segunda-feira, 30 de abril de 2012

Falando mal de alguns universitários e seus cursos

Abigail Pereira Aranha

Quando a gente fala mal de alguns cursos e até de algumas faculdades, vêm sempre alguns (geralmente do curso) dizendo que o curso não é fácil, tem que estudar muito, etc. Então, vamos separar quatro coisas que são bem separadas e esse pessoal mistura: a profissão e a ciência, o que o curso é, o profissional típico e os alunos típicos.

Ciência da Computação

A profissão e a ciência. "Profissionalmente, poderá atuar em desenvolvimento de sistemas computacionais (software), gerência de centros de processamento de dados, desenvolvimento de linguagens de programação e sistemas básicos, assessoria à tomada de decisão e atividades correlatas. Disciplinas oferecidas nas áreas de Pesquisa Operacional e Administração possibilitam uma visão global das diversas aplicações da tecnologia da informação no meio empresarial." (Catálogos de Graduação - UFV, http://www.pre.ufv.br/catalogo/arquivos/vicosa/catalogoVicosa2012/CCE/13%20Ci%C3%AAncia%20da%20Computa%C3%A7%C3%A3o.pdf)
O que o curso é. Muita lógica, muita atenção, muito trabalho. Alguns professores são um porre. É só pra quem ama Computação. O moleque de 17 anos que entra pensando em pegar o diploma e logo depois passear de carrão com vadia do lado não aguenta. E os analfabetos funcionais que conseguem escrever 10 palavras erradas em um parágrafo médio também já eram.
O profissional típico. Homem, e dos melhores do colégio. Poucas mulheres, também das melhores do colégio (machismo é um outro nome para poucas mulheres onde se exige MÉRITO). Alguns são mercenários, mas aqui o dinheiro é suado. Como sabemos, quem fica um ano sem acompanhar notícias ou fazer cursos em Informática está no sal.
Os alunos típicos. Homens, e dos melhores do colégio. Poucas mulheres, também das melhores do colégio. No começo, a turma ainda tem alguns meninos e meninas acostumados a pressionar professor para passar de ano. Os primeiros programinhas coisa pouca, tipo simular um banco de dados de uma locadora de vídeo, que eles têm que fazer ELES MESMOS, já estão preparando pra cair fora. Também não é o cara com tempo pra correr atrás de vadia em calourada ou no Orkut. Pode ser meio fechado e virar capitão salva-putas depois de se firmar profissionalmente, porque as meninas não dão muita confiança pra eles e eles também às vezes querem se arrumar na vida primeiro.

Engenharia Mecânica

A profissão e a ciência. "Executar atividades de concepção, projeto, construção e manutenção de máquinas e sistemas mecânicos, considerados os aspectos econômicos, de gestão, de segurança e ambientais. No setor industrial, o profissional com este perfil pode atuar nas industrias: automobilísticas, siderúrgicas, metalúrgicas, têxteis e em todas as outras indústrias nas áreas de projeto, instalações, operação e manutenção." (Catálogos de Graduação - UFV, http://www.pre.ufv.br/catalogo/arquivos/vicosa/catalogoVicosa2012/CCE/21%20Engenharia%20Mec%C3%A2nica.pdf)
O que o curso é. Não é tão bravo quanto Ciência da Computação, mas exige esforço, leitura e inteligência. Física e Matemática bem aprendidas são só o começo.
O profissional típico. Homens e poucas mulheres entre os melhores do colégio (as meninas geralmente lésbicas revanchistas bancadas pelo pai). Quando têm trabalho, têm muito trabalho, às vezes muitas viagens. Também não dá pra varrer sujeira pra debaixo do tapete (exemplo: a pecinha que não encaixa na outra). Alguns são mercenários, mas aqui também o dinheiro é suado. Muitos são capitães salva-putas ou pagadores de pensão. Meio machista, leia-se, onde é preciso COMPETÊNCIA e lésbica exibicionista ou porca amarga não dura muito.
Os alunos típicos. Homens e mulheres entre os melhores do colégio (as meninas geralmente lésbicas revanchistas bancadas pelo pai). No começo, a turma ainda tem alguns meninos e meninas acostumados a pressionar professor para passar de ano, alguns podem até se formar. Mas também tem os que caem fora até o meio do curso porque descobriram que o carrão com uma vadia do lado não custa barato.

Engenharia Civil

A profissão e a ciência. "Concepção, projeto, execução, análise e viabilidade técnico-econômica, estudos e especificação de materiais, planejamento, consultoria, pesquisa, vistoria, fiscalização, perícia, condução de obras e serviços, como: edificações, pontes e grandes estruturas, estradas, portos, aeroportos, sistemas de abastecimento de água, de esgotamento sanitário e drenagem urbana. Atua ainda em obras de geotecnia, fundações, materiais e construção civil dentre outras." (Catálogos de Graduação - UFV, http://www.pre.ufv.br/catalogo/arquivos/vicosa/catalogoVicosa2012/CCE/16%20Engenharia%20Civil.pdf)
O que o curso é. Não é tão bravo quanto Ciência da Computação, mas exige esforço, leitura e inteligência. Cálculos, entendimento de dados, soluções de problemas. Física e Matemática bem aprendidas são só o começo.
O profissional típico. Ver Engenharia Mecânica. Também é elitista: faz obra de luxo para o privado e obra barata (no duplo sentido) para o público.
Os alunos típicos. Ver Engenharia Mecânica.

Direito

A profissão e a ciência. "O bacharel em Direito tem várias opções de carreira profissional. Ele pode exercer a advocacia (como profissional liberal no zelo dos direitos de qualquer pessoa ou instituição), a magistratura (assumindo a função de juiz, desembargador ou ministro de tribunais), o ministério público (atuando como promotor ou procurador de justiça), a advocacia pública (exercendo a função de advogado da União, de procurador dos Estados, Distrito Federal e Municípios), a defensoria pública (atuando em defesa dos necessitados), a carreira policial (atuando como delegados de polícia), o magistério jurídico e a diplomacia." (Faculdade de Direito da UFG, http://www.direito.ufg.br/sites/direito/pages/931)
O que o curso é. Muita leitura e muito raciocínio. Se você já leu a Constituição (que nem é tão grande assim), deve fazer ideia de o que é saber uma lei, aplicá-la ou analisar um caso por ela. Os pivetes mal alfabetizados da escola pública (termo do Walter, pode discutir com o negão depois) ainda têm o recurso de se formar numa faculdade de quinta, mas o exame da OAB elimina.
O profissional típico. Advogado de porta de cadeia, ganhador de propina ou simplesmente um cretino que só pensa em ficar rico. Acha não que os fatos, a lei e a sensatez devem dar direção ao trabalho de advogados, policiais e juízes, mas que são eles que decretam o certo, o justo, os fatos. Chegamos ao ponto em que o advogado, o policial ou o juiz com um mínimo de caráter que enfrenta o sobrinho da amante do doutor Fulano como se também fosse sujeito à mesma lei que os outros não é só um profissional competente, é um herói.
Os alunos típicos. Nas faculdades privadas, sem muito o que comentar: um bando de pobres de QI medíocre querendo enriquecer fácil. Nas universidades públicas, um bando de classe média ou alta querendo enriquecer fácil. Nem se formaram, já usam o Vade Mecum sobre o cidadão comum como se mostra um revólver na Amazônia.

Medicina e Enfermagem

A profissão e a ciência. Medicina (entre outras): "Promover estilos de vida saudáveis, conciliando as necessidades tanto dos seus clientes/pacientes quanto às de sua comunidade, atuando como agente de transformação social; (...) informar e educar seus pacientes, familiares e comunidade em relação à promoção da saúde, prevenção, tratamento e reabilitação das doenças, utilizando técnica adequada de comunicação e de expressão; (...) realizar com proficiência a anamnese e a conseqüente construção da história clínica, bem como dominar a arte e a técnica do exame físico". (Diretrizes Curriculares do Curso de Medicina da UFMG, ftp://ftp.medicina.ufmg.br/cegrad/arquivos/DiretrizesCurricularesFM-UFMG.pdf)

Enfermagem: "O Curso de Graduação em Enfermagem da EE/UFMG tem por objetivo formar enfermeiros com competência técnica, científica, humanista, social, política e ética, capazes de: desenvolver o raciocínio epidemiológico e clínico investigativo; agir de forma crítica e reflexiva; atuar na promoção, recuperação e reabilitação da saúde e prevenção de doenças do indivíduo, do grupo familiar e da coletividade nos diferentes níveis de atenção, intervindo na realidade de forma a transformá-la". (Projeto Pedagógico do curso de graduação em Enfermagem da UFMG, http://www.enf.ufmg.br/site_novo/modules/mastop_publish/files/files_4c122f5142d80.pdf)

O que o curso é. Muita leitura, muita memória e muito raciocínio (e rápido). Quem escolhe a Medicina só porque não tem conta sai rapidinho. Os pivetes mal alfabetizados da escola pública (termo do Walter, pode discutir com o negão depois) ainda têm o recurso de se formar numa faculdade de quinta, depois podem trabalhar no SUS.
O profissional típico. Açougueiro e receitador de remédio (às vezes ganha comissão da farmácia ou do fabricante). Se for pesquisador, geralmente está mais preocupado com o próprio currículo. Direito e Medicina são os cursos preferidos para quem pensa em ter status e ficar rico fácil. Quando trabalha na rede pública, só se mexe para parar o atendimento pedindo aumento onde o governo não é do PT.
Os alunos típicos. Nas faculdades privadas, sem muito o que comentar: um bando de pobres de QI medíocre querendo enriquecer fácil. Nas universidades públicas, um bando de classe média ou alta querendo enriquecer fácil. Nas duas, há muitos cretinos. Se lembra do Edison Hsueh?

Pedagogia e licenciaturas em geral

A profissão e a ciência. As licenciaturas são cursos para formar professores. "O profissional licenciado em Pedagogia, diplomado pela Universidade Federal de Viçosa (UFV), está apto a atuar na docência da Educação Infantil e dos Anos Iniciais do Ensino Fundamental, na Gestão e na Coordenação de sistemas, unidades e projetos educacionais em espaços escolares e não-escolares. Tem ainda a possibilidade de produzir e difundir conhecimento científico e tecnológico da educação, favorecidos pelas práticas de pesquisa e extensão, que procuram contemplar a diversidade de temáticas e psicossociais presentes na sociedade." (Catálogos de Graduação - UFV, http://www.pre.ufv.br/catalogo/arquivos/vicosa/catalogoVicosa2012/CCH/24%20Pedagogia.pdf)
O que o curso é. Que tem muita leitura é verdade, mas é mais um antro de pseudointelectuais discutindo os pedagogos do que estudo da Pedagogia. Professoras mocreias mal amadas aos montes. Os pensadores são da Europa de séculos atrás, a não ser a toupeira do Paulo Freire. Por isso as nossas pedagogas saem com Piaget e Vigotsky na cabeça e chegam nas escolas de periferia brasileiras simplesmente desnorteadas.
O profissional típico. Mulher, pobre e entre as 5% mais feias das mulheres da faculdade. Cheia de cultura, mas nunca aprendeu sobre escolas brasileiras de verdade, onde o tráfico tem aviões, professores arriscam a voz pra ganhar da conversa em sala de aula e muitos alunos crescem perdendo o respeito pela figura masculina porque são favelados filhos de vadias solteiras ou de mães que tratam os pais deles como lixo. Mas não se importa muito, porque é casada com um engenheiro civil, um administrador ou um médico que conheceu na faculdade. Só espera a sexta-feira (ou o feriado prolongado) chegar e só faz greve pra aumentar o salário, e onde o governo não é do PT.
Os alunos típicos. Pouquíssimos estão ali porque sabem o que é a Pedagogia e descobriram que é isso mesmo que querem para a vida deles. O aluno típico é mulher, pobre e escolheu o curso porque tem menos candidatos por vaga ou simplesmente sabe que não tem competência para um curso sério. Se não está entre as 5% mais feias das mulheres da faculdade, é uma ninfetinha burra filhinha de papai. É horrível em Matemática e Raciocínio Lógico. Principalmente nas licenciaturas de Ciências Humanas estão as futuras lésbicas feminazistas. Os homens são gays enrustidos, frouxos capachos de feministas, paspalhos, estão tentando transferência interna para outro curso (falta de confiança para o vestibular) ou estão pensando em pegar mulher.

História

A profissão e a ciência. "O historiador formado na UFV poderá atuar em instituições de preservação, divulgação e estudo da memória histórica, como arquivos, museus, editoras, instituições de pesquisa públicas ou privadas. São funções do bacharel em história a seleção, pesquisa e análise documental; a construção textual da memória, a participação nas políticas de trato do patrimônio, com vistas a orientação de estratégias de desenvolvimento educacional e institucional. O curso de História está estruturado em quatro grandes áreas de conhecimento, quais sejam: conhecimentos de apoio e fundamentação; conhecimentos específicos (disciplinas de caráter teórico-metodológicas, históricas e historiográficas), práticas profissionais e monografia; e disciplinas optativas e atividades complementares." (Catálogos de Graduação - UFV, http://www.pre.ufv.br/catalogo/arquivos/vicosa/catalogoVicosa2012/CCH/22%20Hist%C3%B3ria%20Bacharelado%20e%20Licenciatura.pdf)
O que o curso é. Que tem muita leitura é verdade, mas também é mais um antro de pseudointelectuais discutindo os historiadores do que estudo da História. Professoras mocreias mal amadas aos montes. Você vê que o passado tem várias versões diferentes. Isso é História ou Literatura?
O profissional típico. Pode ser um professor da educação básica ou da universidade. Se for homem, provavelmente um gayzista de esquerda. Se for mulher, uma senhora deslumbrada com a própria cultura com um marido bem de vida, tipo as pedagogas. Se escrever alguma coisa, livro ou artigo, geralmente é desinteressante para quem não é da academia, a não ser que seja um texto lesbonazista sobre as mulheres ou caucasofóbico sobre os negros ou os índios. Alguns historiadores se parecem com os jornalistas em que parecem escrever a História não como quem levanta fatos, mas como quem escreve um romance.
Os alunos típicos. O aluno típico também é mulher, pobre e escolheu o curso porque tem menos candidatos por vaga ou simplesmente sabe que não tem competência para um curso sério. Pouquíssimos estão ali porque descobriram que querem ser historiadores ou professores de História. Também é horrível em Matemática e Raciocínio Lógico, e também é adepta daquela filosofia de que não existe verdade absoluta. Ah, e se diz entre eles que "não existe verdade em História". É menos provável que ela esteja entre as 5% mais feias das mulheres da faculdade, e pode ser uma ninfetinha lésbica filhinha de papai. Os homens também são gays enrustidos, frouxos capachos de feministas, paspalhos, estão tentando transferência interna para outro curso (falta de confiança para o vestibular) ou estão pensando em pegar mulher.

Jornalismo

A profissão e a ciência. "O jornalista é um profissional com qualificação técnica e embasamento humanístico para produção, tratamento e gerenciamento dos fluxos de informação e comunicação de natureza jornalística nos meios de comunicação convencionais (rádio, televisão, cinema, revista e jornal); nas novas mídias, como os canais de TV a cabo, multimídia e internet; nos departamentos de comunicação de instituições governamentais, de autarquias e de empresas comerciais, industriais e de serviços; e nas assessorias de imprensa e de comunicação". (Catálogos de Graduação - UFV, http://www.pre.ufv.br/catalogo/arquivos/vicosa/catalogoVicosa2012/CCH/16%20Comunica%C3%A7%C3%A3o%20Social%20-%20Jornalismo.pdf)
O que o curso é. Uma coisa que leva a suspeitar do curso é aquela polêmica sobre ser obrigatório ou não um diploma para exercer o Jornalismo.
O profissional típico. Parece escrever sobre a História e os fatos não como quem levanta fatos, mas como quem escreve um romance. Empregado de jornal, emissora de TV ou rádio que se comporta como tal. Saindo da linha editorial, o material não é publicado. Este empregador, por sua vez, não teria a coragem ou o caráter, talvez a autonomia, de publicar notícias ou ideias sem pensar nos anunciantes, nas verbas de publicidade do governo ou mesmo no pensamento reinante (por exemplo, uma campanha da ATEA deixou de ser veiculada depois inclusive do contrato assinado). Um jornalista com um mínimo de vergonha na cara se tiver sorte vai só mudar de quadro ou de empresa. Poucos jornalistas são melhores e mais respeitáveis que qualquer comentarista de blog de nível razoável.
Os alunos típicos. Tem até gente inteligente, mas é um encontro de ninfetinhas pseudointelectuais, filhinhos de papai e moleques que entraram pra faculdade pensando em calourada. Concentrados em ganhar dinheiro e ainda botar a carinha na tela da Globo.

Serviço Social

A profissão e a ciência. "O Curso de Serviço Social forma profissionais com uma base teórica, histórica e metodológica rigorosa que lhe possibilita a compreensão dos problemas e desafios com os quais se defrontará no universo da produção e reprodução da vida social. O Assistente Social é um profissional preparado para elaborar e executar programas, planejamentos e projetos sociais, além de organizar e administrar benefícios, serviços e políticas públicas. Estabelece por meio de suas ações uma relação direta com a população usuária". (Faculdade Anhanguera - UNIDERP, http://www.ead.uniderp.br/?p=996)
O que o curso é. Para ser gentil, muito bom coração sem técnica suficiente para a prática. Um advogado, por exemplo, com um mínimo de humanidade poderia fazer mais. O curso também pode ser achado em universidades públicas, mas é típico de faculdade privada.
O profissional típico. Lulo-petista no serviço público.
Os alunos típicos. O aluno típico quase sempre é mulher ou pobre, muitas vezes ambos. Um dos cursos preferidos de quem entrou na faculdade pelas cotas. Entrou no curso porque tem visão: a área social (assistencialista lulo-petista) está crescendo.

Concluindo

Se lembram da Eliana Calmon? É o tipo da coisa que acontece quando a gente aponta os males em uma profissão, uma faculdade, um curso, às vezes coisa que todo mundo conhece. Falamos de como os profissionais ou os alunos e um inconformado fala da PROFISSÃO EM SI como se QUASE TODOS eles fossem o que deviam ser. Enquanto a turma que tem honra às vezes está com medo de perder o emprego porque pratica o que tem de bom caráter.

Mas toda essa proteção é porque essa turma também sabe dos podres uns dos outros e minimiza tudo porque pode trocar favores. É a turma dos copiadores de trabalho, dos compradores de teses, dos padrinhos, das piranhas que o namorado "ajudava" no curso, até do passar a mão no dinheiro público. É a turma que odeia a verdade e a justiça, e odeia ouvir a verdade de quem tem moral pra dizer a verdade. É a turma das senhoras casadas que não aceitam a minha vida de safadeza dentro e fora da internet, mas passava na mão dos traficantes da faculdade. É a turma dos chefes que exigem isso ou aquilo no meu serviço com justificativas caindo da língua, mas outra hora manda fazer fora das normas. É a turma dos que me acham um monstro porque eu digo que Deus não existe e religião é um lixo, mas fazem fraude em nota fiscal na sexta e vão pra missa no domingo.

Curso fácil existe sim. O que não existe é ciência fácil, ainda mais para quem quer deixar alguma coisa boa. O que também não existe é moleza para quem quer ser um profissional sério. E além de faculdade vagabunda e aluno medíocre, existem muitos profissionais e estudantes não tão bons (para falar com jeitinho) que usam falácia pra defender a banda podre.

Um comentário:

  1. Gostei muito do: "Onde quem mais pode e sabe fazer é quem menos faz" vou até roubar para o meu. rsrs
    Que tal essa palhaçada?
    PERITOS INICIAM INVESTIGAÇÃO SOBRE AS CAUSAS DA MORTE DE JOÃO GOULART
    http://cinenegocioseimoveis.blogspot.com.br/2013/11/peritos-iniciam-investigacao-sobre-as.html

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