segunda-feira, 25 de janeiro de 2010

As mulheres provocam uma escassez de sexo para se valorizarem

O pensamento feminino opera de acordo com a seguinte lógica:

As mulheres, de um modo geral, são extremamente competitivas entre si em todos os aspectos, em especial no tocante aos relacionamentos amorosos, onde vêem no próprio corpo o bem sumo de sua existência e seu próprio valor enquanto pessoa.

A forma com que expõe esse produto no mercado de relacionamentos se dá através da acentuação de seus dotes sexuais, e quanto mais homens excitar sexualmente, maior será o valor de seu produto (corpo).

E para aumentar seu preço num mercado altamente competitivo, colocam seu produto (o corpo) em escassez como forma de elevar seu preço de mercado a níveis absurdos, pois sabem que o princípio fundamental que rege a economia de todos os mercados está alicerçada na lei da procura e da oferta, e que quanto maior é a quantidade de um produto neste mercado, menor é o seu preço, assim como quanto menor for a quantidade, maior será o preço.

E como a existência de mulheres liberais e pouco exigentes quanto à sua sexualidade representa a proliferação de seu produto no mercado, e consequentemente a desvalorização do mesmo (em termos monetários) em razão de sua abundância, resulta daí todas estas crenças e mitos ridículos e absurdos em torno da sexualidade feminina, onde as pseudo-santas vêem no moralismo uma forma de evitar que seu preço de mercado entre em queda.

Assim, através deste falso moralismo, cria-se uma escala de valores e uma série de aparatos de controle para fazer com que tais valores se perpetuem através de instituições como a igreja, a família, a escola etc, onde o homem cresce ouvindo o que é certo e errado naquilo que tange seu agir e proceder.

Dessa forma, o homem se condiciona a ver mulheres liberais sexualmente como pessoas imorais e de pouco valor sem compreender que a razão disso tudo se deve a existência das pseudo-santas, que com o objetivo de se valorizar (e de criar atrativos para aumentar o preço de seu corpo para homens exclusivamente ricos e poderosos), desvalorizam e depreciam qualquer mulher que contrariar tais princípios e agir em conformidade com os impulsos e desejos sexuais.

O sentido de “colocar o corpo em escassez” significa apenas exibí-lo, mostrá-lo, mas não oferecê-lo ao homem sem antes receber algo de valor em troca.

Em verdade, o que estas pseudo-santas e pseudo-moralistas colocam em escassez é o sexo propriamente dito, e para fazer com que os homens assimilem a idéia de que são melhores que outras mulheres liberais quanto à prática do sexo, aprendem um conjunto de hábitos, costumes e práticas “politicamente corretas” relacionadas ao seu agir, proceder, vestir e falar.

Estas mulheres vão à igreja, aprendem a rezar, praticam atos voluntários de caridade, falam línguas e uma série de modos padronizados de conduta e etiqueta que nada mais são do que “máscaras” utilizadas em situações específicas para esconder a “prostituta enrustida” que existe por trás de uma suposta “moça de bons costumes”.

Mas aí pergunta-se: por que se escondem atras destas “máscaras”?

Por que é justamente através destas máscaras que conseguem ludibriar e dobrar os homens através de um método de dominação no qual denominei de “sexo por recompensa”.

Isto é, o sexo seria como um prêmio dado aos homens que se dispusessem a satisfazer seus desejos egoístas por vida ociosa e baseada em regalias e mordomias.

Já em relação às liberais, o móvel que dá impulso à prática do sexo é o próprio prazer.

Mas, e se retirassem esse moralismo sobre as mulheres liberais? O que aconteceria?

Aconteceria o seguinte: os homens, no geral, que geralmente têm que se fuder na vida (“trabalhar, estudar, buscar qualificação, ascenção profissional, social e ainda por cima aprender uma série de hábitos, atitudes e tendências de comportamento unicamente visando a aceitação de certas mulheres, que em troca disso tudo oferecem apenas sexo de má qualidade e amor cínico”), passariam então a evitá-las e a procurar as liberais, já que estas, ao contrário das pseudo-moralistas e pseudo-santas, não cobram nada do homem além do prazer.

Ou seja, em relação às liberais teríamos uma troca recíproca e justa, onde ambos se entregam aos seus instintos naturais levando em conta somente o prazer que um irá proporcionar ao outro.

É por essa razão que as pseudo-moralistas e pseudo-santas temem tanto as liberais.

Não há nenhum outro motivo.

Logos

Comentário ao texto "Minha vida sexual não me desqualifica"

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