terça-feira, 5 de maio de 2015

O fim dos direitos humanos

Abigail Pereira Aranha

No mês passado, tivemos no Brasil aquele caso da travesti Verônica agredindo a vizinha[1], e aquilo foi só uma encenação caricata do ponto em que chegamos: os seres humanos, em termos sociopolíticos, foram extintos. Aliás, foi-se o tempo em que os antiesquerdistas tinham de se preocupar com as comissões de Direitos Humanos. Hoje em dia, seres humanos somos nós, antissocialistas e trabalhadores honestos, sem representação no governo fora poucos indivíduos.

No exemplo daquele caso, em quase todas as abordagens que foram feitas, ou foi uma idosa agredida por um homem (que até LGBT deixou de ser), ou foi um travesti agredido por policiais. Em ambas, não havia seres humanos envolvidos. Na segunda abordagem, há a corrente nas redes sociais #SomosTodasVeronica tratando a tal Verônica como vítima da violência da homofobia e da polícia, mas só nós antissocialistas comentamos sobre outro travesti agredido pelo primeiro exatamente enquanto protegia a senhora idosa.

Ah, e aqui eu esclareço uma ironia que eu faço desde o ano passado sobre o então projeto de lei contra o feminicídio e que alguns feministas parecem não ter entendido: que esta lei faria matar uma mulher pior do que matar um ser humano. No mês anterior, foi aprovada esta lei. A própria justificativa diz que entre 2000 e 2010, 43,7 mil mulheres foram assassinadas no Brasil[2]. Mas no mesmo período, a média de assassinatos de homens em um único ano foi perto disso. Isso significa que matar uma mulher, para os esquerdistas no poder, é realmente pior que matar um ser humano.

No Brasil, já temos delegacias específicas para mulheres, para idosos e até para LGBT's, motivadas por 300 e poucos assassinatos de homossexuais por ano. Logo, quando ocorrer uma agressão, temos que saber se foi de um homem contra uma mulher, de um branco contra um negro, de um heterossexual contra um homossexual, de um jovem contra um idoso, de um adulto contra um adolescente. Porque a violência contra seres humanos está em extinção. Temos de saber isso para determinar para qual delegacia levar o caso entre várias delegacias diferentes. Para de lá ser julgado segundo um conjunto de leis entre vários diferentes e receber uma sentença que seria diferente se agressor e vítima fossem trocados. O artigo da nossa Constituição que diz que todos são iguais perante a lei já foi pro saco.

Mas isso não é só na área criminal. Vejamos os ônibus da nossa rotina casa-trabalho (alguns brasileiros que são contra o governo PT usam o transporte coletivo, hehehehe): eles têm assentos reservados para idosos e deficientes físicos, e o motorista não dá partida no veículo até que esses passageiros estejam bem acomodados. E estes passageiros, mais os acompanhantes dos deficientes físicos e mentais, não pagam passagem. E os passageiros seres humanos podem passar a viagem metade deles em pé, por mais de uma hora, mais de quatro deles em um metro quadrado, sacudidos em cada curva, freada ou arrancada, tudo isso pagando uma passagem que pode passar de um dólar. E enquanto as empresas de ônibus têm metas de veículos com elevadores para deficientes, as reclamações dos usuários pagantes costumam ser ignoradas até pelos técnicos planejadores do sistema de transporte coletivo.

Nossa, como fui me esquecer? O vereador de Fortaleza Carlos Dutra, de um partido aliado ao governo federal, o PROS, fez um projeto de lei tornando os assentos dos ônibus da cidade todos preferenciais também para mulheres[3]. E em outras cidades do Brasil e do mundo desenvolvido, já existem ônibus, vagões e trens exclusivos para mulheres. Mais dignidade para as mulheres, menos dignidade para os seres humanos.

Os ativistas do mundo onde os homens são inimigos das mulheres, os brancos são inimigos dos não-brancos, os heterossexuais são inimigos dos homossexuais, são eles mesmos sociopatas ou sem humanidade, tanto os que têm algum projeto de poder quanto o séquito desses. Por isso, não apenas eles não conseguem pensar em seres humanos vivendo em união, eles também não levam a sério os próprios grandes grupos em que eles dividiram a humanidade. Isso é visível em quatro situações. A primeira, por exemplo, é que os feministas ignoram ameaças de agressão, de morte e de estupro contra mulheres antifeministas, isso quando não as fazem eles mesmos. A segunda, por exemplo, é que um grupo de lésbicas negras pode "xingar" um gay militante esquerdista que discorda delas de homem e branco[4]. A terceira é que os ativistas do bem são os mesmos da misantropia mal disfarçada de ambientalismo. Por exemplo, os amigos brasileiros já viram a campanha para economizar 30% de água e de energia elétrica? A população do Brasil foi de 143,3 milhões em 1990 para 186,5 milhões em 2010. Isso dá um aumento de cerca de 30% em 20 anos. Do primeiro mandato do Fernando Henrique Cardoso até hoje, também são 20 anos, juntando o governo federal do PT com o da oposição fajuta PSDB. Não são umas coincidências interessantes?

Pelos três casos anteriores, a democracia como decisão da maioria e respeito à minoria vencida não pode significar grande coisa para estes humanistas. Isso nos leva à quarta situação: os ativistas de esquerda podem ser contrariados pelos supostos representados e dar de ombros, mesmo em uma democracia formal. Dois casos. No primeiro, "Maioria da População Brasileira é CONTRA o Projeto de Lei que Tipifica o Feminicídio"[5]. No segundo, a matéria da Tribuna do Ceará sobre aquele projeto de lei que determina assentos preferenciais para mulheres nos ônibus de Fortaleza tem uma enxurrada de comentários de mulheres contrárias ao projeto, e algumas dessas mulheres contrárias respondem a outras mulheres feministas que são a favor[6]. Pensando bem, vou dar mais um caso, quem não é do Brasil talvez não acredite que eu esteja falando sério: depois de uma pesquisa em que apenas 7% da população aprovava o governo da (ainda) presidente Dilma Rousseff e às vésperas do último grande protesto de rua em centenas de cidades do país (12 de abril), o governo faz uma campanha publicitária dizendo que os que iriam às ruas não estavam satisfeitos com 36 milhões de brasileiros saírem da pobreza. Estes 36 milhões são 18% da população brasileira, portanto, segundo o Partido dos Trabalhadores, 22 milhões de brasileiros ex-pobres estavam, como diríamos no Brasil, cuspindo no prato em que comeram.

Não é que nós fomos desumanizados. É que ser um ser humano agora é pouco.

NOTAS:

[1] Os leitores não-brasileiros podem ver o caso em http://noticias.r7.com/sao-paulo/eu-abri-a-porta-e-ela-disse-que-ia-me-matar-diz-idosa-agredida-por-travesti-em-sao-paulo-22042015.

[2] "Lei do Feminicídio será sancionada nesta segunda-feira, diz Dilma", Agência Brasil, 08 de março de 2015, http://agenciabrasil.ebc.com.br/politica/noticia/2015-03/dilma-diz-que-lei-do-feminicidio-sera-sancionada-amanha.

[3] "Mulheres, obesos, idosos e deficientes terão preferência em todos os assentos de ônibus", Tribuna do Ceará, Fortaleza, 27 de junho de 2014, http://tribunadoceara.uol.com.br/noticias/cotidiano-2/mulheres-obesos-idosos-e-deficientes-terao-preferencia-em-todos-os-assentos-de-onibus.

[4] O leitor pode ver um caso em https://www.youtube.com/watch?v=_-Z-EPGpbnk.

[5] O amigo Charlton Heslich Hauer comenta isso em http://sexoprivilegiado.blogspot.com.br/2014/01/maioria-da-populacao-brasileira-e-contra-o-projeto-de-lei-que-tipifica-o-feminicidio.html.

[6] Eu fiz uma seleção em http://avezdasmulheres.blog.com/2014/06/29/assentos-preferenciais-para-mulheres-nos-onibus-de-fortaleza.

sábado, 2 de maio de 2015

A Sociedade dos Garotos - parte 4: Você sabe mesmo o que é ser homem?

Abigail Pereira Aranha

Pela primeira vez na história do blogue A Vez das Mulheres de Verdade, vou dizer uma coisa boa sobre as mulheres: elas não mentem para si mesmas nem acreditam na própria mentira. O que elas podem estar fazendo é mentir para um público que acredita nas mentiras que elas contam ou que, mesmo não acreditando, vai reagir como convém a elas. O desequilíbrio mental aparente da maioria das mulheres (misturado com um pouco de desequilíbrio mental real) é um meio de ação em uma sociedade que elas sabem que o tolera. A Marcha das Vadias é literalmente uma imagem disso: elas fecharam ruas para fazer passeata seminuas, em uma das vezes invadindo uma igreja católica no Brasil, não porque a sociedade ocidental seja tão hostil às mulheres quanto elas dizem, mas porque sabiam que podem usar a emasculação ou o bom caráter dos homens comuns para sufocar ainda mais restos de coragem e questionamentos públicos como a fala do policial do Canadá que supostamente foi causa da marcha por quatro anos seguidos até no outro lado da América.

Pela primeira vez na história do blogue A Vez das Mulheres de Verdade, vou dizer uma coisa negativa sobre os homens: são eles (ou a grande maioria deles) os que mentem para si mesmos e acreditam na própria mentira. A mentira faz parte da vida da maioria das mulheres, mas é o todo da vida da maioria dos homens. As mulheres têm tanta noção da própria individualidade que, num extremo, até mulheres destacadas socialmente e profissionalmente podem passar mais de meia hora seguida falando banalidades de si próprias; no outro, podem recorrer à prostituição ou ao trabalho na pornografia na falta de outra opção de renda porque sabem que o próprio corpo as distingue dos homens e pode interessar a eles (e, rapazes, vamos dizer a verdade: bordel tem muita mulher que é bagaço).

Aliás, se homem é um indivíduo humano do sexo masculino, já começamos mal por aí, na individualidade. Vamos a alguns exemplos:

Constituir família. Um homem é considerado homem de verdade, inclusive por outros homens, justamente quando ele se enterra em uma família. Ele não era visto como homem maduro quando não morava com os pais mas era solteiro e tinha sua rotina de trabalho ou estudo, seu hobby e, talvez, até sexo casual. Um homem com família é marido, pai, provedor, mas não é homem. Hoje em dia, podemos ver isso numa imagem grotesca: uma família onde pai, mãe e filhos trabalham, a mãe tem o dinheiro dela, os filhos morando na mesma casa têm o dinheiro deles, mas o dinheiro do pai é de todos.

Guerra e valentia. Está certo que a imagem de um guerreiro como símbolo de masculinidade está um tanto fora de moda. Mas um homem mostra que é mais homem enfrentando outro?

Ideia de sucesso. Qualquer paspalho com muito dinheiro, destaque social, uma bela esposa e, talvez, algumas vadias de bônus, é considerado bem sucedido por muitos outros homens. O pior está aí: que homens comuns tenham como ícone um outro homem que eles mesmos sabem que não tem brilho próprio. Também porque mesmo herdeiras com inteligência medíocre ou marias-gasolinas notórias (esclarecendo para quem não é do Brasil, "maria-gasolina" é uma mocinha que só "se oferece" para homens que têm carro) têm ou pelo menos fingem ter qualidades intelectuais, profissionais ou artísticas.

Força, disciplina e castidade. É quase universal entre os homens chamar de disciplina, que é dedicação consciente e organizada para um objetivo nítido, o que não passa de submissão irracional e autossadismo que compõem um estilo de vida sem perspectivas pelo menos durante a sua expectativa de vida. E a perseverança e a paciência, que são a espera incontornável na verdadeira disciplina, se transformam em valores por si mesmos na falsa disciplina, em espera pelo nada, pelo arrependimento, pela ingratidão ou mesmo por uma vida ainda pior. A falsa disciplina até hoje transforma vidas laborais inteiras de homens honestos em tempo e saúde perdidos sustentando comunidades ingratas, chefes cretinos e vacas nunca satisfeitas. A castidade é parte da falsa disciplina, é desacordo entre a mente e o corpo, é confusão da própria mente e também é fobia (medo e aversão) de mulheres que lembrem o que é uma mulher feminina de verdade.

"Proteção" das filhas e irmãs. Ter "poder" sobre outros sem ter poder pessoal é ser gerente. Se os homens mandassem no mundo como os feministas dizem, eles estariam certos em dizer que reprimir a vida sexual feminina é opressão machista. Mas o que um valentão ganha afugentando outros homens de perto da irmã ou da filha além de boicotar a vida sexual do semelhante, tentando fazer a vida dele tão infeliz quanto a sua própria? Este zelo mais a falsa disciplina que inclui a castidade são mais do que o horror ao prazer, são a inimizade real contra o bem-estar de quem não ame a miséria. Condenar o hedonismo é um disfarce para a inveja da ereção do semelhante.

Cuidado com os pais. Como a tendência é as mulheres viverem mais que os homens, os filhos de pais idosos vão cuidar mais tempo da mãe que do pai. Quando a mãe idosa (pode ser o pai, ou ambos) estiver com saúde fraca, o filho ou paga alguém para cuidar dela ou vai adaptar a vida dele como um todo para levar a mãe ao hospital todo mês. Se esse filho consegue trabalhar, vai gastar uma boa parte do salário cuidando da doença da mãe. Da doença, porque a saúde já era.

O fora do trabalho. O que faz um homem na folga ou no fim de semana? Quando não é um iluminado como nós (hehehehe!), ele quase sempre está fazendo serviços domésticos, passeando com a esposa e os filhos desagradáveis, bebendo cerveja, paquerando vadias ou consumindo lixo cultural. Conversas de amigos homens em uma mesa de bar até costumam ter mais coisas inteligentes e de relevância geral que conversas de mulheres, mas a maior parte delas é sobre futebol, vadias, piadas idiotas e ninharias. E mesmo quando um daqueles homens diz alguma verdade sobre um assunto sério, em geral a traz como uma opinião pessoal, quase como se pedisse desculpas.

Talvez não tenha ficado claro o que isso tudo tem a ver com ser homem, então vou dar um exemplo: uma certa Ruth Manus, colunista do Estadão, se apresenta no blogue dela dizendo que é "advogada e professora universitária. Lê Drummond, ouve pagode, ama chuchu com bacon e salas de embarque. Dá risada falando de coisa séria. Não perde um XV de Piracicaba contra Penapolense por nada. Sofre de incontinência verbal, tem medo de vaca e de olheiras, que nem todo mundo". É uma egolatria patética e nojenta, mas é um senso de individualidade. Homens dificilmente mostram essa individualidade, e a maior parte da exceção é de afeminados.

Esta destruição da individualidade masculina vem da violência irresponsável que as vacas insanas com horror a sexo chamam de educação, que inclui apologia à estupidez, criticismo permanente, depreciação da heterossexualidade e, pra completar, incoerência. Cercado de homens que são frouxos servis ou pré-hominídeos estúpidos, não é fácil para o menino associar o ser homem a ter identidade como indivíduo ou mesmo a ser diferente do pior do reino animal. Se o menino só encontrar, fora isso, grupos de babacas cujos assuntos principais são álcool, futebol e vadias, ele vai ou tentar se enturmar na masculinidade estupidificada, ou repudiar qualquer coisa que leve o nome de masculinidade e, por acaso, a própria masculinidade verdadeira, o que quer que isso signifique.

Até mesmo muitos homens antifeministas e antissocialistas ajudam a associar não ser um bobão a ter modos de ogro ou tentar ser o patriarca do século XIX. Aliás, quando um homem exalta o ascetismo e a criação "rígida" da mãe típica de meados do século XX ou da sua em particular, acaba mostrando exatamente, como exemplo próprio, o estilhaçamento lógico, moral e psicológico da identidade masculina e humana dos meninos que recebeu da família.

Questo testo in italiano senza filmati di dissolutezza in Men of Worth Newspaper / Concrete Paradise: La Società degli Ragazzini – parte 4: tu sai davvero cosa è essere un uomo?, http://avezdoshomens2.blog.com/2015/05/09/la-societa-degli-ragazzini-parte-4
Questo testo in italiano con filmati di dissolutezza in Periódico de Los Hombres de Valía / Paraíso Tangible: La Società degli Ragazzini – parte 4: tu sai davvero cosa è essere un uomo?, http://avezdoshomens2.blogspot.com/2015/05/la-societa-degli-ragazzini-parte-4-tu.html
Eso texto en español sin peliculas de putaría en Men of Worth Newspaper / Concrete Paradise: La Sociedad de los Chiquitos – parte 4: ¿usted sabe realmente lo que es ser un hombre?, http://avezdoshomens2.blog.com/2015/05/09/la-sociedad-de-los-chiquitos-parte-4
Eso texto en español con peliculas de putaría en Periódico de Los Hombres de Valía / Paraíso Tangible: La Sociedad de los Chiquitos – parte 4: ¿usted sabe realmente lo que es ser un hombre?, http://avezdoshomens2.blogspot.com/2015/05/la-sociedad-de-los-chiquitos-parte-4.html
This text in English without licentiousness movies at Men of Worth Newspaper / Concrete Paradise: The Little Boys Society – part 4: do you really know what’s being a man?, http://avezdoshomens2.blog.com/2015/05/09/the-little-boys-society-part-4
This text in English with licentiousness movies at Periódico de Los Hombres de Valía / Paraíso Tangible: The Little Boys Society – part 4: do you really know what’s being a man?, http://avezdoshomens2.blogspot.com/2015/05/the-little-boys-society-part-4-do-you.html
Texto original em português sem filmes de putaria no A Vez das Mulheres de Verdade: A Sociedade dos Garotos – parte 4: Você sabe mesmo o que é ser homem?, http://avezdasmulheres.blog.com/2015/05/02/a-sociedade-dos-garotos-parte-4
Texto original em português com filmes de putaria no A Vez dos Homens que Prestam: A Sociedade dos Garotos – parte 4: Você sabe mesmo o que é ser homem?, http://avezdoshomens.blogspot.com/2015/05/a-sociedade-dos-garotos-parte-4-voce.html
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sexta-feira, 1 de maio de 2015

Desfrute a conquista do ódio, lésbica cretina

Abigail Pereira Aranha

As pessoas mais admiráveis que você conhece são as que tratam o respeito dos outros a elas como algo que elas devem se esforçar para merecer. E as pessoas mais desprezíveis que você conhece pensam que esse respeito é uma obrigação dos outros que elas mesmas não têm.

Os feministas usam o termo "misoginia" para dizer que mulheres não devem ser contrariadas, criticadas e muito menos desmoralizadas façam o que fizerem, não para designar o ódio de homens contra a mulher. Para dar um exemplo, qual sociedade na historia mundial deixou de criminalizar o estupro, pelo menos o das próprias mulheres? No máximo, algumas tribos glorificam o estupro de mulheres de fora. Então por que as feministas procuram o estuprador em série que é isolado até nos presídios nos homens honestos que viajam entre a casa e o trabalho no transporte público? Porque elas sabem que os homens ocidentais típicos são homens de bem e querem abusar disso. Elas não querem direitos nem respeito, querem primazia. SEMPRE quiseram. Mesmo as facções do Feminismo mais amigáveis aos homens respeitam os homens porque elas mesmas reivindicaram o direito de decidir quanto respeito eles merecem, não porque os homens tenham direito de serem respeitados. Por isso, todos os feministas enxergam mais valor e autoridade em qualquer lésbica de inteligência mediana sem luz própria fora do movimento do que no mais nobre e mais brilhante dos homens. Então, quem diz que denuncia a misoginia tem participação direta na ginofobia e na misoginia, não no fim delas.

Só que eu me lembro de ter lido na internet alguma feminista dizer que a mulher é meiga por imposição do patriarcado, foram seis vezes. Mas não é só na militância feminista que está o problema. É comum uma mulher achar incômodas a gentileza, a solicitude e mesmo o cavalheirismo dos homens, várias já escreveram que acham isso. Essas mulheres que são júri dos homens até na amabilidade têm elas próprias um "jeito de ser" que elas acham ofensiva a própria sugestão de mudar minimamente. As amizades entre mulheres e homens heterossexuais em geral são mimos para as mulheres em troca de quase nada para os homens. Mesmo entre as mulheres cristãs tradicionalistas, o combate ao Feminismo se resume a não ser tosca e acusar as feministas de promover a putaria. Essas mulheres não mostram tanta simpatia ou tanto conteúdo a mais e por isso podem estar sentindo o isolamento dos homens e o desinteresse deles pelo casamento, mesmo que estes homens percebam que elas não são como as lesbonazistas.

É uma publicidade falaciosa dizer que um mundo melhor para a mulher é melhor para todos. A recíproca é verdadeira, cai na armadilha quem confunde a afirmação "todo A é B" com a recíproca "todo B é A". Combater a rara misoginia real, a misoginia imaginária e o antifeminismo crescente faz um mundo pior para (quase) todos em troca de nada. Para um exemplo rápido, ficando só no caso do Brasil, leis que fazem agredir uma mulher ser mais grave que agredir um ser humano e delegacias específicas para mulheres ajudam a transformar o Judiciário em pistoleiro de vadias, a diminuir o número de casamentos, a colocar o Brasil abaixo da taxa de reposição populacional, tudo isso para que os casos de violência contra mulheres não parem de crescer, como as próprias feministas admitem. Pensando bem, vou dar mais um exemplo: eu sou lesbofóbica e eu já escrevi que considero o lesbianismo uma doença psiquiátrica, mas eu não prego nem estupro nem assassinato de lésbicas porque elas não são dignas disso. E as leitoras lesbofeministas nunca me mostraram uma única lésbica com algum mérito pessoal, mas elas gostariam de me ver na cadeia. Vamos supor que eu seja presa. Quantos funcionários, quantas horas de trabalho e quanto dinheiro, públicos e privados, foram investidos só para represália de uma legião de vacas contra uma blogueira que escreveu o que elas não querem?

Se todos os assassinatos de mulheres fossem por ódio ao gênero feminino como um todo, isso significaria 8 ou 9 por cento do total geral de assassinatos no caso do Brasil e uma prova de que a misoginia é residual. Para completar, o caso típico destes assassinatos, a violência doméstica, é um crime comum. Aliás, vamos chamar a "violência contra a mulher" de crime comum diante de uma lesbofeminista: é como dizer uma blasfêmia (você acha que um cara desses matou uma p@%%# de um ser humano?). Aliás, é uma blasfêmia: ela é uma deusa.

Mas muitas mulheres, incluindo todas as lesbofeministas declaradas, merecem viver no mundo infernal onde dizem que estão, onde os homens que já foram amáveis e prestativos sejam o que elas dizem nas reclamações irrefletidas delas. Mas eu não digo que elas merecem isso por rancor ou maldição, eu digo isso por justiça: como dizemos no Brasil, quem com ferro fere com ferro será ferido. Se a violência contra uma mulher fosse tão zombada ou ignorada quanto a violência contra um homem hoje, as mulheres em geral não teriam nada que não mereçam.

Mas o enterro do Feminismo não vai ser com a difusão da misoginia, vai ser com a autoafirmação dos homens de caráter. Com boa autoestima, os homens que prestam vão assumir o poder sobre as próprias vidas, daí podem ser melhores companheiros se unindo por interesses comuns e daí o resto melhora. As mulheres boas pedirão pouco porque todos juntos já terão muito. As mulheres pobres de espírito não pedirão nada porque os homens de caráter, agora conscientes do seu valor, não vão dar a quem só quer e só pode tirar. Antes disso, "as mulheres" devem chegar ao topo com canalhices, amizades pobres utilitárias, favorecimentos e, algumas que puderem, com o "pussy card". Essas mulheres bem sucedidas vão atrair o desprezo dos homens que não gostam de mulheres empoderadas. OK, mas por que alguém deve gostar de lésbicas medíocres prepotentes?

É verdade que alguns indivíduos conseguiram destaque social ou pelo menos viver relativamente bem em um lugar onde já foram discriminados ou até odiados por serem de certa etnia, classe social, religião, etc. Mas estes indivíduos tinham luz própria e bom caráter. Quando o Feminismo for jogado no lixo, legiões de mulheres mostrarão que suas vidas inteiras foram difamação profissional dos homens ou uma farsa de competência e erudição sustentada em favorecimentos honrando a mediocridade e o mau caráter, tudo isso se aproveitando de um legado construído pelos homens (e algumas mulheres) honestos que elas ajudaram a destruir.

Mas como eu posso ser mulher e achar que a misoginia, o ódio ou a aversão à mulher, é merecida, e ainda achar que vou sair bem disso? Por três motivos. O primeiro é que o ódio que eu recebo vem basicamente de outras mulheres. O segundo é que eu sei que mesmo que eu encontre um homem que me diga que é tarde demais para convencê-lo a não odiar as mulheres, e eu já encontrei vários assim dentro e fora da internet, eu sei que posso receber dele pelo menos boa educação se eu agir bem com ele. O terceiro é o principal: eu consegui amigos homens e sei que não vou perdê-los. Porque eu me obriguei a edificar e acrescentar na vida dos meus amigos homens, e a trazer na vida deles as alegrias que um homem costuma ter com um bom amigo homem. E as que alguns homens pensam em ter com a amiga mulher bonitinha, hehehehe. Se ninguém é obrigado a gostar de mim e eu quero que as pessoas à minha volta gostem, eu tenho que dar motivos. Então, eu encontro pessoas que merecem respeito e coisas boas e eu dou alegria, dou carinho, dou solidariedade, compartilho conhecimentos, e acabo recebendo coisas boas quando eu mesma preciso. Aí, quando eu estiver velha eu quero mais é chegar com os peitos e a bunda mais apalpados que abacate no supermercado e com a buceta com mais passagens que roleta de ônibus, com uma história de vida em que eu tenha dado valor e coisas boas a cada homem que presta que eu pude encontrar, mesmo sem ter oferecido a periquita. O problema da maioria das mulheres não é confiar na beleza da juventude, inclusive porque muitas nem são tão bonitas; é acreditar que podem viver pedindo para serem odiadas ou desprezadas impunemente. Já puderam.

P. S.: Eu estava ainda com este texto em mente quando vi esta postagem da página Anti-Mangina:


Eu não sei se eu iria tão longe se eu fosse homem, mas é bem provável que a distinta mereceu. Conheço várias moças que merecem. Quem eu vi compartilhar esta postagem foi um homem, que o fez para condenar a atitude do cara. Mas se há homens dispostos a condenar os erros de outros homens mas faltam mulheres para condenar os erros de outras mulheres (se não neste caso, em inumeráveis outros), é mais um sinal de que se todas as mulheres condenarem a misoginia para censurar críticas merecidas, todas merecerão o ódio.

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Swedish Mom Fucks His Own Son And His Friend

Mamãe sueca fode seu próprio filho e o amigo dele

Mamá sueca folla a su propio hijo y el amigo de él

Mamma svedese scopa il proprio figlio e il amico de lui





Monster Amateur Facials Compilation Part 1 By Loudsparx

About 30 minutes of casting milk in girls faces. I am careful with this, but here's some fun I have with my male friends. I love when they lick my pussy (they always do it), but I also love taking cum in my mouth and my face.


Compilação de Faciais Amadoras Monstro Parte 1 por Loudsparx

Cerca de 30 minutos de lançar leite nas caras das moças. Eu tenho cuidado com isso, mas aqui está um pouco da diversão que tenho com meus amigos homens. Eu adoro quando eles lambem minha buceta (eles sempre fazem isso), mas eu também adoro tomar porra na minha boca e no meu rosto.


Compilación de faciales aficionados monstruos Parte 1 por Loudsparx

Cerca de 30 minutos de echar leche en las caras de niñas. Tengo cuidado con esto, pero esto es un poco de diversión que tengo con mis amigos varones. Me encanta cuando ellos lamen mi vulva (siempre lo hacen), pero también me encanta tomar leche en mi boca y mi cara.


Compilazione di facciali amatoriali mostro Part 1 da Loudsparx

Circa 30 minuti di lancio di latte nelle fronti delle ragazze. Io sono attenti con questo, ma ecco qualche divertimento che ho con i miei amici maschi. Mi piace quando loro leccano la mia figa (fanno eso sempre), ma mi piace anche prendere sperma nella mia bocca e il mio viso.

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