segunda-feira, 27 de junho de 2011

Reclamar de quê? (Willian Santana)

Algumas mulheres com idéias de uma "supremacia feminina" têm lido muita mitologia grega... Será que querem implementar uma república feminazista tendo como exemplo Hipólita, a rainha das Amazonas? Acredito que essas feministas, feminazistas e outras coisas do gênero acham que podem viver sem os homens, ou subjulgando-os. O que tanto reclamam as mulheres que acham que não têm espaço na sociedade?

Vejamos quantas mulheres no poder supremo de um país nós temos e tivemos: Brasil, Argentina, Alemanha, Filipinas, Inglaterra (Oh Maggie, Maggie what have we done? - The Post War Dream, Pink Floyd - Roger Waters faz muitas referências a Margareth Tatcher, ex-Primeira Ministra Inglesa, a famosa Iron Maiden (A Dama de Ferro) – que também inspirou o nome da banda inglesa Iron Maiden). Só pra gente ter idéia, vejamos quantas mulheres compõem o Governo Federal Brasileiro atualmente:

Presidência da Republica - Dilma Vana Rousseff

Casa Civil da Presidência da República - Gleisi Helena Hoffmann

Ministério da Cultura - Ana Maria Buarque de Hollanda

Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome - Tereza Campello

Ministério do Meio Ambiente - Izabella Teixeira

Ministério do Planejamento Orçamento e Gestão - Miriam Belchior

Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República - Helena Chagas

Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República - Maria do Rosário

Secretaria de Políticas de Promoção da Igualdade Racial da Presidência da República - Luiza Helena de Bairros

Secretaria de Políticas para as Mulheres da Presidência da República - Iriny Lopes

Secretaria de Relações Institucionais da Presidência da República - Ideli Salvatti

Não são pastas de maior destaque, é claro, mas lembremos também de Zélia Cardoso de Melo, a única mulher até hoje a ocupar o cargo do Ministério da Fazenda (sim, com uma dose de nepotismo, mas foi...).

O que reclamam? O que querem? Nem todas precisam da beleza que disfarça a mediocridade, muitas não têm tal beleza mas a compensam com inteligência. Não estou falando das mulheres bonitas e inteligentes (muitas delas – a maioria - sórdidas), mas sim das que não tem uma beleza exterior tão grande assim e são inteligentes, educadas e acima de tudo, humanas. Sim, mulheres que prestam existem, mas não são aquelas “top de linha”. Tenho uma teoria que, na prática, é o que vemos por aí: quanto mais bonita for a mulher, quanto mais olhares ela atrai e mais arrogante ela é. Por quê? Simples: uma mulher dessas não vai se contentar com um cara que tenha casa própria no subúrbio, um carro (um Gol, por exemplo) e um salário de até R$ 3.000,00 por mês. Ela vai querer alguém com cargo de gerência, no mínimo, um salário acima de R$ 5.000,00 por mês, carro importado (no mínimo um Honda Civic) e morador da Zona Sul do Rio (diga-se: de Botafogo em diante). Essas mulheres realmente atraem os olhares, mas nós, homens que prestam, que têm um salário inferior a R$ 3.000,00 por mês não podemos nem sonhar em ter uma dessas um dia. Os olhares delas são direcionados aos mais altos, e se sujeitam a relacionamentos com “homens que não prestam”. Mas voltemos às mulheres de verdade, aquelas que não são Amélia, mas que andam lado a lado com seu homem.

Não é justo apenas atacarmos as canalhices femininas e deixarmos de falar das que não são assim. Mulheres de verdade são aquelas que não são bonitas, mas usam a inteligência; são aquelas que assumem o que são e o que fazem, e nisso incluo assumirem que são sexualmente ativas com mais de 1 parceiro, sabem conversar além do capítulo da novela de ontem; são as que não escondem a inteligência, e a usam para subir nos cargos sem pisar nos homens (e mulheres) abaixo delas. São as que são felizes por serem o que são: gordas ou magras, viúvas ou solteironas, jovens e velhas.

E onde estão elas? Prestem bem atenção: elas podem estar do seu lado agora mesmo!

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