quarta-feira, 26 de fevereiro de 2014

Quem não é contra o lesbocomunismo é parte dele - parte 2: de onde saíram tantas mulheres contra o feminismo?

A gente está vendo uma turma cada vez maior de mulheres antifeministas. Uma mulher pode ser contra o LGBT-Feminismo só porque conhece o LGBT-Feminismo e tem um nível moral e mental suficiente para achá-lo abominável, além de ter brilho próprio suficiente para achá-lo inútil. Mas as mulheres contra o Feminismo têm alguns problemas tanto em por que quanto em como são antifeministas. Eu vou mostrar alguns tipos mais comuns de mulheres antifeministas mostrando os problemas de cada um e depois explico melhor no geral.

Tipo 1: mulher cristã tradicionalista feia e/ou velha sexofóbica

Ela tem três grandes motivos para ser contra o Feminismo: discorda do mundo provinciano dos anos 50, destruiu este mundo provinciano e, pensa ela, incentiva a luxúria hétero. Esse tipo entrou na adolescência sonhando em ser como a mãe ou a avó, anorgásmica, instável, idiota, frustrada e geralmente analfabeta, mas tratada com veneração pela comunidade e como autoridade pela família. Mas, mesmo com vários problemas do progresso feminista, socialista e pseudoateu no Brasil e em vários países do mundo, os filhos das jovens da década de 60 já chegaram aos 20 anos tendo estudado mais, se divertindo mais e sabendo mais do que elas. E pior para elas do que não serem vistas como alguém de um nível mais alto, como se ser mais velho deixasse alguém muito melhor, é saber que não merecem ser vistas como alguém de um nível mais alto. Elas vão conversar com outras comadres sobre como antigamente as pessoas eram mais honestas e as crianças eram obedientes por medo de serem espancadas, ops, disciplinadas, mas elas queriam mesmo é viver no tempo em que qualquer mulherzinha analfabeta com cara de que nunca teve um orgasmo na vida (e que nunca teve um orgasmo na vida) podia ser tratada com temor. Uma mulher desse tipo pode gerar confusão entre ser contra o Socialismo (incluindo o Lesbofeminismo) e querer a volta do século XIX.

Tipo 2: mulher cristã tradicionalista bonita esclarecida e com nível universitário

É quase o tipo 1, e tem um motivo a mais para ser contra o LGBT-Feminismo: como é casada, teme que o Socialismo e o Feminismo prejudiquem o marido ou o filho homem e ela não consiga segurar a onda. Como ela é bonita, bem formada e geralmente simpática, pode ter conseguido uma boa carreira não só pelo talento como pela amabilidade de muitos homens. E por conhecer a Bíblia e a história do Cristianismo, sabe que ser submissa ao homem nunca significou falta de vida social ou humilhação. Então, não deve nada ao Feminismo, e até pode ter tido problemas com mulheres colegas de trabalho feias ou feministas além de feias. Mas uma mulher desse tipo no antifeminismo tem quase o mesmo risco de associação que o tipo 1.

Tipo 3: lésbica independente bem-sucedida

Ela é mal acostumada desde menina, conseguiu uma bela carreira nas costas do marido ou do pai opressor e de velhotes importantes, ganha bem, tem status profissional. Como não precisa de homem (ela própria já disse isso várias vezes), é solteira, antissocial e simpática com um ou outro homem (mas cheia de risos e sorrisos com as colegas fúteis e imbecis). Um dia, ela se cansou de ser forte e independente e quer um homem para cuidar dela (eu já li um comentário não me lembro onde em que uma mocinha diz isso, depois de mostrar como ela não precisa dos homens). Isso pode ser depois que ela teve tido um filho e sentiu falta de ter tempo pra ele, ou quando ela sentiu falta de tempo até de lazer (já leu a matéria "Basta de igualdade", da IstoÉ de 08 de outubro de 2008?). Então, ela pode ver que os homens com "valor de mercado" além de serem cada vez em menor número, em geral são casados ou afeminados. E pouquíssimos deles estão interessados em casamento de contos de fadas com lésbicas cheias de si de 30 e poucos anos. Ela pode passar um tempo dizendo para os outros e para si próprias que são bonitas, pós-graduadas e bem-resolvidas e que são os homens que não estão à altura delas. Depois de levar de volta um pouco da falta de gratidão e de respeito que espalhou no mundo, vai começar a falar DE SI PRÓPRIA e de como os homens ficaram hostis às mulheres. Ela nunca vai se lembrar de que a força e a independência que para ela foi qualidade para um homem é obrigação.

Tipo 4: vadia em fim de carreira

É aquela história que a turma da Real conta: a moça, enquanto era jovem e desejada, desprezava os rapazes trabalhadores, estudiosos, de caráter e gentis enquanto fazia loucuras pelos piores homens; quando percebeu o "sex appeal" começando a cair, passou a dar mais atenção aos homens amáveis que ela desprezava antes para arrumar um casamento e dar pra um deles as sobras da própria vida, talvez incluindo um filho que ela teve quando o marido ainda era virgem. A primeira coisa que ela procura é um grupo religioso, geralmente uma igreja. Quando ela prega contra a promiscuidade ou a queda dos valores morais, ela não está só tentando esconder o próprio passado sujo, está se enturmando também. Indo rápido para uma igreja, ela ainda pode achar um homem de uns 30 anos virgem. Mas ela pode ver na igreja e no trabalho dela que as mulheres estão cada vez melhor profissionalmente enquanto os homens estão quase todos casados, com maus empregos, aposentados por invalidez, pagando pensão ou apenas sem interesse em casamento. Talvez ela já receba a pensão alimentícia de um ex-companheiro juntando com o dinheiro de um subemprego mais um trabalho informal, mas se ela quer ir muito além disso, vai ter com o que se preocupar. Com algum interesse de buscar explicações, ela pode tropeçar no Feminismo.

Tipo 5: Vanderneia

O Vandernei era um personagem do Casseta e Planeta (programa humorístico da Rede Globo, Brasil). Estava sempre numa sauna gay, rodeado de gays, sempre fazia algumas coisas suspeitas, mas jurava: "eu não sou gay". A Vanderneia diz que não é feminista, não é de esquerda e não se encaixa em rótulos ou ideias prontas (tipo aquela mocinha da parte 1 desta série). Mas só diz que é contra a violência da mulher contra o homem, ou da apologia a ela, para antifeministas. Mas quando se expõe um caso de um homem agredindo ou matando uma mulher, ela deixa as comadres lésbicas atribuirem a todos os homens a natureza de agredir e estuprar mulheres, e toda vez que se mostra um caso de patifaria feminina, ela vem dizer que não se deve generalizar. Mas quando um masculinista mostra uma pregação de ódio de feministas na década de 2010 ou na década de 1960, a Vanderneia diz que esta feminista é um caso isolado e é o masculinista que prega o ódio (misoginia). As críticas dela ao Lesbofeminismo são discordâncias em questões secundárias como serviço militar ou em pontos mais abomináveis como o aborto, mas ela só se manifesta em fóruns antifeministas, em fóruns não dominados por feministas ou em uma página pessoal. Ah, já leu o texto "Feminismo Híbrido", do Canal do Búfalo?

Tipo 6: vítima direta do Lesbossocialismo

Esposa de um homem que paga pensão alimentícia para a ex-companheira e a família está passando dificuldade, mulher com um bom emprego que trabalha com outras mulheres e passa aborrecimentos, mulher que perdeu vaga de emprego ou promoção por ser discriminada por outras mulheres, etc. E também pode ser uma mulher atacada diretamente por esquerdistas ou grupos de "representação popular" por dizer o que eles não querem. Mesmo sendo alvo direto, essa mulher raramente analisa a coisa mais fundo e descobre uma trama sórdida, como alguns homens comuns perceberam certas coisas e se tornaram referências pelo menos na blogosfera antifeminista.

Tipo 7: ex-militante feminista

Primeiro, ela não diz nada que já não esteja sendo dito desde fim de 2007 só no Brasil por blogueiros masculinistas sem muitos recursos que nem sempre podem mostrar o próprio nome. Segundo, ela não saiu, foi chutada depois de algum incidente dentro do próprio grupo de onde saiu. Aceitar uma mulher ex-feminista como colaboradora é dar ao Feminismo a chance de, como diz Olavo de Carvalho, se limpar na própria sujeira.

Conclusão

Eu defino Feminismo como justificar tudo que uma mulher é e faz, dar todo o suporte a toda a baixeza de espírito dela, dar a ela os direitos que ela tem e os que não tem só por ela ser mulher e defender o que satisfaz ou beneficia às piores mulheres como regra para a sociedade como um todo. Por isso feministas defendem ou nem comentam sobre mulheres que mataram ou fizeram falsa denúncia contra homens, enquanto querem linchar qualquer anônimo que tenha feito uma piada que elas não gostaram.

Há cinco dias atrás, uma sexta-feira, eu estava num ônibus que passa por uma faculdade e ouvindo uma ninfetinha universitária com o jeitinho típico de filhinha de papai falando no celular no banco de trás. Ela estava falando sobre o namorado dizendo que ele era infantil mas que não terminava o namoro porque gostava dele. Mas se ela desistisse dele, a fila ia andar. Até aí, é o que a turma da Real fala da mulher de hoje em dia. Mas ela disse uma coisa que me chamou a atenção: "se bem que está tendo muito veado" (paneleiro, em português de Portugal). Ah, e isso era umas 18:20 e eu não estava indo pra casa ainda, quando eu estava mesmo indo pra casa, eu peguei um ônibus da mesma linha e passando pela faculdade, umas 22:40, a mocinha pegou o ônibus também, dessa vez ela se sentou no banco da frente e estava com três amiguinhos, um com jeito de frouxo, um com jeito de burguês mimado e um com jeito de gay. Foi o resto da viagem, uns 15 minutos, com aquela conversa de hiena só de asneiras e futilidades. Mas o ponto onde que eu queria chamar a atenção de vocês neste caso é que até uma burguesinha mal acostumada, sem muita coisa que preste na cabeça e metida a gostosa pode já ter notado que a casa vai cair em breve, enquanto homens falam de namoradas autoritárias no trabalho como se fosse piada. Explicando melhor: ser contra pelo menos parte do Feminismo virou obrigação psiquiátrica para pessoas comuns e agora até estratégica para quem não tem patrimônio moral; defender o Feminismo na íntegra é coisa de lésbicas insensatas, sindicalistas e homens frouxos esquizofrênicos.

Mas dos tipos de mulheres contra o Feminismo acima, o tipo 1 é uma vaca retrógada que vive na época errada; o tipo 2 ainda pode dar uma publicidade melhor para a direita cristã e segurar rapazes sexualmente vivos que ainda estão lá, mas a moça teve o azar de nascer na época em que não dá pra escolher o melhor do tradicionalismo e o melhor do Feminazismo ao mesmo tempo; os outros tipos são lésbicas amorais que cairam do cavalo, que mal perceberam algum mal no Feminismo depois de muita dor pessoal; o tipo 5 é uma feminista que pelo menos tem alguma noção do perigo que o Feminismo vai trazer no futuro inclusive para ele próprio; os tipos 6 e 7 são idiotas inúteis.

Uma mulher deve muito aos homens, principalmente aos homens que prestam, inclusive a oportunidade de fazer feminismo no mundo desenvolvido. Se uma mulher não está interessada em fazer mais pela sociedade, principalmente os homens que prestam, do que a sociedade faz por ela, ou, no pior dos casos, recebe mais da sociedade ou dos homens bons do que dá a eles sem ter vergonha, humildade ou gratidão, ela deve ser classificada como feminista. Mas o que é ser uma mulher contra o Feminismo de verdade?

  1. A mulher contra o Feminismo tem talento intelectual e profissional para mostrar, tem caráter para fazer o bem para a coletividade e tem luz própria para ganhar a vida sem prejudicar o direito de ninguém, e sabe que só algumas mulheres medíocres e muito poucos homens, e não a sociedade, fariam alguma coisa para prejudicar mulheres como ela.
  2. A mulher contra o Feminismo faz o que pode contra o Feminismo, não o que não tem outra escolha além de fazer.
  3. A mulher contra o Feminismo se manifesta quando pode contra o Feminismo, não quando não tem outra escolha além de manifestar.
  4. A mulher contra o Feminismo vê um problema do Feminismo quando ele existe em princípio e mal se manifesta, não quando ele já fez danos suficientes para ser imoralidade e loucura não falar dele.
  5. A mulher contra o Feminismo trata uma mulher filha da puta como uma mulher filha da puta que não merece uma defesa corporativa, assim como os feministas tratam qualquer pessoa que critique essa mesma mulher ou o movimento como alguém que odeia as mulheres, ou consideram um homem que estupra e mata uma mulher como representante de todos os homens.
  6. A mulher contra o Feminismo não só reconhece que as mulheres não devem nada ao Lesbofeminismo quanto reconhece o quanto deve aos homens honrados do passado.
  7. A mulher contra o Feminismo reconhece que mesmo que existisse um assaltante estuprador em cada ponto de ônibus no fim de noite, não existem menos homens que condenam a violência contra a mulher.
  8. A mulher contra o Feminismo não tem caso de discordância com mulheres feministas, tem caso de isolamento, bloqueio no Facebook, amizade perdida, insulto, difamação, denúncia, ser chamada de fake, machista, misógina, homofóbica e racista.
  9. A mulher contra o Feminismo dá o melhor que pode oferecer para ser desfrutado pelos melhores homens, assim como qualquer lésbica "loser" mãe solteira com cara de macaco exige o melhor dos homens.
  10. A mulher contra o Feminismo faz a alegria dos homens que prestam, assim como eles fazem a alegria dela.
  11. A mulher contra o Feminismo não se incomoda de ver, ouvir ou fazer brincadeiras de duplo sentido ou de conteúdo sexual.
  12. A mulher contra o Feminismo sabe que o Feminismo é o totalitarismo lesbocêntrico de ódio aos homens, não uma causa nobre com problemas aqui e ali na teoria ou na militância.

Uma notinha final. Eu já contei algumas vezes que eu estou no A Vez das Mulheres de Verdade desde meados de 2006. Este trabalho foi tão "diferente" que o meu outro blogue, A Vez dos Homens que Prestam, já esteve no extinto agregador de blogues Central Masculinista, enquanto o A Vez das Mulheres de Verdade estava entre os recomendados. Até 2010 ou 2011, eram os únicos blogues escritos por mulheres com o antifeminismo como tema principal. Portanto, esse texto foi uma autopromoção contra as novatas, hehehehe.

Abigail Pereira Aranha

Texto original em português sem fotos e vídeos de putaria, no A Vez das Mulheres de Verdade: Quem não é contra o lesbocomunismo é parte dele - parte 2: de onde saíram tantas mulheres contra o feminismo?, http://avezdasmulheres.blog.com/2014/02/26/quem-nao-e-contra-o-comunismo-e-parte-dele-parte-2 e http://avezdasmulheres.livejournal.com/16499.html
Texto original em português com fotos e vídeos de putaria, no A Vez dos Homens que Prestam: Quem não é contra o lesbocomunismo é parte dele - parte 2: de onde saíram tantas mulheres contra o feminismo?, http://avezdoshomens.blogspot.com/2014/02/quem-nao-e-contra-o-lesbocomunismo-e_26.html
Parte 1, sem fotos e vídeos de putaria, no A Vez das Mulheres de Verdade: http://avezdasmulheres.blog.com/2014/02/16/quem-nao-e-contra-o-comunismo-e-parte-dele-parte-1 e http://avezdasmulheres.livejournal.com/16144.html
Parte 1, com fotos e vídeos de putaria, no A Vez dos Homens que Prestam: http://avezdoshomens.blogspot.com/2014/02/quem-nao-e-contra-o-lesbocomunismo-e.html

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