quarta-feira, 12 de abril de 2017

Os porcos na sala

Abigail Pereira Aranha

Os muçulmanos não vão dominar o Ocidente. As feministas radicais não vão governar nem a Islândia. Não vai ser crime ser heterossexual. Até a família tradicional está longe do risco de extinção enquanto nós estivermos vivos. Quem tem medo disso pode se preocupar com a possibilidade de vivermos alguma coisa pior do que já temos, mas o perigo é outro.

A cultura árabe-muçulmana é semianalfabeta, ridícula, megalomaníaca, neurótica e latrocida, prova disso é que o livro sagrado dela é uma imitação mal organizada do Hexateuco judaico-cristão com vaga referência aos Evangelhos. Os projetos sociais do Feminismo que preveem uma população reduzida de homens deveriam a sua viabilidade, se ela existisse, ao trabalho técnico-científico de homens de todo o mundo ao longo de milênios, o que já mostra o quanto os homens seriam descartáveis. O mundo até poderia ter alguma qualidade de vida sem todas as invenções de homens brancos europeus em particular e das sociedades europeias, mas não seria muito gostoso. Então, o Islamismo, a defesa do Islamismo no Ocidente, o LGBT-Feminismo e o africanismo não podem nos levar a um modelo de sociedade viável e, por isso, vão chegar a algum ponto de sociedade que nem mesmo é desejável, talvez nem para os próprios militantes.

O verdadeiro problema é duas questões ao mesmo tempo. A primeira é quem está por trás dessas porcarias todas. A segunda é até onde esses agentes podem chegar (o que pode ser menos do que até onde eles querem chegar). Quem já ouviu o que as lesbofeministas falam ou leu o que elas escrevem sabe que elas não têm estrutura intelectual ou psiquiátrica para ler um comentário em rede social que as contrarie; e sabe que quase todas elas não têm conexão com o mundo real não digo para perceber como o que elas dizem é sandice, mas para perceber que 4 em cada 5 ou 9 em cada 10 mulheres não querem ser identificadas como feministas. Então, sem o dinheiro grosso, a publicidade, a proteção policial-jurídica e até os cargos públicos que elas recebem, quase toda a militância feminista seria um grupo disperso de lésbicas psicóticas que não conseguem se firmar em um emprego; a parte melhor seria respeitada e até ouvida com atenção quanto a uma ou outra queixa, mas também seria um grupo disperso. O Feminismo moderado até poderia ter sucesso desde que não enchesse o saco. Mas o Islamismo não tem o que oferecer ao Ocidente, é o Ocidente que tem o que oferecer aos países islâmicos, e quando os muçulmanos são recebidos aqui, ainda cometem crimes ou apoiam os irmãos que cometem. Se tudo que justifica a tolerância à onda de crimes muçulmanos dentro do mundo decente e contra cristãos nos países muçulmanos fosse o petróleo, as potências europeias poderiam ter colonizado o Oriente Médio no começo do século XX como colonizaram a América ou a África nos séculos XVI e XVII, ou como a Inglaterra colonizou a Índia no começo do século XX; e se os colonizadores tivessem dizimado os árabes, sentiríamos tanta falta da cultura árabe quanto sentimos da cultura asteca ou da guarani.

Ah, e plano de uma elite mundial para a destruição da família é conversa de pregador substituto de igreja de distrito de cidade pequena do interior. Quem diz que uma mulher de biquíni num filme que um adolescente assiste na televisão à tarde é ameaça à família confirma tudo que a parte mais sensata da esquerda diz contra o Conservadorismo. Outra coisa: não existe sexualização da sociedade nem erotização infantil, existe gente molestada intelectualmente e psicologicamente na infância por vacas caipiras que nunca tiveram um orgasmo na vida. Ninguém vai destruir uma sociedade procurando sexo, mas muita besteira já foi feita para uns atrapalharem o prazer dos outros. E viva a licenciosidade!

Para dar um exemplo rápido para quem é do Brasil: como Dilma Rousseff conseguiu resistir na Presidência da República sendo a pessoa mais patética e desequilibrada que já ocupou o cargo, tomando inclusive remédios psiquiátricos na época do processo de impeachment, tendo mais de 60% de rejeição e com dois anos de manifestações populares pelo impeachment, algumas delas as maiores manifestações de rua da história do Brasil e todas maiores que as manifestações a favor dela? Se lembra da piada da tartaruga no poste, que já foi usada para ela e para o Lula, que você olha pra tartaruga e não acredita que ela esteja lá e sabe que ela não chegou lá sozinha?

Mas quem tem poder para permitir é quem tem poder para proibir, ou pelo menos se opor. É por isso que os nossos países ainda não foram invadidos pelo Islã ou pelo Feminismo: nós temos governantes e pessoas de influência que são homens simpáticos ao Feminismo, brancos simpáticos à eurofobia e ocidentais simpáticos ao Islamismo. E quem promoveu essa confusão toda não vai ter a neta agredida por não usar xador nos Estados Unidos, nem vai ser um homem branco chefiado por uma lésbica negra extremista. "Eles" vão deixar o ISIS, o Feminismo Radical, o Black Lives Matter ou a militância universitária ir até onde foi planejado que eles fossem, ou até onde convém, ou até onde eles começaram a encher o saco. Mas isso não é só porque quem permite as sandices dessa turma têm poder para deixar de permitir (ou não seria permissão, seria rendição), também é porque essa turma não pode criar outro modelo sustentável de sociedade, tanto por falta de recursos quanto por deficiências intelectuais. O movimento esquerdista pode até destruir a nossa sociedade, mas para dar origem a outra sociedade que quem manda na armação toda quer, não o que a Marcha das Vadias ou os porcos-bomba fazem nas ruas do Ocidente. Ter medo de uma distopia feminista ou uma invasão islâmica no Ocidente é achar que a manada de porcos começa a mandar na fazenda quando entra na sala da casa dos donos.

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