domingo, 14 de abril de 2013

Por que eu sou homofóbica (e por que você também deve ser)

Abigail Pereira Aranha

Muitos leitores, inclusive grandes amigos meus, ficam incomodados que eu quase sempre falo em lésbicas junto com algum xingamento, "lésbicas burras", "lésbica psicótica", etc. E desde 2007 eu sou chamada de homofóbica. Mas por que tanto ódio? Chegou o texto que as nossas inimigas esperavam desde 2007 para denunciar à polícia: vou confessar que sou homofóbica.

Primeiro, o que é homofobia? É ódio ou aversão a homossexuais? Mas é só não gostar mesmo ou fazer alguma coisa contra eles? Vamos discutir sobre homofobia. Eu até vou, pela primeira vez, não xingar as lésbicas, hehehehe.

Você acha que o homossexual está no direito dele de ser homossexual? Também acho. Ao contrário do que os lesbofeministas dizem, as nossas leis também acham. Mas chamar heterossexuais de imbecis pode, né?

Se nós dissermos que "homossexualidade" é antinatural, é doença, estamos defendendo estupro de lésbicas e extermínio de gays. Se um homossexual procura um pastor ou um psicólogo para deixar de ser homossexual, ele está sendo vítima de violência, o pastor tem que ser execrado ou o psicólogo deve perder o registro no Conselho Federal de Psicologia. Mas dizer que a heterossexualidade é antinatural para depois defender extermínio de homens pode, né?

Se nós dizemos que somos contra o casamento gay, estamos negando direitos aos homossexuais. Mas dizer que os brancos, os homens ou os heterossexuais fizeram todas as desgraças do mundo (nada de bom) pode, né?

O lesbianismo pode ser defendido em passeatas e na internet. Mas qualquer demonstração de heterossexualidade é no mínimo inconveniente. Se um homem vê pornografia ou revista Playboy, trata a mulher como objeto. Se um homem se aproxima de uma mulher pra conversar, a mulher pode achar que é assédio sexual, e nenhuma feminista se incomoda se uma mulher faz um homem inocente ir pra delegacia por nada. Uma simples loja de lingerie é símbolo da opressão dos homens heterossexuais contra as mulheres. Beijo hétero é inconveniente e pode ser proibido num bar. Beijo gay pode ser protesto.

E por que os que dizem pra nós que as lésbicas têm direito de serem lésbicas não dizem em páginas feministas que as não-lésbicas também têm direito de não serem?

Conclusão: não se pode argumentar de forma coerente que os homossexuais estão lutando por direitos deles. Aliás, onde os homossexuais são mortos por serem homossexuais, essa turma LGBT some.

Os homossexuais assumidos e contumazes só podem ser entendidos como tendo uma patologia sexual, mental e de caráter. O que não impede que homossexuais busquem tratamento, como qualquer doente consciente da doença. Os pederastas talvez só sejam fracos, criados sem referência masculina por mães ou avós autoritárias ou que acostumaram mal o moleque. Mas o lesbianismo não é só problema de sexualidade e horror a homem, também é complexo de superioridade, falta de femininidade e falta de capacidade de respeitar e conviver com o diferente. Afinal, elas não querem homem nem pra meter. E do complexo de superioridade e falta de capacidade de respeitar e conviver com o diferente vêm uma legião de outras falhas de caráter e de conduta.

E o feminismo, por ser um movimento lésbico, defende a criminalização da heterossexualidade. Por isso toda vez que falamos em falsas denúncias de crimes sexuais, elas nos aparecem com exemplos de estupro. Você nunca vai achar um masculinista defendendo estupradores, mas vai achar frases feministas igualando sexo heterossexual a estupro. O feminismo, por ser um movimento lésbico, defende a calúnia de mulheres contra homens. Por isso Maria da Penha não dá a mínima se homens inocentes vão pra cadeia com uma lei que tem o nome dela só porque a companheira mentiu dizendo que foi agredida por ele.

Na década de 50 ou na de 60, uma mulher não sorria para um homem nem trabalhava fora porque era oprimida pelo patriarcado. Mesmo hoje, algumas mulheres não conversam com homens na faculdade ou no trabalho porque são oprimidas pelo marido possessivo. Mesmo hoje, mulheres não "tomam a iniciativa" de levar um gatinho pra cama porque o machismo reprime a sexualidade feminina. Mas as feministas vão às ruas para defender o casamento lésbico e ainda defender o aborto, e pregam o lesbianismo como ato de resistência desde a década de 60.

E principalmente: as feministas só repudiam as canalhices femininas nos NOSSOS grupos, depois que NÓS expusemos os casos. E isso quando elas não nos acusam de justificar a violência contra a mulher porque mostramos casos de violência de mulher contra homem. E isso quando elas não nos acusam de defender pais irresponsáveis não pagarem pensão para os filhos porque mostramos mulheres que abusam da pensão alimentícia. As feministas, porque formam um movimento lésbico, nunca falam contra extremistas, golpistas da pensão alimentícia ou agressoras de homens na própria casa. Diga que as mulheres não valem nada nos nossos grupos e você pode ser expulso por misoginia. Diga que homens são estupradores e assassinos em potencial nos grupos delas e não acontece nada.

Por isso que todo homem com inteligência e caráter deve ser "homofóbico". Aversão aos homossexuais pela hipocrisia e pelo mau caráter; ódio, pela soberba e pelo golpismo nazi-soviético. E por odiar o homossexualismo por isso, é desnecessário bater em homossexuais. Aliás, querer mudanças nas leis e no país como um todo em nome de combater uma homofobia de 200 ou 300 assassinatos de homossexuais por ano, como se matar um homossexual fosse legalmente diferente de matar um heterossexual, e se os homossexuais são 10% da população e são 50.000 homicídios por ano não podiam ser menos de 5.000, não pode ter outra explicação senão soberba, desprezo ao próximo, cinismo ou no mínimo burrice.

Atualização de 16/04: poucas horas depois de publicar esse texto, eu estava visitando um amigo no Facebook e ele tinha compartilhado (com alguns "PUTA QUE PARIU!") o artigo "Por que a heterossexualidade não é natural?", do Leandro Colling, "professor adjunto da UFBA, coordenador do grupo de pesquisa Cultura e Sexualidade (CUS), ex-presidente da Associação Brasileira de Estudos da Homocultura, ex-integrante do Conselho Nacional LGBT e é Conselheiro Estadual de Cultura da Bahia", publicado no iBahia. Leiam se tiverem saco. Depois, Valerie Solanas, Andrea Dworkin e outras lésbicas loucas eram só casos isolados.

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Infelizmente, os caras são feios.

Desafortunadamente, los chicos son feos.

Unfortunatelly, the guys are ugly.

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