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quinta-feira, 14 de fevereiro de 2019

A Revolução Femdom e o feminismo conservador no Legislativo brasileiro

Abigail Pereira Aranha

Enquanto eu escrevia o meu texto anterior[01], justamente sobre a Quarta Onda do Feminismo e "uma parceria do feminismo de esquerda bem comportado com o conservadorismo rural da década de 1950", eu vi uma pérola que a cantora Zélia Duncan compartilhou no Twitter, aqui vão a pérola e a resposta que eu dei:




Beta Bastos[02]

@robertabastosn

Mulher no colo de homem em posição de troféu pode.

Mas mulher com decote se tornando deputada não pode.

Brasil hipócrita.

23:59 - 2 de fev de 2019




Zélia Duncan @zdoficial 3 de fev[03]

Zélia Duncan retweetou Beta Bastos

Tem a ver isso também!

Beta Bastos @robertabastosn

Mulher no colo de homem em posição de troféu pode.

Mas mulher com decote se tornando deputada não pode.

Brasil hipócrita.

Abigail P. Aranha

@AbigailPAranha

Em resposta a @zdoficial[04]

@robertabastosn Vocês estão certas. É contraditório pensar que está tudo bem um homem tomar posse como deputado exibindo uma vadia como troféu, mas não uma vadia tomar posse como deputada. Assim como o contrário.

14:59 - 3 de fev de 2019

Ah, e não ficou claro o que eu disse, eu não chamei a esposa do deputado de vadia. O que eu argumentei seria válido mesmo que ela fosse e pressupondo que ela fosse. Ainda volto a ela.

Veremos aqui mais um exemplo do que eu chamei de Revolução Femdom[05], em que a liberdade do homem é contemplar de longe o uso que a mulher faz do corpo e da sexualidade para ofender a sociedade tradicional e, às vezes, o próprio universo masculino; além de ter como seu próprio prazer o prazer da mulher, às vezes enquanto ela ataca a heterossexualidade masculina. Eu mostro alguns exemplos em "De volta à Revolução Femdom"[06], mas aqui veremos mais um e acredito que você ainda vai entender se você não tiver lido o texto.

A "mulher com decote se tornando deputada" é Ana Paula da Silva, também conhecida como Paulinha, na posse como deputada estadual pelo PDT em Santa Catarina. Eis a foto que ela publicou na própria página no Facebook[07]:




Paulinha está com Ana Paula da Silva.

1 de fevereiro às 16:44

Primeira sessão legislativa do ano! Agora é arregaçar as mangas e trabalhar!!!

Das cerca de 13 mil reações, mais de 2.070 foram risadas (isso cerca de 23:00 do dia 13). Porque falar em trabalhar com essa roupa de piranha faz pensar em outro tipo de trabalho. E além das risadas, ela tomou uma surra nos comentários, isso só na própria página.

Ela em entrevista a Dagmara Spautz, da página NSC Total, publicada no dia seguinte[08]:

A escolha da roupa foi um protesto?

Não exatamente um protesto, mas uma forma de dizer que sou mulher e que represento muitas, todas, e temos liberdade e independência sobre nossas escolhas. Sou feminista convicta e transmito esse recado quando tenho essa oportunidade. O recado foi dado, mulheres estão na política e a sociedade tem que se acostumar com elas como são. Tem questões muito mais importantes para a Assembleia Legislativa discutir.

Só podia ser lesbofeminista, né, amigos? Mas olha só, nós temos que nos acostumar com uma deputada mulher e feminista, nós tínhamos que nos acostumar com um deputado Jean Wyllys homossexual (ele disse isso pelo menos uma vez na Câmara dos Deputados), mas os "movimentos sociais" ainda não se acostumaram com Jair Bolsonaro eleito presidente com mais de 57 milhões de votos, alguns deles de mulheres, negros, homossexuais e até índios. E também não se acostumaram com os cerca de 25% de evangélicos na população brasileira. Até eu que sou ateia reconheço e me acostumo, inclusive porque para mudar o que está errado, nós temos que saber o que está errado.

Uma outra pérola dela, respondendo a um comentário em um dos próprios perfis nas próprias redes sociais[09]:

Esse mundo machista e preconceituoso que você vive não é o meu. Visto-me como quero, como acho que devo, e não coaduno com valores moralistas que patrocinam a corrupção, por exemplo. Já vi muito homem de terno e gravata tirando dinheiro da saúde, da merenda escolar, isso sim é inaceitável.

"Valores moralistas que patrocinam a corrupção"? Amigos, se um dia eu disser que é melhor uma mulher transar com 100 homens antes dos 18 anos do que ser corrupta, ou melhor usar uma roupa que mostra os seios do que ser corrupta, orem pra eu ter um casamento convencional com um homem horrível, ser estuprada por uns 10 homens e o meu marido me matar pensando que a culpa é minha. Eu tenho de escolher se vou ser vadia ou corrupta? Ou pior ainda, se vou ser uma puritana enrustida vulgar ou uma mulher metida em corrupção? Eu posso ser uma mulher sexualmente liberal (não uma exibicionista anticatólica) e ser uma boa mulher na política, além de boa pessoa? Ah, e não me lembro se eu cheguei aos 100 gatinhos no aniversário de 18 anos.

E a senhora deputada procurou a Justiça. Uma fala dela na matéria do jornal Extra, do Rio de Janeiro[10]:

Ser criticada na vida pública é algo normal e esperado. Mas me senti psicologicamente violentada. Um internauta disse que se eu for estuprada não posso reclamar.

Estupro só psicológico? Cadê o caralho da cultura do estupro, lésbicas dementes? (Entendeu o "caralho"?) Não vou dizer que esse comentário que ela cita não existiu, mas na captura de tela do perfil dela no Instagram mostrada na própria matéria, o comentário mais feio foi "que eu saiba o parlamento ou assambleia nao e uma casa de putas". Agora estupro é dizer o que quer e ler o que não quer no Facebook?

Antes de pegar o caso de outra feminista, vou compartilhar uma brincadeira minha na página Quebrando o Tabu no Facebook:




Leonardo P. Fratini[11]

Bandido bom é bandido morto?

Também, sai de carro, relógio caro e celular dando bandeira. Se não quisesse se aparecer não era assaltado.

18 de junho de 2018 às 13:05




Quebrando o Tabu[12]

18 de junho de 2018

Nem uma a menos

Mua ha ha[13]

@Lesbicapeta

Falar p uma mulher mudar d "comportamento" p evitar estupros é o mesmo q dizer "Se modifique para q ele estupre outra no seu lugar"

Mua ha ha[14]

@Lesbicapeta

Sempre vai existir uma garota menos sóbria, menos segura, andando sozinha por aí e ela merece estar tão segura quanto você.

Abigail Pereira Aranha Obrigada ao Leonardo P. Fratini (https://www.facebook.com/leonardofratini) que me ajudou no meu comentário:

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Bandido bom é bandido morto?

Também, sai de carro, relógio caro e celular dando bandeira. Se não quisesse se aparecer não era assaltado.

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[atalho da postagem anterior, nota 11]

Não seria melhor ensinar a essa raça negra a não assaltar, não matar e não estuprar?

09 de fevereiro de 2019 às 20:30

E vamos à outra feminista. Ela é a deputada federal Shéridan Estérfany Oliveira de Anchieta, pelo PSDB de Roraima. Rapazes, olhem só a cara da moça[15]:


Deixo os comentários para os rapazes, porque eu sou hétero. Mas o caso que eu vou comentar foi do mandato anterior, em 2017. "Deputada quer punição para quem a chamou de 'gostosa' no plenário". Matéria do Catraca Livre.[16] Um trecho:

Na última quarta-feira, 2 [de agosto de 2017], a deputada Shéridan Oliveira (PSBD-RR) estava ausente da votação no Congresso da denúncia contra o presidente Michel Temer, mas mesmo assim acabou chamando a atenção e sendo vítima de machismo.

Quando seu nome foi chamado ao microfone, na votação nominal do Congresso, um grito masculino com o comentário bastante machista ecoou pelo plenário: a deputada foi chamada de "gostosa".

(...) Segundo a deputada, vários parlamentares ligaram para ela se dizendo "envergonhados" pelo comentário. "Recebi o telefonema de muitos colegas, que visivelmente envergonhados, constrangidos, prestaram solidariedade".

Uma pérola da matéria da revista Cláudia, "Deputada instaura processo após sofrer assédio no plenário"[17]:

"O machismo é a forma mais sistêmica, mais direta de tentar tolher o direito da mulher, de tentar desqualificar a mulher brasileira e nós temos que enfrentar. Fazer ouvir e valer nossos direitos", manifestou ela em sua página no Facebook.

Desqualificação da mulher brasileira: chamar uma mulher brasileira de gostosa. A mulher que pensa que é fraqueza ser agradável no trato ou visualmente acaba descobrindo que perdeu o poder que pensava que tinha.

A matéria da revista Cláudia diz que ela foi assediada na Câmara dos Deputados. A matéria da Catraca Livre diz que ela nem estava na Câmara dos Deputados naquela hora. Eu pensei em fazer piada de que daqui a pouco vão inventar o estupro remoto. Então eu me lembrei: já inventaram[18]. Os feministas de esquerda não estão em guerra só contra o homem hétero, estão em guerra contra as páginas de zoeira também.

O que a deputada disse sobre o caso na entrevista ao El País Brasil[19] dá vontade de rir. O repórter Afonso Benites perguntou: "Você apresentou alguma representação no Conselho de Ética contra quem a ofendeu publicamente?". Chamar uma mulher de gostosa é ofensa! Ele disse isso, véi! Mas temos uma outra pérola melhor ainda:

P. Se for identificado, você o representará ao Conselho de Ética?

R. Sim. Foi uma violência contra a mulher. E não é só aqui. Ela acontece na padaria, na escola, na empresa. Uma de nossas lutas é a de que a mulher possa enfrentar o desafio de vencer o machismo, ainda muito presente na nossa sociedade. E a gente não pode se calar. Senão, vamos consentir e tornar isso natural.

Socorro! Um homem me chamou de gostosa! Não é assédio nem estupro, é só a heterossexualidade masculina. Isso é violência contra a mulher! Se eu não reagir contra isso, daqui a pouco isso vai ser normal! E eu fui tentar fazer piada, me lembrei de um texto que eu escrevi sobre isso em 2008: "Papai, aquele moço quer me comer"[20]. Foi no Dia do Homem, 15 de julho, eu acho que eu nem sabia que existia o Dia do Homem. Eu tinha 17 anos, os meus seios e a minha bunda ainda estavam em desenvolvimento, mas os rapazes já tinham olhado muito pro meu corpo. Eu já tinha dado umas centenas de "foras" a centenas de homens, mas eu já tinha oferecido o meu corpo pra dezenas de homens, e eu já tinha mostrado os meus seios para outros 10 ou 20.

O Olavo de Carvalho disse uma vez que "nem Mussolini imaginava que um dia o fascismo consistiria apenas em não dar o cu"[21]. A gente pode dizer a mesma coisa do machismo. Bom, para os homens. Para as mulheres, machismo é dar o cu e chupar pinto (eu já fui chamada de machista por isso). Eu sei que não existe um projeto da esquerda de criar uma sociedade de gays e lésbicas. Mas quando a gente lê uma coisa dessas, fica difícil acreditar.

Bem que eu avisei à direita xucra pra largar a caricatura da feminista feia, gorda e esquisita.

Agora, vamos ao caso do deputado Amauri Ribeiro, deputado estadual de Goiás que tomou posse com a esposa sentada no colo. Vou pegar alguns trechos da matéria da revista Época[22].

No meio do mandato de prefeito, deu uma surra na filha de 16 anos — que denunciou o caso à polícia — ao flagrar no celular fotos íntimas dela com um namorado, para "garantir os bons costumes". O caso foi parar em todos os jornais da região.

(...) Sobre a agressão à filha, ele também afirmou ter feito a coisa certa. "Fiz o que qualquer pai faria para manter os bons costumes. Se eu não tivesse feito aquilo, tinha perdido minha filha para o mundo. Hoje ela é meu grande orgulho. E faria de novo, com ela ou com qualquer uma de minhas filhas, para que elas me respeitassem."

É que eu li isso e me lembrei: eu escrevi sobre isso na época, novembro de 2015. "Direita cristã, acabou! - parte 8: 'Prefeito espanca a filha 'em nome da moral' e é elogiado por internautas', presente do Pragmatismo Político para a direita cristã por ter me ignorado"[23]. É outro assunto, mas eu chamo a sua atenção para esse caso também. Agora sim, vamos ao caso do deputado na posse.


Na sexta-feira dia 1º, uma fotografia do deputado viralizou nas redes sociais. De chapéu, barba por fazer e com a mulher Cristhiane Rodrigues Gomes Ribeiro, de 41 anos, sentada em sua perna esquerda, ele tomava posse para a vaga na Alego. A ÉPOCA, ele fez pouco-caso da repercussão. "Era minha esposa, não era nenhuma prostituta. Uma mulher com quem vivo há quase 25 anos e com quem tive três filhas", disse. "E outra: é muito comum minha esposa sentar em meu colo em qualquer evento que vou na cidade."

(...) A cerimônia corria por pouco mais de 15 minutos quando chegou ao plenário Norma Andrade Camargo, de 84 anos. Ela procurava o neto, o mais novo deputado eleito, Wagner Neto (Patriota), de 27 anos. De pé, encostou-se em uma mesa. "Minha perna começou a doer. Esperei um tempo, mas ninguém veio me ajudar", lembrou a idosa. Durante um tempo, foi observada pelo deputado Alysson Lima (PRB). "De repente o Amauri ficou incomodado com os funcionários, que mais se preocupavam com os deputados e nada faziam para ajudar a senhora. Ele se levantou e entregou a cadeira para ela. A mulher dele se levantou, o Amauri sentou e a esposa sentou, 30, 40 segundos, na perna dele", contou Lima.

Por telefone, Norma Camargo se emocionou com a atitude de Ribeiro. "Menino, sentar na perna do marido é mais grave que uma mulher de 84 anos de pé? Queria meu velho vivo para me sentar na perna dele. Isso mostra que ainda existe amor entre o casal." O deputado completou: "Cedi a cadeira. Vi uma senhora de pé, encostada na mesa. Foi um ato falho meu. Se tivesse visto antes, teria cedido antes". E ironizou: "Se eu tivesse ficado de pé, falariam: 'Olha lá o chapeludo butinudo, não sabe se comportar'. Se eu tivesse deixado minha mulher em pé, diriam: 'Olha lá o cavalo machista'. Sempre arrumam coisas para me difamar".

Teria sido um cavalo machista? "Eu não sou machista!" Quando questionado sobre se sua atitude foi machista, ele tinha a resposta pronta. "Olha lá em meu gabinete. Tenho uma advogada. Comparo os currículos. Se a mulher for melhor, ela vai trabalhar comigo, sim. Trato todo mundo igual, tanto que tenho três filhas."

Com corpo franzino, 55 quilos em 1,60 metro de altura, a mulher do deputado, Cristhiane Rodrigues, disse que não consegue entender o motivo de tanta repercussão. Na foto, ela aparece meio de lado, expressão contida, boca fechada, os braços pousados sobre as pernas, um decote profundo e os cabelos negros caindo bem abaixo dos ombros. "Eu fico lendo e sofrendo com os comentários que dizem que estava ali obrigada, sendo humilhada." Para ela, a atitude não tem nada de chauvinista. "Quase sempre ele me ouve quando tento apaziguar seu nervosismo. Ele não é aquele homem que diz que pronto e acabou. Para você ver, eu é que escolhi o nome de nossas três filhas", disse.

Falando baixinho, com delicadeza, Cristhiane reforçou ser normal, dentro de casa e em eventos de família, sentar-se na perna do marido. "É uma forma de ficar mais perto dele. Claro que ali não era lugar apropriado, mas tinha um motivo. Faltava cadeira, e uma boa atitude de Amauri, de dar a cadeira para a avó do deputado, acabou transformando aquilo em algo inapropriado", esclareceu.

Que história linda! Foi uma boa resposta do deputado e também foi uma boa reportagem da revista Época. Bom, na parte do deputado, ele erra quando tenta provar que não é machista provando que é ginocentrista.

Agora, vamos juntar isso tudo. Mas antes, vou copiar um trecho daquele meu texto de novembro de 2015:

Nós fazemos algumas previsões esperando que elas não aconteçam. Eu já estou fazendo revisões esperando que elas parem de acontecer.

Vamos lá. Nós vimos um pai espancando a filha em nome da moral e dos bons costumes. E onde vimos a liberdade sexual? Na hora em que uma deputada escolhe uma roupa de vadia pra tomar posse no cargo. E essa deputada é livre, a mulher que não é livre é a esposa do deputado sentada no colo dele. E na hora do sexo (o assunto), uma garota vai compartilhar putaria e é espancada, a mãe dela parece uma esposa tradicional (bom, mais ou menos) e as duas deputadas recebem comentários "maldosos" uma por causa do decote e a outra por causa da beleza e se sentem estupradas psicologicamente (palavras de uma delas). E o homem deputado nos mostra mais um exemplo do velho antifeminismo conservador: mulher, você não precisa do feminismo de esquerda, o feminismo conservador já faz por você tudo que ele promete e muito mais. Mas eu chamo a sua atenção para uma coisa que parece óbvia, mas que precisamos ter em mente aqui: duas coisas contrárias não acontecem ao mesmo tempo.

As lésbicas bizarras que fizeram protestos escabrosos pedindo o direito de não serem assediadas sexualmente não foram levadas a sério e nem mereciam. Mas mulheres feministas "assediáveis" protestando contra o assédio sexual (de homens) ainda podem ser levadas a sério. Ao mesmo tempo em que produzem nos homens mais medo não da militância feminista, mas de todo o universo feminino. E ao mesmo tempo em que vão aborrecendo homens e também mulheres, em geral porque, para elas, não parecer com uma feminista radical já não é mais suficiente. Mas isso não vai acabar com o feminismo de esquerda, só vai esconder o feminismo de esquerda, principalmente a parte antissexo, no Conservadorismo e na direita. Na verdade, mesmo com um Congresso dito mais conservador, não teremos feminismo de esquerda versus antifeminismo de direita. Teremos, na melhor das hipóteses, anticatolicismo vulgar mais lesbianismo "light" versus puritanismo mangina[24].

NOTAS E REFERÊNCIAS:

[01] "O Feminismo já está na Quarta Onda, mas as mulheres conservadoras estão criando a quinta", 13 de fevereiro de 2019, A Vez das Mulheres de Verdade, https://avezdasmulheres.blogspot.com/2019/02/o-feminismo-ja-esta-na-quarta-onda-mas.html; e A Vez dos Homens que Prestam, https://avezdoshomens.blogspot.com/2019/02/o-feminismo-ja-esta-na-quarta-onda-mas.html.

[02] Beta Bastos, 02 de fevereiro de 2019 às 23:59, https://twitter.com/robertabastosn/status/1091878744569069569.

[03] Zélia Duncan, 03 de fevereiro de 2019 às 14:17, https://twitter.com/zdoficial/status/1092094818145263617.

[04] Abigail P. Aranha, 03 de fevereiro de 2019 às 14:59, https://twitter.com/AbigailPAranha/status/1092105199861358593.

[05] "A Revolução Femdom", 25 de julho de 2015, A Vez das Mulheres de Verdade, http://avezdasmulheres.blogspot.com/2015/07/a-revolucao-femdom.html; e A Vez dos Homens que Prestam, https://avezdoshomens.blogspot.com/2015/07/a-revolucao-femdom.html.

[06] "De volta à Revolução Femdom", 29 de julho de 2017, A Vez das Mulheres de Verdade, http://avezdasmulheres.blogspot.com/2017/07/de-volta-revolucao-femdom.html; e A Vez dos Homens que Prestam, https://avezdoshomens.blogspot.com/2017/07/de-volta-revolucao-femdom.html.

[07] Paulinha, 01 de fevereiro de 2019 às 16:44, https://www.facebook.com/DeputadaPaulinha/photos/a.256084354897304/572013466637723.

[08] "Em tempos de conservadorismo, decote de deputada é assunto mais comentado da posse em SC", NSC Total, 02 de fevereiro de 2019, https://www.nsctotal.com.br/colunistas/dagmara-spautz/em-tempos-de-conservadorismo-decote-de-deputada-e-assunto-mais-comentado.

[09] "Deputada alvo de ofensas após usar decote responde: 'Inaceitável é a corrupção'", iG, 05 de fevereiro de 2019, https://ultimosegundo.ig.com.br/politica/2019-02-05/deputada-paulinha-ataques-decote.html.

[10] "Deputada de SC criticada por decote entra na Justiça: 'Me senti psicologicamente violentada'", Extra, 08 de fevereiro de 2019, https://extra.globo.com/famosos/deputada-de-sc-criticada-por-decote-entra-na-justica-me-senti-psicologicamente-violentada-23436810.html.

[11] Leonardo P. Fratini, 18 de junho de 2018 às 13:05, https://www.facebook.com/quebrandootabu/posts/1958773677512343?comment_id=1960003247389386.

[12] Abigail Pereira Aranha, 09 de fevereiro de 2019 às 20:30, https://www.facebook.com/quebrandootabu/posts/1958773677512343?comment_id=2390404664349240.

[13] Mua ha ha, 28 de janeiro de 2016 às 09:54, https://twitter.com/Lesbicapeta/status/692677177918275585.

[14] Mua ha ha, 28 de janeiro de 2016 às 09:56, https://twitter.com/Lesbicapeta/status/692677701824614401.

[15] "Shéridan 4545 (Deputada Federal) - Eleições 2018", https://www.eleicoes2018.com/sheridan.

[16] "Deputada quer punição para quem a chamou de 'gostosa' no plenário", Catraca Livre, 07 de agosto de 2017, https://catracalivre.com.br/cidadania/deputada-quer-punicao-para-quem-chamou-de-gostosa-no-plenario.

[17] "Deputada instaura processo após sofrer assédio no plenário", Cláudia, 09 de agosto de 2017, https://claudia.abril.com.br/noticias/deputada-federal-sheridan-chamada-gostosa-processo-assedio-no-plenario.

[18]

O macho recebe uma correspondência. Abre o envelope. Cobre, com as mãos, algumas letras da parava "deputada", fantasiando que seja uma "puta", a remetente. Em seguida, rasga o papel enviado pela "puta". Todos os pequenos pedaços são colocados dentro da calça, esfregados no pau, no saco, nos pentelhos.

Na sequência, o macho junta as partes de papel (e fala do cheiro que eles levam), coloca num envelope e manda de volta para a remetente com a recomendação de que enfie tudo na bunda.

(...) Um estupro remoto, um macho resolvendo as coisas do jeitinho que aprendeu a fazer quando, do outro lado, está uma mulher. Usando a sua "arma pau" pra dominar, subjugar, humilhar a fêmea. Um "estupro educativo".

"Flávia Azevedo: Danilo Gentili e o estupro remoto", Flávia Azevedo, Correio, 03 de junho de 2017, https://www.correio24horas.com.br/noticia/nid/flavia-azevedo-danilo-gentili-e-o-estupro-remoto.

[19] "Nossa pauta não pode ser só delação e Lava Jato. Há meses ninguém discute o Brasil", El País Brasil, 23 de agosto de 2017, https://brasil.elpais.com/brasil/2017/08/18/politica/1503022093_828142.html.

[20] "Papai, aquele moço quer me comer", 15 de julho de 2008, A Vez das Mulheres de Verdade, http://avezdasmulheres.blogspot.com/2008/07/papai-aquele-moco-quer-me-comer.html; e A Vez dos Homens que Prestam, https://avezdoshomens.blogspot.com/2008/07/papai-aquele-moco-quer-me-comer.html.

[21] Olavo de Carvalho, 17 de outubro de 2017 às 03:32, https://www.facebook.com/carvalho.olavo/posts/911387829013292; e 17 de outubro de 2017 às 09:58, https://twitter.com/odecarvalho/status/920257705931083777.

[22] "Amauri Ribeiro, o parlamentar que tomou posse com a mulher sentada em seu colo", Época, 08 de fevereiro de 2019, https://epoca.globo.com/amauri-ribeiro-parlamentar-que-tomou-posse-com-mulher-sentada-em-seu-colo-23436085.

[23] "Direita cristã, acabou! - parte 8: 'Prefeito espanca a filha 'em nome da moral' e é elogiado por internautas', presente do Pragmatismo Político para a direita cristã por ter me ignorado", 30 de novembro de 2015, A Vez das Mulheres de Verdade, https://avezdasmulheres.blogspot.com/2015/11/direita-crista-acabou-parte-8-espanca.html; e A Vez dos Homens que Prestam, https://avezdoshomens.blogspot.com/2015/11/direita-crista-acabou-parte-8-prefeito.html.

[24] "Mangina" é um termo que é a fusão de "man" com "vagina" e é corrente em grupos masculinos antifeministas como a Real no Brasil. O "mangina" é um homem que justifica tudo que uma mulher faz só porque ela é mulher.

Texto original em português sem cartuns de putaria no A Vez das Mulheres de Verdade: "A Revolução Femdom e o feminismo conservador no Legislativo brasileiro", https://avezdasmulheres.blogspot.com/2019/02/revolucao-femdom-e-feminismo-conservador.html.
Texto original em português com cartuns de putaria no A Vez dos Homens que Prestam: "A Revolução Femdom e o feminismo conservador no Legislativo brasileiro", https://avezdoshomens.blogspot.com/2019/02/revolucao-femdom-e-feminismo-conservador.html.
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Qual o valor de θ para que a área da região hachurada seja mínima? O 2º quadro é montagem sobre uma captura de tela do vídeo "Área de Figuras Planas Parte VI: Resolução de Exercícios - Aula 36", do Portal da Matemática. A solução do problema está em https://www.youtube.com/watch?v=vUwZQzQgPkU&t=3m21s (a partir de 03:21). Cléber, obrigada por trazer as caixas. Então, pessoal, quem quiser ficar pra nossa confraternização vai ter o lanchinho que eu comprei. Mas quem não se sentir à vontade, já pode ir pro recreio, pode até ficar mais uns 10 minutos depois. Mas na volta, temos exercício em sala.

Qual o valor de θ para que a área da região hachurada seja mínima?

* O 2º quadro é montagem sobre uma captura de tela do vídeo "Área de Figuras Planas Parte VI: Resolução de Exercícios - Aula 36", do Portal da Matemática. A solução do problema está em https://www.youtube.com/watch?v=vUwZQzQgPkU&t=3m21s (a partir de 03:21).


- Cléber, obrigada por trazer as caixas.

- Então, pessoal, quem quiser ficar pra nossa confraternização vai ter o lanchinho que eu comprei. Mas quem não se sentir à vontade, já pode ir pro recreio, pode até ficar mais uns 10 minutos depois. Mas na volta, temos exercício em sala.

Abigail Pereira Aranha

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O sr. já terá a documentação para começar a sua empresa até amanhã de manhã. Menos tempo que pra o sr. vir do Brasil, hehehehe. Se desejar mais alguma coisa em que eu puder atendê-lo, será um prazer. Governo de Terra Rica. Um país para ter orgulho de ser e prazer de viver.

- O sr. já terá a documentação para começar a sua empresa até amanhã de manhã. Menos tempo que pra o sr. vir do Brasil, hehehehe. Se desejar mais alguma coisa em que eu puder atendê-lo, será um prazer.

Governo de Terra Rica. Um país para ter orgulho de ser e prazer de viver.

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terça-feira, 12 de setembro de 2017

Caso Moranga Bistrô: a militância feminista já está batendo em homens que amam enaltecer mulheres e salvando mulheres feministas dela mesma, porque os conservadores antifeministas só apanham (Ou: Direita cristã, acabou! - parte 33)

Abigail Pereira Aranha

O caso


Moranga Bistrô

30 de agosto de 2017 às 00:58

NOTA AOS CLIENTES:

Boa noite! Gostaríamos de esclarecer uma situação um tanto quanto desagradável que passamos recentemente. Nos chamaram a atenção em relação ao cardápio da casa por possuir duas opções, o masculino e o feminino, um com valor e o outro sem, respectivamente. Quiseram deixar claro que existe um machismo por trás de todo o romantismo que tanto prezamos. Que no caso, não é verdade. Quem nos conhece sabe o quanto nos importamos em oferecer sempre o melhor para cada um de nossos clientes, desde a qualidade até o bem-estar. O Bistrô possui uma culinária francesa e contemporânea, além disso, nosso estilo clássico é inspirado nas cidades mais imponentes de Provence, na França. O romantismo, o cavalheirismo e a arte fazem parte da cultura da nossa casa, assim como tantos outros detalhes que utilizamos para proporcionar uma experiência única e marcante para cada um de vocês. Ou seja, o fato de um de nossos cardápios não possuir o valor, não significa que somos machistas, mas sim, de uma maneira descontraída, querermos simbolizar o cavalheirismo que faz parte da nossa identidade. Esse é o nosso cantinho, onde tudo acontece e tudo é feito com muito amor e carinho. São 15 anos construindo uma relação incrível e participando de grandes histórias. E é por isso que gostaríamos de enfatizar que em nenhum momento tivemos a intenção de menosprezar ou constranger nossas clientes. Pelo contrário, amamos enaltece-las. E para finalizar, qualquer cliente têm o direito de pedir o cardápio normal, caso queira, sem necessidade de constrangimento.

Agradecemos a compreensão, a preferência e esperamos vocês aqui para uma noite especial conosco.

Atenciosamente,

Moranga Bistrô

https://www.facebook.com/morangabistro/photos/a.461337377220702.101740.290683060952802/1583463521674743

Meus comentários

Antes de comentar os comentários no original e de reproduzir alguns deles, eu preciso fazer algumas considerações:

Primeiro, os conservadores apoiaram a Primeira Onda do Feminismo alguns deles sendo mulheres ativistas. Depois, já com um pé na bunda na Segunda Onda, começaram a atacar o Feminismo, mas deixaram que o Ativismo de Direitos Humanos dos Homens começasse como dissidência de homens feministas que se sentiram desprezados pelo movimento. Hoje, quando o máximo de descrédito público para o progressismo é as sandices da extrema-esquerda, eles tentam usá-las para escapar da decadência e da morte em insignificância. Enquanto partidos socialistas conseguiram os poderes executivos de vários países pela via democrática, como no Brasil, na Venezuela e na França, os "libertarians" e os conservadores cristãos estão se reunindo em grupos fechados do Facebook, geralmente as páginas e os perfis de administradores de grupos já foram bloqueados ou apagados quando tinham algumas centenas de milhares de seguidores ou membros. O antifeminismo tem recebido legiões de ninfetas que aprenderam com as avós que sexo é pecado e legiões de rapazes que estão revoltados com a possibilidade de uma mulher ser menos sexualmente mal resolvida do que as avós deles. O antifeminismo tem se tornado o CTI do fundamentalismo católico-protestante sertanejo. E pode morrer com ele.

Mas o tempo de perseguição à direita e aos conservadores cristãos está acabando, pelo menos acabou como era em 2015 ou 2016. No caso do Brasil, essa era a época em que ainda era possível salvar Dilma Rousseff como presidente, então as páginas no Facebook de movimentos pelo impeachment dela tiveram desinscrições sem explicação, postagens apagadas sem aviso e perfis de administradores bloqueados. Hoje, a direita cristã é tão pouco capacitada intelectualmente ou como movimento que não atrai muita atenção dos inimigos. Muito meme, muito clichê e pouca produtividade.

Só que isso tudo não significa o triunfo final da esquerda sobre a direita. O movimento esquerdista como o conhecemos é, em primeiro lugar, dos parasitas contra as pessoas produtivas, dos intelectualmente medíocres contra os inteligentes. Quando os ativistas típicos de esquerda chegarem a qualquer lugar, ao contrário da eutopia marxista onde os trabalhadores desfrutam do próprio trabalho, eles saberão que estão onde não merecem, nem tecnicamente nem moralmente; eles saberão que não merecem os bens que ganham nem os louvores que recebem; eles saberão que não podem deixar um país melhor do que aquele que tinham no começo. Tudo isso mesmo que não haja ninguém para dizer isso além do sussurro da verdade nos seus próprios inconscientes. Por isso um país governado por esse tipo de pessoas ou mesmo o interior de um coletivo delas é também um front de guerra contra a sanidade e a grandeza. Eles vão acabar, como se diz, jogando pedra na Lua.

Neste caso, o restaurante foi conservador ou feminista? As duas coisas. A nota diz que a administração ama enaltecer as mulheres. Isso é conservador ou feminista? As duas coisas. Mas o restaurante foi criticado por mulheres feministas pelo pressuposto conservador. Alguns comentários dizem que o cavalheirismo é um outro nome para o machismo.

E os conservadores só se manifestam para apanhar. Um dos comentaristas, conservador, disse que é obrigação do homem paparicar a esposa pagando a conta, enquanto ele critica os guerreiros da justiça social (SJW). E ele apanha em 2017 das mulheres que ele acha que deviam estar nos anos 1930. Alguns comentaristas disseram que o dono do restaurante é livre para fazer essa besteira e as "feminazis" podem ir a outro restaurante em vez de reclamarem. Dois anos atrás, o restaurante Ramona, na região central de São Paulo, também fez dois cardápios, o do homem tinha os preços 30% mais caros que os da mulher, com o argumento ridículo de que as mulheres ganham menos pelo mesmo trabalho. Isso foi liberdade também? E esse mês de agosto daquela postagem do Moranga não foi o mesmo em que o Google demitiu um funcionário por um texto "sexista" em um fórum interno? Por que a liberdade capitalista só aparece para defender o esquerdismo? Por que o liber-otário só consegue defender o livre mercado em grupo fechado no Facebook ou em um domínio pago via financiamento coletivo?

Entre os gracejos, um rapaz chamou a mulher feminista de "animal peludo". Já escrevi em maio do ano passado que bater nesses espantalhos ia acabar mal. Ou melhor: isso já tinha feito alguns liberais-conservadores quebrarem a cara dentro de um grupinho secreto deles mesmos. Também tivemos alguns comentaristas dizendo que as feministas são desocupadas, são infelizes, devem ser ignoradas, etc. Mas a direita cristã brasileira não consegue fazer um jornal impresso. Melhor: a direita cristã brasileira mal consegue aprovar uma ideia legislativa na página da Câmara dos Deputados. Enquanto isso, todo esse rebuliço, inclusive a própria nota do restaurante, foi sinal de que a militância feminista consegue resultados mesmo dizendo e fazendo sandices. Então, esse teatro de desprezo superior seria um, como diria o Olavo de Carvalho, "peidei no dildo delas".

Visto que a grande oposição ao esquerdismo no Brasil é isso, a libertação de algumas mulheres do LGBT-Feminismo vai ser um trabalho... da militância feminista. Uma mulher lá disse que se considerava feminista até ver esse tipo de picuinhas do movimento. Uma outra mulher disse que se considera feminista, mas esse tipo de situação tira a credibilidade do movimento.

Bem, meus amigos e minhxs inimigxs, agora eu deixo uma seleção de comentários para vocês verem o que eu disse. Um abraço hétero.

Lesbofeministas dizendo que o galanteio foi machismo


Larissa Gouveia O tal "cavalheirismo" é apenas mais uma tô romantização do machismo.

2017 já, meu anjo, e cês querendo falar de "cavalheirismo"

30 de agosto às 21:41


Jane Ciambelli Além de machista é bem cafona essa ideia que mulher não pode saber o preço.

30 de agosto às 21:45


Mariana Camelo Por isso que nunca fui nem quero ir nesse negócio. Deixem de passar vergonha, isso é 2017, mulher nenhuma tem que depender que homem pague a conta. Cavalheirismo é o velho "sou machista mas disfarço de gentileza".

30 de agosto às 22:05


Bárbara Guerra Cavalheirismo é a palavra bonita que os homens tentam dar ao machismo. Muito homem acredita que pagar a conta ou a mulher nem saber o preço é porque ela não pode pagar ou isso faz dela objeto dele. É machismo sim. Existe a proposta? Ok. Mas por outro lado tem o código do consumidor, se não tiver preço é de graça. Se for com uma amiga jantar, duas mulheres, a gente não paga então? Ótimo! E outra romantismo só é direito de casal heterossexual? E casais de duas mulheres? Não recebem cardápio com preço?

30 de agosto às 22:34


Letícia Costa Romantismo é escrever carta de amor. Isso é machista pra caralho!

Quem deduz quem paga a conta no meu relacionamento? O patriarcado?

31 de agosto às 05:04


Millene Haeer quero uma nota de esclarecimento para esclarecer essa. negócio de romantismo. foi reprodução de machismo e vocês estão apenas dizendo que vão continuar com isso. romantismo seria os homens entenderem que são, sim, privilegiados em diversos aspectos e lutarem ao lado das mulheres para conseguirmos igualdade de direitos.

31 de agosto às 06:17


Daniela Cardoso Olha o discurso de vcs:

"Nos acusaram de machismo mas não é verdade porque prezamos pela qualidade e bem estar de nossos clientes"

Primeiro, praticar machismo não tem nada a ver com qualidade dos alimentos ou com o bem estar físico dos clientes.

Vocês simplesmente FUGIRAM DO TEMA.

A questão é a IGUALDADE.

Quando meu esposo e eu saímos pra jantar quem "paga" sou eu porque sou eu que fico com todos os cartões de débito/crédito, sejam os meus como os dele.

Acordem, estamos no século XXI, romantismo é uma outra coisa.

Mulheres também querem saber o preço das coisas, discutir com seus companheiros o preço de um prato ou uma bebida, de fazerem suas escolhas.

E na França os menus tem preço e a conta chega na mesa. Pra tod@s!!!!!

31 de agosto às 06:33


Rafaela Daniel Não sabia que machismo agora tinha outro nome?

31 de agosto às 08:43


Mayara Cristine gente, to chocada com tamanho absurdo! não sei se me impressiona mais a atitude machista do restaurante ou os comentários machistas despejados aqui. aquele tipo de coisa que você não imagina que vai ver em pleno século 21.

31 de agosto às 09:02


Carolina Durães Que nota ridícula. Vocês só reforçaram o machismo que desastradamente chamam de romantismo. Nada do que tem nessa nota explica o absurdo da discriminação de gênero praticada e, o que é pior: vocês sequer refletiram diante da crise. Vocês estão na era medieval. Não adianta ter um menu contemporâneo e ter práticas tão retrógradas.

31 de agosto às 16:21

Mulheres que não gostaram do galanteio


Taiane Ramos Athayde Podiam só pedir desculpas e jogar os cardápios no lixo, fica a dica

30 de agosto às 21:45


Jessica Mylena Tai sempre escrevendo com caneta de ouro!

31 de agosto às 00:57


Clara Carneiro E pra ir sozinha, é vetado ou é de graça??? Isso não é gentileza, isso pressupõe que queiramos ser tratadas assim. Não queremos!

30 de agosto às 22:15


Aparecida Nascimento Vamos boicotar essa birosca ??????

30 de agosto às 22:55


Bárbara Guerra Meu povo ninguém tá condenando o romantismo de ninguém não. O problema não é isso. Vocês sabiam que nesse restaurante se duas mulheres quiserem jantar eles não deixam? Só se um homem estiver junto? Está sendo condenada o comportamento do restaurante pq está excluindo casais lésbicos ou até duas amigas de jantarem lá. Isso que não é legal.

30 de agosto às 22:58


Fernanda Guilherme Eu to pra ver alguém assumir o erro com: sim, fomos machistas e não percebemos, vivendo e aprendendo, nos desculpem. Sempre tem uma desculpa por trás. Assumindo o erro e dando nome a ele seria tao mais digno.

31 de agosto às 08:13


Rafaella Barrocas Moranga Bistrô foi se justificar, só piorou.. antes tivesse só pedido desculpas

31 de agosto às 08:42


Cleide Madeiro Meninas, pelo visto eles não se retratar, então vão lá na página, avaliem como péssimo e falem o motivo, a qualquer momento eles podem apagar essa nota aí some todos os nossos comentários, já na avaliação da página, só se eles fizerem outra, além da nota ir lá para baixo.

31 de agosto às 12:44


Nataly Lobo de Medeiros Cavalheirismo,romantismo? Me poupe,nos poupem...Assim como eu muitas mulheres são independentes e não precisamos de homem nenhum para pagar nossa conta... Ridículo vocês

31 de agosto às 17:43


Maíra Bosi É tão mais bonito quando a empresa só admite que errou e conserta o erro. Ficar se explicando nesse caso só demarcou ainda mais a atitude machista... Uma pena... Perderam uma grande chance.

31 de agosto às 20:01

Liberais-conservadores chegando para apanhar


Eric Dias O restaurante tem dono e lá só entra quem o dono quiser.

30 de agosto às 23:52

Bárbara Guerra Eric Dias

"Recusar ou impedir acesso em estabelecimento comercial, negando-se a servir, ou atender algum cliente constitui crime. Isso é preconceito ou discriminação. Há lei específica sobre discriminação e preconceito. Veja art. 5 da L. 7716/1989"

30 de agosto às 23:56


Wendell Bertoldo Para quem não entendeu ainda, qualquer cliente têm o direito de pedir o cardápio normal.

1 de setembro às 14:31


Natasha Chaves Medeiros Já é um constrangimento que eu, uma mulher adulta, tenha que pedir, o que vocês mesmos chamaram, de "cardápio normal", pra saber o fucking preço da comida.

Essa nota foi só um grandiosíssimo tolete #pas

No mais, levarei todas as minhas amigas praí e, se não tiver preço, vamos comer de graça mesmo, quero ver quão longe vai o "romantismo" de vocês.

31 de agosto às 16:02

Será que vai parar no PROCON?


Xelle Melo Alô amiga, empoderada, do Procon, Cibele !!!

30 de agosto às 23:09

Rafael Gomes de Oliveira PROCON? Eu pago impostos pro PROCON cuidar de cardápio feminino de restaurante? Meu Deus, que pais bosta com gente bosta eu vivo...

31 de agosto às 06:55


Cibele De Assis Moura Que absurdo. Já fui nesse restaurante mas não tinha visto essa marmota. Eles tentaram amenizar mas conseguiram foi piorar... Machismo escancarado e uma clara infração as leis consumeristas. Moranga nunca mais!

31 de agosto às 12:12

Cibele De Assis Moura Vou fazer a denúncia pra fiscalização.

31 de agosto às 12:13

Xelle Melo Amiga, tive a mesma sorte que você, não vi esse absurdo, quando fui.

31 de agosto às 13:25

Leio mais uma lesbofeminista e deixo a minha piadinha


Cris Lessa Às mulheres que dizem que estamos de vitimismo e mimimi: no dia em que forem estupradas, assediadas, apanharem dos seus companheiros ou sofrerem qualquer tipo de abuso, nós feministas que ficamos de mimimi ajudaremos vcs. Continuem enaltecendo machos escrotos e atitudes feito essas contra nós, que aí vcs vão perceber que não estamos com mimimi e que somos vítimas sim!

31 de agosto às 06:08


Abigail Pereira Aranha Cris Lessa, o dia em que você for estuprada por um negro, nós da Ku Klux Klan ajudaremos você.

10 de setembro às 21:06

Cris Lessa Mas é abestalhada mesmo essa Abigail Pereira Aranha. Caga pelos dedos tbm não é, queridinha!!

10 de setembro às 21:16

E se um casal lésbico for lá?


Erika Ludmila Melhorem, Bistrô. Eu iria reclamar na hora.

E se eu fosse aí com a minha namorada? Quem iria pagar a conta, hein?

31 de agosto às 08:05


Maria Luísa Sá "Cavalheirismo" é um nome bonitinho para "machismo".

31 de agosto às 08:08


Marília Oliveira Vamos lá: "cavalheirismo" advém de cavalheiro. Então só os homens podem ser românticos e pagar a conta? Oferecer o melhor para os clientes é desautorizar a fala de uma cliente mulher, incomodada com o machismo dessa atitude? Se uma mulher foi ao restaurante e se sentiu incomodada com o absurdo de um cardápio sem preço, o mínimo que vcs deviam fazer era acolher essa crítica e reconhecer o machismo implícito nessa atitude, e não dizer expressamente que "não é verdade". Aconteceu, é verdade. Ou, além de não poder pagar a conta, a mulher mente e se dói com o que não existe? Vcs são ridículos

31 de agosto às 08:10

Marília Oliveira E a Érika, aí em cima,fez uma ótima pergunta: se eu for com minha mulher, quem paga a conta? Romantismo é só pra hetero?

31 de agosto às 08:11


Bya Medeiros Aahhhh mas q legal, então se eu for c minha namorada n pagamos? Pedimos a algum macho pra pagar, tlz o garçom...? Mto romântico isso! Será que tem cardápio pra sapatão??? Pq o sem preco é machista, vulgo anormal e o com preco é normal... Gostei dessa particularidade... Às vezes é melhor não tentar explicar a cagada feita, um simples "desculpem-nos" teria sido inteligente e respeitoso!!!

31 de agosto às 00:54

Eu me considerava (ou ainda me considero) feminista, mas estou vendo a luz no meio das trevas


Daniela Cedro Achei desnecessário das duas partes.

Tanto do restaurante, quanto de quem se pronunciou.

Feminismo, não é mimi, tem que ser levado a sério. Se uma pessoa começa a reclamar de bobagem, tira a seriedade do nosso movimento.

31 de agosto às 10:19


Isabel Eickmann O movimento é sério, mas acho que o feminismo vai das pequenas causas até as maiores. No caso, sinceramente, também não me importei tanto. Já jantei lá e gosto. Mas entendo a luta pela mudança de visão que precisa rolar, sabe?

31 de agosto às 10:23


Bruna Carvalho Se isso é "bobagem" pra você, "sério" é o quê?! Algo que envolve violência física ou morte?!

31 de agosto às 16:02

Daniela Cedro Sem comentários Bruna. Não sou adepta a fazer confusão.

Talvez vc precise ler novamente minha postagem e perceber que precisamos levar a sério o movimento feminista e não transformá-lo em mimimi.

Tem coisas que basta conversar que se resolve sem precisar postar na internet.

Sou feminista e levo a sério o movimento.

31 de agosto às 18:18


Jardélia Esteves tanta gente sendo estrupada, maltradada, espancada no mundo e vocês se preocupando com restaurante.

Eu me julgava feminista, mas ser aquela que ignora tudo que aprendeu sobre o cavalheirismo não dá. Cavalheirismo é diferente de ser machista. Mulheres gostam de homens romanticos; mas ao mesmo tempo criticam isso. "Não abre a porta do carro, sei fazer isso."

Mesmo se vocês forem lésbicas, vão gostar de demonstração de afeto de suas parceiras assim como muitos homens tentam.

Hoje vejo o "nojo" do feminismo que muitos tem.

5 de setembro às 12:36

Peidei no consolo delas


Josias Ferreira Neto Essas feminazis só sabem passar vergonha mesmo! Quando eu for à Fortaleza, faço questão de conhecer este restaurante, levar minha esposa, abrir a porta do carro e do restaurante para ela, puxar a cadeira para ela sentar, pagar a conta sem que ela precise saber do preço. Essas sem-noção estão com a carteirinha vencida, não sabem como uma mulher de verdade deve ser tratada, porque nunca serão.

1 de setembro às 13:04


Arthur Luiz Tavares Aos donos do estabelecimento eu apenas lembro: esse povo SJW que "xinga muito na internet" não consome. Esse pessoal só procura pelo em casca de ovo para "lacrar muito" com seu grupinho fechado.

Qualquer homem que se preze sabe que pagar a conta é a sua obrigação. E toda mulher que é bem tratada dá o devido valor a este tipo de gesto.

É uma pena que eu more em Santa Catarina e não possa ir hoje mesmo ao restaurante. Mas certamente vocês já estão no roteiro para a próxima visita ao Ceará.

31 de agosto às 19:21


Daniel Donatangelo Que diferença faz é sempre o homem que paga,claro quem vai levar um animal feminista peludo pra jantar,ninguém imagino

1 de setembro às 11:21

André Custodio Liga não. É coisa das feministas que não trabalham e não tem o que fazer da vida, daí ficam o dia inteiro procurando confusão na internet

1 de setembro às 11:23

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