terça-feira, 4 de março de 2014

Estuprando a Justiça

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O Estuprismo, a doutrina de que vivemos numa Cultura de Estupro é provavelmente a fraude mais hedionda da história do feminismo, pois corrompe totalmente a noção da realidade e inverte o fato bruto de que a forma mais fácil de colocar um inocente na prisão ou mesmo fazê-lo ser linchado é acusa-lo de estupro.

Abaixo apenas alguns casos onde inocentes sem antecedentes criminais são presos, às vezes por anos, com base numa única acusação sem qualquer evidência além do depoimento das “vítimas”.

Supostas vítimas de estupro afirmam que acusaram professor injustamente

Inocente Violentado na Cadeia Contrai AIDS

Menina de 12 anos faz sexo com namorado e acusa amigo de estupro

Homem preso injustamente por estupro há mais de um ano

Deficiente Acusado de Estupro de Adolescente é Declarado Inocente

Condenado por Falso Estupro é Absolvido depois de 16 anos

Acusado de estupro é absolvido 19 anos após denúncia

E mesmo ocorrendo de fato um estupro, a evidência física inicial não impede a acusação de um inocente, visto que o mero depoimento da vítima, mesmo quando errôneo, é automaticamente tomado como suficiente! Levando o acusado à prisão para só ser liberado depois que a perícia final prova sua inocência.

Exame confirma que irmãs não foram estupradas por cantor de brega

DNA salva homem preso injustamente durante 127 dias acusado de estupro.

Quem tiver estômago forte digite “estuprador” na busca de imagens do Google, sem filtros, e veja as imagens chocantes do que costuma acontecer quando a população pega um estuprador ou por vezes um inocente acusado injustamente, visto que a maioria das pessoas se revolta facilmente com a mera possibilidade de tal crime.

É muito mais difícil convencer as pessoas de que alguém sem antecedentes criminais ou sem fortes motivos para roubar ou matar seja um ladrão, assaltante ou assassino, mas é facílimo causar desconfiança imediata contra qualquer homem com uma simples insinuação irresponsável dele ser um abusador sexual, mesmo um de reputação ilibada. Mesmo uma instituição séria e competente pode ser irreversivelmente lesada por paranoias infundadas.

Por isso é criminosamente mentiroso quando a Ministra Eleonora Menicucci, da Secretaria de Políticas para as Mulheres, escreve: “Há sempre um descrédito sobre a fala da mulher, expressa na pergunta: “O que ela fez para provocar tal violência?”. O sentimento de impunidade acompanha a mulher ou a menina em cada lugar que ela procura para acessar os seus direitos, seja na denúncia ou para socorro e ajuda.” Texto que está na instituição que recebe dezenas de milhões de reais por ano do dinheiro de nossos impostos, e cuja principal função é fraudar estatísticas e vender uma imagem deturpada e delirante da realidade.

Para evidenciar o grau imperdoável de incompetência dessa ministra, compare sua visão delirante de realidade com uma sentença judicial transitada em julgado onde se justifica a prisão de um inocente:“…elemento primeiro, e por vezes o único, a servir de fundamento ao juízo de condenação é a palavra da vítima, (…) indício suficiente para embasar a prisão temporária e, em seguida, a preventiva (..) Embora L. se tenha desvencilhado do ofensor, a outra vítima D. sofreu severa agressão sexual, o que, por si só, justificava a segregação cautelar da pessoa indicada como autor dos delitos. Não era exigível que a palavra das duas vítimas fosse uníssona no sentido de apontar a autoria do crime. (…) É natural que o estresse pós-traumático atinja a vítima e impeça a racionalização do fato logo após ocorrido.” Ou seja, os depoimentos sequer têm que ser consistentes! São aceitos como suficientes mesmo quando larga e assumidamente passíveis de erro!

O que a ministra estuprista parece pensar ser “descrédito”, é apenas uma instituição jurídica chamada Presunção de Inocência, que leva alguns policiais e agentes do direito a ser no mínimo cautelosos diante de acusações de um crime cuja prova pericial, o exame de corpo delito, quase sempre é inútil. E que tem a péssima tendência a ser manchada por fatos como 50% das denúncias de estupro cometido por desconhecidos serem falsas, segundo Delegacia de Defesa da Mulher ou que Nas Varas de Família da capital, falsas denúncias de abuso sexual podem chegar a 80% dos registros

E é exatamente com base em amostragens sabidamente viciadas que iniciativas feministas montam suas estatísticas! A exemplo do Dossiê Mulher que diz, logo no primeiro parágrafo que o faz “com base nas ocorrências registradas nas delegacias policiais”.

Isso só já mostra que não se trata de um discurso isolado e sustentado por intelectuais obscuras ou “vadias” estúpidas, mas sim de doutrina já oficialmente admitida por governos, financiada não só por dinheiro público, mas por instituições privadas bilionárias. A única cultura de estupro real que existe é o endosso social maciço a que estupradores sejam violentados nas prisões ou mesmo na rua, o que vitima muitos inocentes como Heberson Oliveira, pois pela verdadeira cultura de estupro “ Qualquer acusado de estupro passa a correr risco de morte dentro de um presídio.”, visto que o estuprador é considerado um “verme” na cadeia.

Diante de todos esse fatos incontestes, o que as feministas estupristas apresentam para sustentar sua grotesca fraude de que a sociedade é conivente com o estupro e até ensina homens e meninos a estuprar? Diretores de teatro malucos que passam a mão em panicats, humoristas sem graça que fazem piadas com estupro de mulheres feias e propagandas de cerveja onde homens se imaginam invisíveis!

A doutrina da Cultura de Estupro é na verdade um verdadeiro Estupro da Cultura.

Uma ideologia corrupta e absolutamente fraudulenta que não merece respeito.

Marcus Valerio XR

xr.pro.br

Publicado no A Voice For Men Brasil em 28 de fevereiro de 2014

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