Ele também sentencia que "é de DIRETO o cara dar tiro e também matar".

O objetivo aqui não é listar todos os casos desse mesmo escol (até porque seria impossível, para tal seria necessário pelo menos alguns livros), mas apenas ilustrar o caso. É importante lembrar que a Sra. Sheherazade empregou o termo COMPREENSÍVEL, ou seja "aquilo que possui a capacidade de ser COMPREENDIDO", ela jamais disse que a justiça pelas próprias mãos (e o caso do marginal preso ao poste NÃO foi de justiça pelas próprias, mas apenas do direito previsto em lei que todo cidadão tem de imobilizar um fora-da-lei até a chegada da polícia) fosse "correto", "louvável" ou, ao menos, "defensável". Em um país em que intelectuais, formadores de opinião e sobretudo os próprios jornalistas estão historicamente ligados a atividade de usar o espaço midiático para fazer apologia ao crime, por que os pelegos do sindicato foram implicar justamente com Rachael Sheherazade? (atenção, feministas! Não seria esse um caso também de violência contra a mulher?) A explicação é muito simples: Enquanto todos os nomes citados no segundo paragrafo endossam as fileiras da milícia esquerdista, Rachael Sheherazade (em que pese os momentos em que ela derrapou na pista, como é o caso do vídeo onde ela dá apoio ao programa Maus Médicos), tem utilizado seu espaço no SBT para emitir opiniões que denunciam as bases do esquema totalitário que a esquerda está implantando no Brasil, além de ser abertamente autodeclarada cristã. Case closed.

(https://www.facebook.com/MeuProfessorDeHistoriaMentiuPraMim/posts/358813167592202?comment_id=1625068)

Agora, a pérola:

Nathália Polachini Cristiano Da Silva Ferreira, vou dar minha opinião sincera só pq me pediu: essa Rachel é uma burra, acho que precisaria estudar mais. Eu não compro discurso fácil, gosto da esquerda, mas não dou esquerdista, sou católica, mas não sou trouxa que aceita o que a instituição me induz a acreditar, sou vegetariana, mas mato baratas, sou feminista com muito orgulho, qué mais? Sou professora de inglês e português porque a única coisa que acredito é educação, sou mestranda da USP pq gosto de estudar e conhecer perspectivas. Não me enquadro em rótulos, se quer saber, nunca fui petista e sou mente aberta. Minha discussão é em outro nível! Não posso dar bola para um discurso Rachel nível Datena, gosto de diversidade e luto pelos direitos humanos, sou a favor do casamento gay e odeio conservador que mistura religião com política. Adoro gatos, livros e dançar. Odeio o capitalismo, mas tenho que viver com ele. Só não gosto de hipocrisia. Viva o cazuza, Bakhtin, Hannah Arendt que eu amo e Legião Urbana! Insisto em afirmar que as pessoas precisavam estudar mais sociologia. Mais diálogo e menos rótulo seria bom! E espero que nunca mais a ditadura militar volte em nosso país! Enfim, tenho um iPhone e não devo ser uma pessoa "do bem"!adoro discutir política, religião e futebol, por isso, seus posts são sempre bem vindos! (Sou chata, eu sei!) bj

Curtir · Responder · 2 · 8 de fevereiro às 00:45

Pra quem não observou:

  1. A Rachel precisaria estudar mais, mas a Nathália é mestranda em quê? Letras?
  2. A Nathália é católica e gosta da esquerda.
  3. É católica, mas não aceita tudo o que a Igreja diz.
  4. É vegetariana, mas mata baratas. Se fosse na China ou na Coreia do Norte, ela teria que explicar que não é pra comer, hehehehe.
  5. Ela gosta de estudar e conhecer perspectivas, mas dizer que populares amarrarem um adolescente delinquente no poste é comprensível (porque, nós sabemos, é mais fácil o policial ser punido por "apreendê-lo" do que ele) é querer a volta do governo militar.
  6. É mente aberta e luta pelos direitos humanos, mas conservadores não devem discutir política (e vítimas de assalto da Zona Sul do Rio de Janeiro devem contar com a polícia).
  7. É católica, mas defende o casamento gay.
  8. "Seus posts são sempre bem vindos" "adoro discutir política, religião e futebol" "vou dar minha opinião sincera só pq me pediu"
  9. Adora discutir política, é mente aberta e luta pelos direitos humanos, mas diz em outro comentário: "Obrigada pelos elogios, mas podem parar de me citar que eu tenho outros grupos de discussão melhores que esse. Santa ignorância!"
  10. Disse "mais diálogo e menos rótulo seria bom", mas além de fazer o pedido acima, igualou Rachel Sheherazade ao Datena.
  11. Não é esquerdista, mas é feminista. Será que ela conhece um feminista de direita?
  12. Pra terminar, ela não gosta de hipocrisia.

Como disse o Flávio Morgenstern, em um texto muito bom sobre o caso, "se querem que paremos de acreditar que 'direitos humanos' só existem para defender bandidos, uma dica simples: parem de invocá-los tão somente para defender bandidos" ("Rachel Sheherazade e a criminalização da opinião diversa", http://www.implicante.org/artigos/rachel-sheherazade-e-a-criminalizacao-da-opiniao-diversa).

Agora sim: quem não é contra o lesbocomunismo é lesbocomunista

Uma coisa que os socialistas parecem ter percebido há pelo menos um século e meio é que podem dominar o mundo só orquestrando e alimentando a mediocridade coletiva. Mas piores que os financiadores do socialismo, que se protegem do risco do próprio capitalismo, ou os socialistas profissionais, que ganham muito dinheiro, são os bajuladores da esquerda se fazendo de soldados em troca de garantir um cabide de emprego no serviço público ou uma política afirmativa. Piores ainda que os que ainda têm algo a perder são os que nada têm a perder e tentam salvar o nada.

Antes da blogosfera, a hipótese de uma pessoa ser não-antifeminista (feminista ou sem posição) e não-anticomunista, de boa índole, psiquiatricamente sã e desinformada sobre as cafajestagens dos feministas e dos esquerdistas era no mínimo concebível. Antes da blogosfera, a hipótese de uma pessoa ser contra o lesbocomunismo e não se expressar por falta de meios de massa também era aceitável. Eu já me expressei não exatamente contra o feminismo, mas contra algumas coisas que eu achava erradas e que depois eu descobri que o feminismo apoiava, com texto afixado em poste em 2005. Eu descobri os blogues e de lá (meados de 2006) até hoje, eu fui escrevendo.

Hoje, mesmo com a "grande mídia" e quase toda a pequena ficando de piranhagem com o politicamente correto, até a falta de instrução ou de informação deixou de ser atenuante. Seja branco e contra as cotas para negros na universidade e você vai ser racista. Proteste contra a prisão de um homem inocente por falsa denúncia de estupro, de violência contra mulher ou pedofilia e você vai ser defensor destes crimes. Critique o movimento gay, sendo hétero, e você vai ser homofóbico. Diga sequer que os envolvidos no Mensalão, esquema de corrupção em que o PT subornava congressistas da oposição para aprovar projetos do governo, já vão tarde pra cadeia e você vai ser extrema-direita (a não ser que você seja do PSOL ou do PSTU, por exemplo). Ser inteligente, mentalmente são e heterossexual está ficando quase ilegal no Brasil e em outros países do mundo.

E isso não tem nada a ver com a elite mundial querendo manter os pobres na pobreza, ou a Igreja Católica querendo dominar o mundo ou coisa parecida. É tudo por aqui em baixo mesmo. Você diz duas frases sensatas numa conversa de amigos no Facebook e vira racista, misógino, homofóbico, elitista, fascista e o amigo bloqueia você depois de apagar a sua postagem? Ou aparece alguém do nada se sentindo incomodado? E se você está avisando, indiretamente, que o país ou o mundo está indo para um destino trágico mas ainda dá tempo de mudar isso?

Agora, por que criar um blogue para ser mais um de amenidades, pseudointelectualidade ou beatice? Ou por que criar um perfil no Facebook para só acrescentar amigos da panelinha e compartilhar imagens de mau gosto e fotos pessoais desinteressantes? Ou por que ler jornais baratos para comentar celebridades, crimes da periferia, futebol ou as notícias que já estão na "grande mídia"? Para garantir que seremos vistos como profissionais sérios? Porque temos que salvar o emprego que odiamos? Porque temos que garantir que as obras públicas no bairro terminem depois da eleição? Porque não queremos ser vistos como direitistas cristãos fundamentalistas homossexuais camuflados? Será que estamos sendo presenteados com meios de informação e expressão exatamente por sermos idiotas, covardes e manipuláveis, e nós ainda vamos nós mesmos liquidar quem não é? Será que até a nossa rebeldia vai ser campanha de governo esquerdista, indução com notícia manipulada ou baderna de militantes profissionais?

De simples paspalhos a moleques conhecidos da polícia desde os 12 anos, todo mundo cita lei mal escutada e tem todos os direitos. Mas vá ter atitude de homem (ou de mulher) pra ver, você toma advertência no trabalho pelo que posta no Facebook. Já foram feitos cartazes contra a violência contra a mulher dizendo quem não participa da campanha é cúmplice. Então por que quando alguém chama quem defende a liberdade e o estado de direito de fascista extrema-direita, essa pessoa pode dizer que não segue rótulos?

Os espíritos grandes não podem viver na pobreza mental, assim como os pobres de espírito não conseguem suportar a grandeza. Isso está ficando claro hoje. Hoje em dia, até pra ser uma pessoa alienada você tem que ter mau caráter.

Como diz o provérbio iugoslavo: "diga a verdade e saia correndo".

Ser e se mostrar contra o lesbonazismo e o socialismo / comunismo já foi grandeza moral. Agora é obrigação psiquiátrica.

Abigail Pereira Aranha

Texto original em português sem fotos e vídeos de putaria, no A Vez das Mulheres de Verdade: Quem não é contra o lesbocomunismo é parte dele - parte 1, http://avezdasmulheres.blog.com/2014/02/16/quem-nao-e-contra-o-comunismo-e-parte-dele-parte-1 e http://avezdasmulheres.livejournal.com/16144.html
Texto original em português com fotos e vídeos de putaria, no A Vez dos Homens que Prestam: Quem não é contra o lesbocomunismo é parte dele - parte 1, http://avezdoshomens.blogspot.com/2014/02/quem-nao-e-contra-o-lesbocomunismo-e.html
Parte 2, sem fotos e vídeos de putaria, no A Vez das Mulheres de Verdade: http://avezdasmulheres.blog.com/2014/02/26/quem-nao-e-contra-o-comunismo-e-parte-dele-parte-2 e http://avezdasmulheres.livejournal.com/16499.html
Parte 2, com fotos e vídeos de putaria, no A Vez dos Homens que Prestam: http://avezdoshomens.blogspot.com/2014/02/quem-nao-e-contra-o-lesbocomunismo-e_26.html

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sábado, 8 de fevereiro de 2014

O segredo do sucesso de Chaves: agradar a gentalha com piada pobre (porque humorista bom ganha processo)

Meus amigos e meus inimigos, eu já tinha um tempo em que estava pensando em escrever sobre aquele programa Chaves, que dizem ser humorístico, e hoje, 08 de fevereiro de 2014, foi coincidência de ter esta charge no jornal O Tempo:

Depois eu comento sobre a charge e o chargista, e o que isso tem a ver com o Chaves (o do México, não o falecido da Venezuela).

O seriado Chaves deixou de ser gravado na década de 80, e de lá até hoje está sendo repetido na televisão brasileira pelo SBT. Tem muita gente que gosta, dizendo que ainda consegue rir mesmo já tendo visto o episódio várias vezes e que o seriado consegue fazer sucesso sem mulher seminua ou palavrão. E por quê? Porque é humor para gente medíocre, de espírito e de intelecto. As piadas quase sempre são ataques pessoais de baixo nível, só pra começar.

Na vila todos são pobres, menos o Quico e a Dona Florinda. Não tem um episódio (ops, tem um só) em que a Dona Florinda não chama o Quico dizendo "não se misture com essa gentalha" (o Seu Madruga), mas não sabemos por que eles nunca saem de lá. E antes da Dona Florinda comprar um restaurante, o único proletário na vila era o Jaiminho carteiro, tirando o Seu Madruga, cada vez em um trabalho informal diferente. Os únicos que são "alguém na vida" são o Seu Barriga, dono da vila, e o Professor Girafales. Respectivamente, um gordo de óculos e um magrelo alto. O Seu Barriga leva uma pancada do Chaves, sempre sem querer, toda vez que vai para a vila cobrar o aluguel que o Seu Madruga deve há 14 meses. O Professor Girafales é o professor das crianças da vila e do filho do Seu Barriga (o Nhonho, que é outro gordo), não consegue dar uma aula sem interrupção nem fazer uma pergunta à classe sem sair asneira. Ah, e todos os alunos são burros. E ele é namorado da Dona Florinda, que além de feia e nunca sair de casa sem aqueles rolinhos no cabelo, é machorra e esnobe (ou seja, ou ele é iludido ou está numa seca miserável).

Ah, e não tem nada indecente no programa? Mas dá pra fazer piada com indecência? Dá. Os leitores homens mais velhos se lembram da atriz pornô Rebecca Bardoux? Virou comediante. Quando eu tiver 50 anos como ela tem, eu vou ter um currículo igual ao dela, hehehehe. Ou seja, o problema não é o palavrão, a insinuação sexual ou até o sexo explícito na piada. O problema é quando o piadista é fraco e coloca baixaria para salvar a piada. Aliás, se um programa humorístico brasileiro típico mostra como fazer piada ruim com mulher boazuda seminua e alusões a sexo, o Chaves mostra como fazer piada ruim sem isso.

Mas essa falta de "sexualidade" no programa, mesmo que fosse necessária para fazer um bom programa de humor, foi até exagerada. Já se deu conta de que o único casal do programa é de namorados (Professor Girafales e Dona Florinda)? As crianças não têm os dois pais. O Chaves é órfão. A mãe da Chiquinha, a mãe do Nhonho, cadê? O pai do Quico, que mal é mencionado, morreu. Fora as crianças, é todo mundo velho e esquisito, fora a mãe da Paty.

Mas fora as palhaçadas de circo e as besteiras na sala de aula do Professor Girafales, a única coisa que sobra, e nem todos os episódios têm isso, é um pouco de sessão miséria: o Chaves roubando comida ou o Seu Madruga quase sendo despejado.

Fora que as crianças são adultos caracterizados como crianças.

Mas pouco antes de acabar o Chaves, como seriado, no México (fim da década de 80), era governo militar aqui no Brasil e em outros países da América. O único governo militar que continua até hoje é o de Cuba, hehehehe. Mas no Brasil ainda existiam uns piadistas criticando o governo ou a situação social, como o Henfil. Mas se naquele tempo havia censura, ou se naquele tempo o público não achava muita graça em uma piada sobre política, hoje a piada é censurada. Piada inteligente é quase crime.

Hoje, se a piada desagradar negros, mulheres, homossexuais, nordestinos, eleitores do PT, é processo, denúncia e campanha pelas redes sociais. A violência contra homem pode ser piada, mas uma verdade crítica às mulheres em uma piada boa vira pretexto para acusar o autor de defender o estupro, a misoginia, a violência contra a mulher. Já viu aquela peça portuguesa do século XVI, do Gil Vicente, "Todo Mundo e Ninguém"? E sabia que aquele trecho de 1 Coríntios 16:34 "as más conversações corrompem os bons costumes" é um trecho de uma comédia grega de Menandro (ca. 342 a.C. - 291 a.C.)? Eu tenho quase certeza de que isso acontece em Portugal ou na Inglaterra, mas no Brasil de hoje você não faz uma obra de humor deste nível, que faça pensar alguma coisa que não seja lavagem cerebral lesbocomunista, sem receber no mínimo um protesto.

Provas disso são os dois artigos que seguem depois deste texto. O primeiro é sobre o processo no qual o chargista Duke, daquela charge no começo do texto, foi condenado. E o assunto era futebol, o árbitro foi malhado na charge, abriu um processo e ganhou. O Duke e a Sempre Editora, que produz o jornal O Tempo, foram multados. O segundo texto é "Programas humorísticos lideram lista de processos" (do departamento jurídico das emissoras de televisão), publicado no Consultor Jurídico. E vocês vão ver que nem sempre o alvo da piada é um político. Ou seja, a censura é democrática (nossa!).

Ah, e tem também o caso do Joselito Muller, que fez uma piada em outubro de que a secretária dos Direitos Humanos Maria do Rosário chorou ao ver a foto de um ladrão baleado e a Secretaria denunciou o blogue dele. Em dezembro (dois meses depois), mostraram umas fotos de bandidos decapitados no Maranhão e ela foi pro banheiro passando mal.

Mas é isso. Você sabe que o país virou palhaçada quando o jornal parece estar de brincadeira e a página humorística parece falar sério. Em um país com líderes palhaços e povo ridículo, só bobos da corte vivem em paz, porque dizer a verdade parece piada e uma boa piada é atentado à democracia.

Abigail Pereira Aranha

Condenação repercute no Brasil e Duke ganha apoio nas redes sociais

Chargista recebeu diversas manifestações de apoio, entre eles do jornalista Marcelo Tas, apresentador do programa CQC, da Rede Bandeirantes

Duke

Em sua página oficial no Facebook, Duke postou uma foto com a tarja de censurado

PUBLICADO EM 29/01/14 - 19h58

DA REDAÇÃO

Condenado pela 11ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça de Minas Gerais após a publicação de uma charge sobre a arbitragem do jogo entre Cruzeiro x Ipatinga, válido pelas semifinais do Campeonato Mineiro de 2010, o cartunista Duke, da Sempre Editora, responsável pela publicação dos jornais O TEMPO e Super Notícia, recebeu nesta quarta-feira o apoio de importantes figuras públicas, além de inúmeras mensagens de solidariedade nas redes sociais em relação ao caso que está sendo tratado como um ataque à liberdade de imprensa no Brasil.

A matéria veiculada pelo O TEMPO e Super Notícia, onde o caso é detalhado - inclusive com a informação de que o árbitro Ricardo Marques Ribeiro, autor da ação, trabalha como assessor na mesma Câmara onde o caso foi julgado -, recebeu milhares de compartilhamentos nas redes sociais. O jornalista Marcelo Tas, apresentador do programa CQC - Custe o que custar, da Rede Bandeirantes, foi um dos que saíram em defesa do companheiro de imprensa.

"Assim caminha a liberdade de expressão no Brasil: todo meu respeito e apoio ao chargista mineiro Duke, que sofre uma tentativa de mordaça por um juiz de futebol! Absurdo total!!?!?!?!?", escreveu Tas, considerado pela revista Forbes Brasil uma das 100 pessoas mais influentes do país, em sua página oficial no Facebook.

Outro que também expressou sua indignação com condenação foi o também cartunista mineiro Quinho. "Todo o meu apoio ao Duke, diante da decisão absurda da Justiça. O árbitro de futebol, ao qual foi dado o ganho da causa, é assessor do TJ..", postou no Facebook.

A página de entretenimento "Humor Esportivo", conhecida pelas sátiras ao futebol brasileiro, muitas delas à arbitragem e ao STJD, também abraçou a causa do chargista. "Absurdo!!!! Até a liberdade de expressão as pessoas estão perdendo. Uma das coisas que achamos extraordinária é como os chargistas têm o poder de transformar fatos em desenhos, com crítica, bom humor e atingindo o seu público de uma forma admirável diversos temas em suas charges! Só falta essa moda pegar...", destaca os administradores do site em sua conta no Facebook.

A charge e a condenação

Na ilustração, uma raposa aparece atropelada, além de um carro de polícia e dois personagens, o primeiro deles um torcedor, enquanto o segundo é um policial. Um diálogo é travado e o torcedor diz: "Primeiro o juiz assaltou o Tigre. Em seguida, o Tigre atropelou a Raposa". Por sua vez, a autoridade policial responde "Calma aí, uma ocorrência de cada vez".

A ilustração foi considerada ofensiva pelo árbitro da partida, Ricardo Marques Ribeiro, que entrou na Justiça alegando danos morais, além de um pedido público de retratação. O caso deve ganhar desdobramentos. Tanto a Sempre Editora quanto o chargista foram condenados a pagar R$ 15 mil ao árbitro.

O Tempo, Belo Horizonte, 29/01/14, http://www.otempo.com.br/superfc/condena%C3%A7%C3%A3o-repercute-no-brasil-e-duke-ganha-apoio-nas-redes-sociais-1.780839

Programas humorísticos lideram lista de processos

Os principais programas humorísticos na televisão como Pânico, da Rede TV!, CQC, da Band, e Casseta & Planeta, da TV Globo, estão dando trabalho para o departamento jurídico das emissoras, com o acúmulo de processos judiciais. O principal tema desses programas é azucrinar celebridades, perseguir políticos e fazer graça com vergonhas nacionais, segundo informa o portal do Estadão.

A maior pilha de processos é do Pânico na TV! No ar desde 2003, o programa lidera o ranking de processos da emissora. A encrenca mais recente foi com outra emissora. A Globo decidiu processar o programa por invasão de propriedade e captação de imagens não autorizadas. O Pânico mostrou os bastidores do Big Brother Brasil 10, em quadro chamado "O invasor", em que um membro da equipe da Rede TV! se infiltrou na torcida de uma participante do reality show. "Qual o problema de mostrar o Bial [apresentador do programa] jogando banho de cheiro na plateia?", disse Emílio Surita, líder do grupo. "O estranho é como as coisas acontecem. Quando sobrevoamos a Fazenda da Record, avisando os participantes com uma faixa que o Michael Jackson havia morrido, a Justiça foi acionada mais rápido do que nunca", diz Emílio. "Fizemos no sábado e, no domingo, às 8 horas da manhã, tinha um oficial de justiça na RedeTV! com uma liminar impedindo a exibição da brincadeira no Pânico. A Record achou um juiz no sábado de madrugada?", questiona.

Na época em que corriam atrás de pés ilustres para as "Sandálias da Humildade", o programa foi processado por Carolina Dieckmann. Os humoristas foram presos por tentar chegar à janela do apartamento da atriz, no Rio, com uma escada. Em outro caso, após alguns rounds na Justiça, a atriz Luana Piovani conseguiu uma indenização do programa de R$ 150 mil por perseguição, e Dado Dolabella, seu namorado na época, mais R$ 50 mil. Com Preta Gil, a briga judicial começou após tentarem entregar a ela um ovo de Páscoa gigante.

A turma do Casseta & Planeta também não facilita a vida dos advogados da Globo. Entre os que processaram os humoristas estão o ex-presidente Fernando Collor, Jorgina de Freitas, acusada de fraudar o INSS, e o empresário do Papa Tudo, Arthur Falk. Em 1997, o Casseta foi alvo de mais de 130 ações movidas por policiais militares de Diadema, região metropolitana de São Paulo. As ações, que pediam R$ 200 mil cada uma por danos morais, não foram para frente. Os humoristas também foram vetados na Parada Gay em São Paulo e processados por uma entidade gaúcha, por causa de piadas questionando a masculinidade dos sulistas.

Segundo o humorista Cláudio Manoel, a época em que os programas podem levar mais processos é a das eleições. Para evitar confusão, piadas sobre os candidatos ficam na gaveta. "Se falar da Dilma, tem de falar do Serra, e vice-versa. Sem contar os outros candidatos, que podem exigir direito de espaço."

Peritos em perseguir os tais "senhores de terno" do Congresso, o CQC também coleciona processos ao longo dos quase três anos de vida. Nenhum com ganho de causa, garante o diretor Diego Barredo. A maior parte dos políticos acredita ter a imagem maculada pelas brincadeiras. Marcelo Tas, o líder dos "homens de preto", define como censura a horda de processos que se acumulam contra os humoristas. "A pressão psicológica e financeira causada pelas ameaças de processo joga os artistas, jornalistas e empresas de comunicação contra a parede. A palavra para definir essa pressão é uma só: censura!".

Tas diz que tinha muito mais liberdade durante a ditadura e a transição para democracia do que agora, época em que humoristas são processados "simplesmente por expressar opinião ou fazer crítica". "Há uma escalada galopante do politicamente correto que tenta aplainar e uniformizar toda forma de pensamento inusitado", critica. "Há um retrocesso grave e preocupante quanto à liberdade de expressão no país."

Juntamente com o colega Rafinha Bastos, Danilo Gentili é um dos campeões de processos no programa. Segundo ele, a ordem na casa é para que os repórteres não se preocupem com ibope ou Justiça. Depois, é a direção do humorístico quem resolve o que vai para o ar.

Consultor Jurídico, 25/04/10, http://www.conjur.com.br/2010-abr-25/programas-humoristicos-lideram-lista-processos-emissoras-tv

Texto original em português sem fotos e vídeos de putaria, no Jornal dos Homens que Prestam: O segredo do sucesso de Chaves: agradar a gentalha com piada pobre (porque humorista bom ganha processo), http://jornaldohomem.blogspot.com.br/2014/02/o-segredo-do-sucesso-de-chaves-agradar.html
Texto original em português com fotos e vídeos de putaria, no A Vez dos Homens que Prestam: O segredo do sucesso de Chaves: agradar a gentalha com piada pobre (porque humorista bom ganha processo), http://avezdoshomens.blogspot.com/2014/02/o-segredo-do-sucesso-de-chaves-agradar.html

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Rebecca Bardoux antes da comédia stand-up

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Vamos rir um pouco, porque o Lésbico-socialismo é exaustivo. Seção adulta do FunPic, para provar que o humor e a luxúria podem estar juntos, hehehehe.

Facciamo ridere un po', perché il Lesbico-socialismo è estenuante. Sezione adulti di Funpic, al fine di dimostrare che l'umorismo e la lussuria possono stare insieme, hehehehe.

Let's laugh a little, because the Lesbian-socialism is exhausting. Adult section of Funpic, in order to prove that humour and lust can be together, hehehehe.

Vamos a reír un poco, porque el Lesbiano-socialismo es agotador. Sección adulta de Funpic, con el fin de demostrar que el humor y la lujuria pueden estar juntos, jejejeje.

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