quinta-feira, 13 de março de 2014

Desfrute do prazer do bom combate

Sabe como você que defende alguma ideia ou algum valor pode ver que está lutando pela causa certa e pelas pessoas certas? Eu daria 4 sinais. O primeiro é quando a prática da ideia melhora o mundo na vida de pessoas que merecem essa melhora. O segundo é quando a sua vida melhora sem prejudicar ninguém. Não um prazer intelectualizado de cumprir uma grande missão, mas ver a sua própria vida ou a da paspalhada e se ver com mais saúde, mais tempo, mais sorrisos. O terceiro é quando os seus companheiros e as pessoas que você quer bem dão tanto valor ao que você acredita quanto você. O quarto é quando alguém já agradeceu você por ter se tornado melhor, por ter se tornado mais forte, por ter feito o que esse alguém gostaria de fazer ou por ter mais ânimo de viver.

Amigos, nada pode melhorar o mundo sem melhorar a vida dos indivíduos. Pelo menos a dos indivíduos que merecem um mundo decente. É por isso que o Socialismo começou anunciando a revolução violenta para trazer o mundo melhor e acabou com ainda mais sangue depois de chegar ao poder do que para chegar a ele e só trouxe vida boa para meia dúzia de psicopatas e funcionários públicos. É por isso também que todos os militantes de esquerda dedicados acabam virando parasitas, corruptos, bois de piranha ou opositores (nota para os não-brasileiros: "boi de piranha" é alguém que é atacado ou deixado para ser atacado para proteger alguém ou alguma coisa. A expressão vem de uma prática dos fazendeiros do Pantanal Matogrossense quando precisam atravessar o rebanho em um rio com piranhas de deixar um boi para ser comido pelo cardume enquanto passam os outros).

Aliás, falando em coisa boa, quem é do meio militante esquerdista ou conhece o meio já sabe: sem oba-oba, muita gente nem estaria lá, mesmo nominalmente. Eles têm a carteirinha de estudante que dá meia entrada em cinema, têm os clubes de servidores públicos, as próprias bagunças que eles inventam são diversão pra eles. E a ideia do pessoal da Real no Brasil ou a minha desde quando eu criei o blogue A Vez das Mulheres (meados de 2006) é a de lutar contra o Socialismo e aumentar a qualidade de vida. Qualidade de vida pode ter um custo alto, como treino em academia, mas tem sempre um ganho maior, ou pelo menos maior do que sem esse custo.

Eu aproveito a oportunidade e junto com o agradecimento eu vou contar uma coisa pra vocês: muitas postagens que vocês leem desde meados de 2011 foram escritas ou publicadas em computadores de amigos meus. De lá para cá, dificilmente passa uma semana em que eu não vou dormir com um amigo na casa dele, aí ele me cede o computador também. É como eu já contei uma vez, eu também cozinho na casa de alguns amigos que eu visito, aí ele come o meu bolo salgado, o meu risoto, a minha rosquinha, hehehehe.

Eu escrevi esse texto, que eu já estava pensando há algum tempo, em 13 de março, dia do meu aniversário. Eu recebi dezenas de parabéns pelo Facebook, tive uma pequena festinha no trabalho, recebi telefonemas de parabéns dos meus pais e dos meus irmãos, recebi também de alguns parentes mais queridos, tive amigos da vida real me mandando mensagens, fui para uma festinha de amigos de onde eu escrevi esse texto. Eu estou escrevendo para agradecer a todos vocês pelo carinho, os que eu conheço da vida real, os que eu conheço da internet, os que leem o que eu escrevo mas nunca se apresentaram.

Força, hombridade, alegria e putaria.

Abigail Pereira Aranha

Questo testo in italiano senza fotos e filmati di sesso, in Concrete Paradise: Buon vivere rivoluzionario 6: godetevi il piacere della buona battaglia, http://avezdoshomens2.blog.com/2014/03/15/buon-vivere-rivoluzionario-6
Questo testo in italiano con fotos e filmati di sesso, in Paraíso Tangible: Buon vivere rivoluzionario 6: godetevi il piacere della buona battaglia, http://avezdoshomens2.blogspot.com/2014/03/buon-vivere-rivoluzionario-6-godetevi.html
Eso texto en español sin fotos e peliculas de putaría, en lo Concrete Paradise: Vivir bien revolucionario 6: disfruta del placer de la buena batalla, http://avezdoshomens2.blog.com/2014/03/15/vivir-bien-revolucionario-6
Eso texto en español con fotos e peliculas de putaría, en lo Paraíso Tangible: Vivir bien revolucionario 6: disfruta del placer de la buena batalla, http://avezdoshomens2.blogspot.com/2014/03/vivir-bien-revolucionario-6-disfruta.html
Original text in English without sex pics and movies, at Concrete Paradise: Revolutionary well-living 6: enjoy the pleasure of the good fight, http://avezdoshomens2.blog.com/2014/03/15/revolutionary-well-living-6
Original text in English with sex pics and movies, at Paraíso Tangible: Revolutionary well-living 6: enjoy the pleasure of the good fight, http://avezdoshomens2.blogspot.com/2014/03/revolutionary-well-living-6-enjoy.html
Este texto em português sem fotos e vídeos de putaria: Bem-viver revolucionário 6: desfrute do prazer do bom combate, no A Vez das Mulheres de Verdade, http://avezdasmulheres.blog.com/2014/03/13/bem-viver-revolucionario-6 e no Paraíso Concreto, http://paraisoconcreto.blogspot.com/2014/03/bem-viver-revolucionario-6-desfrute-do.html
Este texto em português com fotos e vídeos de putaria, no A Vez dos Homens que Prestam: Bem-viver revolucionário 6: desfrute do prazer do bom combate, http://avezdoshomens.blogspot.com/2014/03/bem-viver-revolucionario-6-desfrute-do.html

Seção de sexo, safadeza, putaria, mulher pelada, pornografia

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Ava Addams - Brazzers Live 37

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No meu aniversário, quem libera o presente pros convidados sou eu

New Years 2002 All Cum

(Ano Novo de 2002 todos vêm com porra / Capodanno 2002 tutti vengono con sperma / Año Nuevo 2002 todos vienen con corridas)

quarta-feira, 12 de março de 2014

Solteiro e feliz depois dos 30

Cada vez mais, homens mostram que o sonho de se casar e ter filhos não é regra obrigatória

Em vez de ir ao casamento da último amigo solteiro em 10 de dezembro do ano passado, o cineasta argentino Paulo Schargorodsky, 35, adormeceu no sofá de casa. Descabelado e descalço, ele pegou uma câmera, filmou as roupas e os sapatos jogados no chão e disparou: "Eu não sou um desses meninos que sonham com esposas e bebês. (...) Obviamente, há algo que não quero enfrentar".

A história do cineasta, que leva uma vida cigana de viagens e aventuras justamente na idade em que se esperaria que ele estivesse casado e com filhos, chegou a 600 mil acessos no YouTube em pouco mais de um mês. Longe das câmeras, outros homens que chegaram ou passaram dos 30 também não vislumbram o casamento no horizonte. E, não, isso não tem nada a ver com a falta de mulheres disponíveis na praça.

"(Quando) você chegar a tal idade, tem que estar formado, trabalhando de tal jeito, casado com amor, morando numa casa (desse jeito)... Mas a felicidade não é a pautada pelo modo como alguém vive nessa faixa etária. Eu sinto que quero me conhecer ainda mais e fazer outras escolhas". É assim que o designer Paulo Costa, 29, define a etapa de vida em que os 30 batem à sua porta. Depois de emendar vários namoros desde os 15 anos, ele decidiu fazer análise para se conhecer melhor e descobriu que a falta de respostas também dá graça à vida.

"Hoje eu prefiro viver sem a certeza do que vai ser e investir em mim e em minha carreira. Namorei sério desde muito novo. Não tenho essa vontade, e sem vontade não dá. De repente com 80 anos, quem sabe? Morando numa casa diferente da minha esposa, olha que legal (risos). Mas posso chegar aos 45, ter um filho, e não casar", diz o designer.

Solteiro há poucos meses, o corretor de seguros Cristiano de Paula Oliveira, 29, terminou o único relacionamento sério que manteve durante longos 13 anos. Ele até pensa em ter filhos em cinco ou seis anos, mas, mesmo assim, não se imagina casado tão cedo. "Isso tomaria muito tempo para minha profissão agora. E não acho que preciso casar para ter filhos, mas se acontecer um amor, é claro que vai ser bem-vindo e posso casar, sim", diz.

Amor bem-vindo é a expressão que faz nascer um sorriso instantâneo no rosto do coordenador de projetos integrados Breder de Paula. Aos 37 anos, com um filho de 15, fruto de um relacionamento passageiro, ele condiciona o ato de casar à nostálgica crítica de Nelson Rodrigues aos relacionamentos, dizendo que "em 1911 ninguém bebia nem um copo d'água sem paixão". "Quando quis casar, minha namorada não queria. Quando me pediram em casamento, eu não queria. Acontece. Eu sou antigo e acredito no amor, tem que fazer as coisas com paixão, como tudo na vida", conta.

Para o psicólogo Cláudio Maryorga, do Departamento de Psicologia da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), a ruptura com o tradicional padrão de constituir família na faixa dos 30 anos vai além de uma espécie de contestação, mas faz parte da busca por uma forma pessoal de ser feliz. "O homem tem uma necessidade cada vez maior de ir à luta. Ir à luta por um salário e carreira melhores, ir à luta para se conhecer mais, ir à luta por si mesmo, para ser feliz", diz.

Comentários de A Vez das Mulheres de Verdade / A Vez dos Homens que Prestam

A matéria foi publicada no jornal O Tempo, de Belo Horizonte, de 09/03/14. Só que o título é "Solteira e feliz depois dos 30", eu troquei os gêneros e os nomes das mulheres. Quanto à imagem, obrigada ao Clube dos Homens e ao amigo Alexandre por ter compartilhado. Quiá, quiá, quiá, quiá, quiá!

Abigail Pereira Aranha

Apêndice

Solteira e feliz depois dos 30

Cada vez mais, mulheres mostram que o sonho de se casar e ter filhos não é regra obrigatória

Publicado em 09/03/14 - 03h00

Lucas Simões

Em vez de ir ao casamento da última amiga solteira em 10 de dezembro do ano passado, a cineasta argentina Paula Schargorodsky, 35, adormeceu no sofá de casa. Descabelada e descalça, ela pegou uma câmera, filmou as roupas e os sapatos jogados no chão e disparou: "Eu não sou uma dessas meninas que sonham com vestidos brancos e bebês. (...) Obviamente, há algo que não quero enfrentar".

A história da cineasta, que leva uma vida cigana de viagens e aventuras justamente na idade em que se esperaria que ela estivesse casada e com filhos, chegou a 600 mil acessos no YouTube em pouco mais de um mês. Longe das câmeras, outras mulheres que chegaram ou passaram dos 30 também não vislumbram o casamento no horizonte. E, não, isso não tem nada a ver com a falta de homens disponíveis na praça.

"(Quando) você chegar a tal idade, tem que estar formada, trabalhando de tal jeito, casada com amor, morando numa casa (desse jeito)... Mas a felicidade não é a pautada pelo modo como alguém vive nessa faixa etária. Eu sinto que quero me conhecer ainda mais e fazer outras escolhas". É assim que a designer Paula Costa, 29, define a etapa de vida em que os 30 batem à sua porta. Depois de emendar vários namoros desde os 15 anos, ela decidiu fazer análise para se conhecer melhor e descobriu que a falta de respostas também dá graça à vida.

"Hoje eu prefiro viver sem a certeza do que vai ser e investir em mim e em minha carreira. Namorei sério desde muito nova. Não tenho essa vontade, e sem vontade não dá. De repente com 80 anos, quem sabe? Morando numa casa diferente do meu marido, olha que legal (risos). Mas posso chegar aos 45, ter um filho, e não casar", diz a designer.

Solteira há poucos meses, a corretora de seguros Kelly Cristina de Paula Oliveira, 29, terminou o único relacionamento sério que manteve durante longos 13 anos. Ela até pensa em ter filhos em cinco ou seis anos, mas, mesmo assim, não se imagina casada tão cedo. "Isso tomaria muito tempo para minha profissão agora. E não acho que preciso casar para ter filhos, mas se acontecer um amor, é claro que vai ser bem-vindo e posso casar, sim", diz.

Amor bem-vindo é a expressão que faz nascer um sorriso instantâneo no rosto da coordenadora de projetos integrados Viviane Breder de Paula. Aos 37 anos, com um filho de 15, fruto de um relacionamento passageiro, ela condiciona o ato de casar à nostálgica crítica de Nelson Rodrigues aos relacionamentos, dizendo que "em 1911 ninguém bebia nem um copo d'água sem paixão". "Quando quis casar, meu namorado não queria. Quando me pediram a mão, eu não queria. Acontece. Eu sou antiga e acredito no amor, tem que fazer as coisas com paixão, como tudo na vida", conta.

Para a psicóloga Cláudia Maryorga, do Departamento de Psicologia da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), a ruptura com o tradicional padrão de constituir família na faixa dos 30 anos vai além de uma espécie de contestação, mas faz parte da busca por uma forma pessoal de ser feliz. "A mulher tem uma necessidade cada vez maior de ir à luta. Ir à luta por um salário e carreira melhores, ir à luta para se conhecer mais, ir à luta por si mesma, para ser feliz", diz.

http://www.otempo.com.br/interessa/comportamento/solteira-e-feliz-depois-dos-30-1.801813

segunda-feira, 10 de março de 2014

A progressiva dissolução do conceito de filosofia (Olavo de Carvalho)

O historiador Wolfgang Stegmüller, numa página admirável, descreve a progressiva dissolução do conceito de filosofia. Numa primeira fase, diz ele, há uma diversidade de opiniões, na qual se conserva entre os filósofos apenas uma relação de discussão. “A situação já se torna pior quando a base que se tomou como ponto de partida ou os métodos de pensamento forem totalmente divergentes. Então pode-se chegar a um ponto em que já não é mais possível nenhuma discussão... Os argumentos e contra-argumentos parecem cair no vazio.” No entanto, ainda resta aí alguma comunicação. Em seguida, porém, a possibilidade mesma da comunicação desaparece, porque “um não consegue mais atribuir nenhum sentido ao que o outro afirma”. Ainda subsiste, nessa fase, uma vaga identidade de intenções: cada um não entende o que o outro diz, mas acredita que de algum modo ele está também em busca do conhecimento e da verdade. Por fim, atinge-se aquele ponto em que nem essa vaga identidade existe mais: não apenas as afirmações e argumentos de cada um se tornam incompreensíveis aos outros, mas até o tipo de ocupação em que ele está envolvido torna-se um enigma para os outros.

Isso foi escrito em 1976. Na época, já era impossível que um neopositivista devotado a aprimorar logicamente a linguagem das ciências reconhecesse como companheiro de atividade um marxista empenhado em achincalhar a lógica formal como “instrumento do poder burguês”, e ambos não teriam nada a discutir com um existencialista que tentasse expressar o mundo da subjetividade humana.

Desde então, a coisa se complicou formidavelmente. Vieram o estruturalismo e o desconstrucionismo, os cultural studies, o feminismo, o gayzismo e o relativismo, que invadiram os departamentos de filosofia e ciências humanas, reduzindo tudo a disputas de poder. Vieram as neurociências, que pretendem resolver problemas tradicionais da filosofia mediante a fisiologia e a química do cérebro. E sobretudo vieram os computadores, que multiplicaram o número de opinadores em progressão geométrica e ainda tornaram a técnica da argumentação um problema de software.

Tudo isso pode receber, hoje em dia, o nome de filosofia.

A conclusão que se impõe é incontornável: Se aceitamos chamar de “filosofia” tudo aquilo a que hoje se dá esse nome em livros, cursos universitários, revistas acadêmicas, jornais, programas de TV e conversações gerais, é preciso desistir de chegar a qualquer definição razoável de filosofia. Isso não significa que essa noção, em si, seja nebulosa e inalcançável; confusão idêntica se observa na definição de muitas outras atividades humanas, como a política, a religião e até a arte. Na verdade, quanto maior o número de pessoas que falam sobre alguma coisa, mais a imagem dessa coisa tende a se dissolver numa poeira de ambigüidades e de equívocos; e desde o século XIX a quantidade de vozes que espalham opiniões soi disant filosóficas veio crescendo parasitariamente até alcançar as dimensões do inabarcável e do inconcebível. Colocar ordem nesse caos está acima das possibilidades humanas.

(Referência da citação: Wolfgang Stegmüller, A Filosofia Contemporânea. Introdução Crítica, São Paulo, E.P.U.-Edusp, 1977, Vol. I, pp. 12-13.)

(Olavo de Carvalho, 8 de março às 21:18, no Facebook)

sábado, 8 de março de 2014

Do perfil da Abigail: Dia Internacional da Mulher na China, onde vadias não marcham

Minha lembrancinha para este dia especial que eu mandei de Pequim, China, em frente ao Mausoléu do Lobo Mao Tsé-Tung:

8 de março é o Dia Internacional da Mulher. Se você é uma lésbica sem hombridade, não acrescenta nada na vida de ninguém, acha que a sua buceta é ouro, mas quer cada vez mais "respeito" da sociedade por cada vez menos, o seu dia é o Dia das Crianças.

A Vez das Mulheres de Verdade (sem putaria): http://avezdasmulheres.blog.com

A Vez dos Homens que Prestam (com putaria): http://avezdoshomens.blogspot.com

Viver a Vida e Planejamento Estratégico (com putaria): http://imaculadaeabigail.blogspot.com

Abigail Pereira Aranha

Versione in italiano senza nudità, in Concrete Paradise: Dal profilo di Abigail: Giornata Internazionale Della Donna in Cina, dove zozzone no marciano, http://avezdoshomens2.blog.com/2014/03/08/dal-profilo-di-abigail-giornata-internazionale-della-donna
Versione in italiano con nudità, in Paraíso Tangible: Dal profilo di Abigail: Giornata Internazionale Della Donna in Cina, dove zozzone no marciano, http://avezdoshomens2.blogspot.com/2014/03/dal-profilo-di-abigail-giornata.html
Versión en español sin desnudez, en lo Concrete Paradise: De lo perfil de Abigail: Día Internacional de la Mujer en China, donde perras no marchan, http://avezdoshomens2.blog.com/2014/03/08/de-lo-perfil-de-abigail-dia-internacional-de-la-mujer
Versión en español con desnudez, en lo Paraíso Tangible: De lo perfil de Abigail: Día Internacional de la Mujer en China, donde perras no marchan, http://avezdoshomens2.blogspot.com/2014/03/de-lo-perfil-de-abigail-dia.html
Version in English, no nude, at Concrete Paradise: From Abigail's profile: International Women's Day in China, where sluts do not walk, http://avezdoshomens2.blog.com/2014/03/08/from-abigails-profile-international-womens-day
Version in English, nude, at Paraíso Tangible: From Abigail's profile: International Women's Day in China, where sluts do not walk, http://avezdoshomens2.blogspot.com/2014/03/from-abigails-profile-international.html
Versão original em português sem nudez, no A Vez das Mulheres de Verdade: Do perfil da Abigail: Dia Internacional da Mulher na China, onde vadias não marcham, http://avezdasmulheres.blog.com/2014/03/08/do-perfil-da-abigail-dia-internacional-da-mulher
Versão original em português com nudez: Do perfil da Abigail: Dia Internacional da Mulher na China, onde vadias não marcham, no A Vez dos Homens que Prestam em http://avezdoshomens.blogspot.com.br/2014/03/do-perfil-da-abigail-dia-internacional.html e no Viver a Vida e Planejamento Estratégico em http://imaculadaeabigail.blogspot.com/2014/03/do-perfil-da-abigail-dia-internacional.html

terça-feira, 4 de março de 2014

Estuprando a Justiça

Por

O Estuprismo, a doutrina de que vivemos numa Cultura de Estupro é provavelmente a fraude mais hedionda da história do feminismo, pois corrompe totalmente a noção da realidade e inverte o fato bruto de que a forma mais fácil de colocar um inocente na prisão ou mesmo fazê-lo ser linchado é acusa-lo de estupro.

Abaixo apenas alguns casos onde inocentes sem antecedentes criminais são presos, às vezes por anos, com base numa única acusação sem qualquer evidência além do depoimento das “vítimas”.

Supostas vítimas de estupro afirmam que acusaram professor injustamente

Inocente Violentado na Cadeia Contrai AIDS

Menina de 12 anos faz sexo com namorado e acusa amigo de estupro

Homem preso injustamente por estupro há mais de um ano

Deficiente Acusado de Estupro de Adolescente é Declarado Inocente

Condenado por Falso Estupro é Absolvido depois de 16 anos

Acusado de estupro é absolvido 19 anos após denúncia

E mesmo ocorrendo de fato um estupro, a evidência física inicial não impede a acusação de um inocente, visto que o mero depoimento da vítima, mesmo quando errôneo, é automaticamente tomado como suficiente! Levando o acusado à prisão para só ser liberado depois que a perícia final prova sua inocência.

Exame confirma que irmãs não foram estupradas por cantor de brega

DNA salva homem preso injustamente durante 127 dias acusado de estupro.

Quem tiver estômago forte digite “estuprador” na busca de imagens do Google, sem filtros, e veja as imagens chocantes do que costuma acontecer quando a população pega um estuprador ou por vezes um inocente acusado injustamente, visto que a maioria das pessoas se revolta facilmente com a mera possibilidade de tal crime.

É muito mais difícil convencer as pessoas de que alguém sem antecedentes criminais ou sem fortes motivos para roubar ou matar seja um ladrão, assaltante ou assassino, mas é facílimo causar desconfiança imediata contra qualquer homem com uma simples insinuação irresponsável dele ser um abusador sexual, mesmo um de reputação ilibada. Mesmo uma instituição séria e competente pode ser irreversivelmente lesada por paranoias infundadas.

Por isso é criminosamente mentiroso quando a Ministra Eleonora Menicucci, da Secretaria de Políticas para as Mulheres, escreve: “Há sempre um descrédito sobre a fala da mulher, expressa na pergunta: “O que ela fez para provocar tal violência?”. O sentimento de impunidade acompanha a mulher ou a menina em cada lugar que ela procura para acessar os seus direitos, seja na denúncia ou para socorro e ajuda.” Texto que está na instituição que recebe dezenas de milhões de reais por ano do dinheiro de nossos impostos, e cuja principal função é fraudar estatísticas e vender uma imagem deturpada e delirante da realidade.

Para evidenciar o grau imperdoável de incompetência dessa ministra, compare sua visão delirante de realidade com uma sentença judicial transitada em julgado onde se justifica a prisão de um inocente:“…elemento primeiro, e por vezes o único, a servir de fundamento ao juízo de condenação é a palavra da vítima, (…) indício suficiente para embasar a prisão temporária e, em seguida, a preventiva (..) Embora L. se tenha desvencilhado do ofensor, a outra vítima D. sofreu severa agressão sexual, o que, por si só, justificava a segregação cautelar da pessoa indicada como autor dos delitos. Não era exigível que a palavra das duas vítimas fosse uníssona no sentido de apontar a autoria do crime. (…) É natural que o estresse pós-traumático atinja a vítima e impeça a racionalização do fato logo após ocorrido.” Ou seja, os depoimentos sequer têm que ser consistentes! São aceitos como suficientes mesmo quando larga e assumidamente passíveis de erro!

O que a ministra estuprista parece pensar ser “descrédito”, é apenas uma instituição jurídica chamada Presunção de Inocência, que leva alguns policiais e agentes do direito a ser no mínimo cautelosos diante de acusações de um crime cuja prova pericial, o exame de corpo delito, quase sempre é inútil. E que tem a péssima tendência a ser manchada por fatos como 50% das denúncias de estupro cometido por desconhecidos serem falsas, segundo Delegacia de Defesa da Mulher ou que Nas Varas de Família da capital, falsas denúncias de abuso sexual podem chegar a 80% dos registros

E é exatamente com base em amostragens sabidamente viciadas que iniciativas feministas montam suas estatísticas! A exemplo do Dossiê Mulher que diz, logo no primeiro parágrafo que o faz “com base nas ocorrências registradas nas delegacias policiais”.

Isso só já mostra que não se trata de um discurso isolado e sustentado por intelectuais obscuras ou “vadias” estúpidas, mas sim de doutrina já oficialmente admitida por governos, financiada não só por dinheiro público, mas por instituições privadas bilionárias. A única cultura de estupro real que existe é o endosso social maciço a que estupradores sejam violentados nas prisões ou mesmo na rua, o que vitima muitos inocentes como Heberson Oliveira, pois pela verdadeira cultura de estupro “ Qualquer acusado de estupro passa a correr risco de morte dentro de um presídio.”, visto que o estuprador é considerado um “verme” na cadeia.

Diante de todos esse fatos incontestes, o que as feministas estupristas apresentam para sustentar sua grotesca fraude de que a sociedade é conivente com o estupro e até ensina homens e meninos a estuprar? Diretores de teatro malucos que passam a mão em panicats, humoristas sem graça que fazem piadas com estupro de mulheres feias e propagandas de cerveja onde homens se imaginam invisíveis!

A doutrina da Cultura de Estupro é na verdade um verdadeiro Estupro da Cultura.

Uma ideologia corrupta e absolutamente fraudulenta que não merece respeito.

Marcus Valerio XR

xr.pro.br

Publicado no A Voice For Men Brasil em 28 de fevereiro de 2014

Mônica Iozzi e a psicopatia esquerdista

Por Deus todo poderoso, quem é essa IMBECIL REACIONÁRIA que apresenta o Jornal do SBT??!!!! #Medo

RT "@TerraNoticiasBR Após tentativa de estupro, homem tem testículo cortado no Piauí." - JUSTO.

(Obrigada ao amigo Vinícius Bastos)

Eu só não coloco esta na série Violência Contra o Homem porque o homem cometeu tentativa de estupro. Ou será que foi falsa denúncia? Mas pressupondo que ela não defenda o banimento da Rachel Sheherazade do jornalismo só por ela ser de direita, ela não se deu conta de que provou que não existe a cultura do estupro e ninguém chama uma feminista de imbecil esquerdista por dizer que ela existe (bom, ninguém tirando a nossa turma).

E o legal também é uma mulher lesboesquerdista se esquecendo de que a tal reacionária também é mulher. E ainda admitindo que ela não quer que a outra seja demitida, cassada como jornalista e caçada como direitista.

Ah, e pra quem não se lembra, a Mônica Iozzi foi uma das estrelas da série "Mulheres Evoluídas", da Bom Bril. Parece que ela foi escolhida a dedo pro papel.

Abigail Pereira Aranha

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