quinta-feira, 25 de agosto de 2011

O feminazismo chegou à Justiça - parte 1: Bruno e Fábio Willian mataram vadias e foram presos, Severina matou o pai e foi absolvida

(revisão do texto "A justiça misândrica: goleiro Bruno, Fábio William e campanha da Bombril", 26/08/11)



O feminismo está deixando cada vez mais claro pra quem tem sanidade e inteligência que não é um movimento para defender mulheres oprimidas pelos homens, é um movimento por um totalitarismo anti-pica. Mulheres sempre são vítimas, homens sempre são maus ou inferiores. Homens feministas (manginas1), peguem as suas bolas de volta no lixo antes que se arrependam.

O caso do Fábio foi citado em outro texto. O cara é humilhado, corneado, o juiz manda ele se afastar da mulher e ela fica encostada nele, e quando ela provoca e ele reage é ele que é o cara mau? A justiça queria o quê? Que ele fosse à polícia? Quando um homem vai dar queixa de uma mulher, ele vai ter sorte se o delegado não debochar dele nem falar pra ele deixar isso de lado.

Se a Maria Islaine acreditasse no senso de dignidade de um homem que presta, ela estaria pedindo pra morrer. Mas não importa, mulher é sempre vítima.

Esse caso consegue ser pior que o caso do goleiro Bruno. Aliás, o advogado que defende o Fábio é o mesmo, o Ércio Quaresma. Lembrando, o Bruno foi condenado pela justiça e pelo povo porque supostamente deu um fim a Eliza Samudio, uma maria-chuteira que tentou se aposentar em grande estilo com o golpe da barriga. E é possível que a desgraçada esteja viva. Há quem diga que ela está na Argentina com o pai dela.

O recado lesbonazista nestes dois casos é: nós mulheres vamos fazer o que quisermos com os homens, e ai deles se eles reagirem. E a ameaça não é aos cafajestes, assassinos, estupradores, é aos homens que prestam. Não é estranho que as queixas de violência contra a mulher aumentaram depois da lei Maria da Penha?

Ah, mas nada justifica o assassinato. Quer dizer, nada justifica o assassinato de uma mulher. Ou alguém já disse essa frase quando uma mulher matou o marido? Se você é homem, quantas vezes uma mulher já veio pra você com aquela cara horrorosa de animal selvagem raivosa por alguma coisa que nem você sabe nem ela se preocupa em explicar? Se você é mulher, quantas vezes você é essa mulher?

Ah, tem algum feminista aí que não gostou? Então, vou contar uma história.

Severina Maria da Silva, uma agricultora de 44 anos de Caruaru (PE), era estuprada pelo próprio pai desde os 9 anos pelo próprio pai, engravidou dele doze vezes. Por fim, mandou matar o pai. Foi julgada e o promotor do Ministério Público de Pernambuco, José Edvaldo da Silva, pediu a absolvição da mulher. Para ele, a acusada foi vítima de coação moral irresistível. Os dois conhecidos da agricultora que cometeram o crime foram condenados. Ela foi absolvida.

E aí, qual a diferença? Algum feminista quer tentar responder? Algum feminista quer tentar provar que defender Fábio Willian ou Bruno é ser a favor do patriarcado e atacar Severina também é ser a favor do patriarcado, da violência contra a mulher, etc? Sabe qual é a diferença? É que violência de mulher e violência contra a mulher são duas coisas diferentes.

E olha que interessante: no caso Fábio Willian e no caso Severina o júri era formado por quatro mulheres e três homens.

Abaixo o apedrejamento moral de Fábio Willian e do goleiro Bruno! Meninos, quem já tem vergonha de ser homem ou idolatra as mulheres pegue as bolas de volta no lixo e reaja ao nazismo lésbico antes que seja tarde.

Ah, Bombril na minha casa nunca mais! Mas esse é assunto da parte 2.

Abigail Pereira Aranha

1 Mangina: Traduzindo do inglês é a junção das palavras man = homem e gina que vem de vagina. Ou seja: homem-vagina. O homem-vagina é o homem que sempre coloca a mulher num pedestal e a valoriza acima de tudo, geralmente visando fins sexuais. Como são desesperados por mulher, colocam em detrimento até a família e/ou amigos por causa delas.

Copiei esta nota do texto "Era Jesus um mangina?", do Canal do Búfalo. Por falar do Canal do Búfalo, vou copiar mais uma coisinha de lá, pra dar uma força pra eles:


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Mais uma vez, gostaria de pedir a todos que estão lendo para assinar a petição feita para o Estatuto do Homem que está rolando no congresso. Ele ainda não é o suficiente para contrabalancear a sacanagem que já ocorre contra os homens na justiça atualmente, mas já é um passo e tanto. Por favor pessoal, vamo divulgando essa petição por aí, se você tem blog divulgue lá também e vamos cada um fazer nossa parte para sermos ouvidos!


Para assinar a petição, clique neste link:


http://www.abaixoassinado.org/assinaturas/assinar/8716


Para saber mais sobre o que propõe o Estatuto do Homem, leia aqui:


http://www.abaixoassinado.org/abaixoassinados/8716


Obs: Se possível, na área de comentários da sua assinatura na petição, coloque daonde que você fo redirecionado para assinar a petição. Exemplo, se você viu a petição aqui no blog e foi lá assinar, na área de comentários coloque algo como “Vi esta petição no blog http://canaldobufalo.galacta.org/” ou só o link do blog mesmo. Porque para isto você estará mostrando para eles que estamos começando a formar um movimento organizado!


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Para quem ainda não assinou, ASSINEM a petição que está sendo feita contra os comerciais misândricos vergonhosos feitos pela Bombril. Por favor, vão neste linkhttp://www.peticaopublica.com.br/PeticaoVer.aspx?pi=ABRAPAI e façam sua parte!


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Júri absolve agricultora que tramou morte do pai

Redação do DIARIODEPERNAMBUCO.COM.BR

25/08/2011 | 14h12 | Justiça

Laís Telles/Esp. DP/D.A press


Um abraço emocionado de quatro dos cinco filhos selou, no início da tarde de ontem, o novo destino da agricultora caruaruense Severina Maria da Silva, 44 anos. A decisão judicial que a livrou da condenação pela morte do próprio pai, Severino Pedro de Andrade, apontado como autor de abusos sexuais cometidos contra ela por 28 anos, virou mais uma página da dolorosa história de vida da mulher e pôs fim ao polêmico julgamento, que envolveu ordens de prisão e até um desaforamento a pedido do Ministério Público. Apesar de confessar publicamente e durante a sessão ser a autora intelectual do crime, Severina foi inocentada pelo júri.


“Só quero voltar para minha casa, com meus filhos, e poder trabalhar”, desabafou ao saber da sentença. Estuprada desde os nove anos pelo próprio pai, de quem teve doze filhos, Severina repetiu para os jurados as atrocidades de que foi vítima durante quase três décadas de abusos e admitiu que, diante do temor do estupro de suas filhas, ao mesmo tempo filhas e netas do agressor, resolveu mandar matar o pai.


Por quase três décadas, a agricultora foi obrigada pelo genitor a viver maritalmente com ele. As agressões sexuais começaram aos 9 anos, com a conivência da mãe. Aos 15 anos, Severina teve o primeiro dos 12 filhos, a maioria morta em decorrência de problemas genéticos, da falta de acompanhamento médico e por causa das agressões físicas praticadas pelo pai-avô dos bebês. Apenas cinco das crianças, hoje com idades entre 12 e 19 anos, sobreviveram.


Por 28 anos, de acordo com o relato feito ao júri - formado por três homens e quatro mulheres -, Severina foi subjugada e abusada, com o conhecimento da família. Em 2005, quando Severino ameaçou abusar uma das filhas-netas, de 11 anos, Severina resolveu mandar matá-lo. A morte foi encomendada a dois conhecidos da agricultora ao preço de R$ 800. Os executores do crime, Edilson Francisco de Amorim e Denisar dos Santos, foram condenados e cumprem pena em Caruaru.


Durante a acusação, o promotor do Ministério Público de Pernambuco, José Edvaldo da Silva, surpreendeu os presentes ao júri pedindo a absolvição da ré. Para ele, a acusada foi vítima de coação moral irresistível. “Ela não teria outra forma de defender-se, ainda que envolvendo violência”, justificou, contrariando a posição inicialmente adotada pelo MPPE, que solicitou o desaforamento do júri de Caruaru para o Recife alegando suspeita sobre a imparcialidade do corpo de jurados.“Eu não poderia, nem teria condições éticas, de pedir a condenação desta mulher quando não se poderia exigir dela outra conduta e quando ela deveria era ser indenizada pelo Estado”, ponderou o promotor. Para ele, Severina foi, de fato, vítima de mais de 5 mil crimes não julgados ou investigados.


O argumento, o mesmo utilizado pela defesa da acusada, foi reforçado pelo fato de Severina já ter procurado as delegacias de Caruaru e Brejo da Madre de Deus cinco vezes na tentativa de denunciar as agressões, todas sem sucesso. De acordo com um dos advogados de defesa, Gilvan Florêncio, a decisão será analisada pelos advogados para verificar a possibilidade de Severina iniciar um novo processo, desta vez contra o Estado, para pleitear o pagamento de indenização pelos danos sofridos.


Por conta da morte do pai, Severina ficou um ano e seis dias detida na antiga Colônia Penal de Garanhuns. “Se Deus quiser, minha mãe vai querer voltar a falar comigo e eu vou esperar por ela. Minha vida vai ser diferente daqui para a frente”, resumiu.


Por Ed Wanderley


http://www.diariodepernambuco.com.br/nota.asp?Materia=20110825141246

Um comentário:

  1. Bom, eu devia ter postado no blog a resposta que eu mandei por e-mail sobre o Fabio William. Resumidamente, falei que, embora não condene o cara, acho que ele teve motivos suficientes para cometer o crime, penso que ele perdeu a razão ao matá-la. Então, não é se ele está errado e ela é vítima; os dois estão errados. Ela é culpada da própria morte, mas cabia a ele ser racional e sair fora dessa. Não penso isso por ser ele homem ou mulher, mas por fazer o que fez. É como nos casos de bullying. Quem provoca uma briga, ainda que saia perdendo, que apanhe mais no final, é culpado de seu próprio castigo, mas quem cede também está errado. Menos errado, mas errado assim mesmo.

    Quanto a agricultora, penso o mesmo. O pai a estuprava, então, é responsável pelo destino que teve. Mas isso não dá direito a mulher de matá-lo. Matando, perdeu a razão, e, assim como o pai, passouo a estar errada. Trocando os gêneros de lugar, penso o mesmo desse caso do que disse acima. Mas aqui acrescento um comentário: Estou próximo a uma grande cidade, tenho acesso a internet, biblioteca, e a informação em geral, tenho formação universitária, e me considero relativamente culto, consciente e informado. Mas não creio que esses sejam fatores necessários para que alguém pense como eu sobre o seguinte: Se meu pai deveria me amar, me proteger e me dar carinho, mas na verdade está me espancando e me estuprando, não acho que dê pra ficar pior que isso, eu vou é sumir no mundo. Não importa se vou morar debaixo de uma ponte, pedir esmolas, trabalhar num subemprego, ou ter uma vida de merda. "Pior do que tá não fica" (já ouvi isso antes... rs!). Então, não vejo motivo racional para uma pessoa aguentar esse situação por 30 FUCKING YEARS! 30 ANOS é tempo pra caralho! É minha vida inteira e mais alguns anos de brinde! Como levar 30 anos pra fazer alguma coisa?! Se ela tava acorrentada, algemada, presa num calabouço, é uma coisa, mas viver 30 anos, e ter 12 FILHOS! E continuar a vida normalmente... vou até dar um desconto, e aceitar que denunciar para um policial do interior pode não dar resultado, o cara pode não acreditar, ou simplesmente ignorar a situação dela (já ouvi falar de coisas sobre alguns policiais da região que me fazem aceitar essa possibilidade), porque alguns policiais lá realmente são tão sábios quanto um camundongo em coma, mas dava pra falar com um dos médicos, não?! (Ou ela deu a luz a 12 filhos e passou 30 anos sem ver UM médico que seja?!) Um médico tem instrução suficiente pra ssaber que isso é inaceitável, e tomaria alguma providência. Então, quando ouço falar desses casos (geralmente) do nordeste, de mulheres que vivem situações humilhantes POR LONGOS PERÍODOS DE TEMPO, pra mim é falta de força de vontade e de disposição pra encarar a situação e buscar novas perspectivas para as próprias vidas.

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