segunda-feira, 24 de novembro de 2014

Cristãos tradicionalistas de direita, defendam os direitos humanos: VOCÊS vão precisar deles

Abigail Pereira Aranha

O pior lugar do mundo não é onde os criminosos ficam impunes, é onde as pessoas honradas só têm a perder. Os criminosos "profissionais" se enfrentam, se matam, se evitam ou se temem. Mas quando as pessoas honestas são prejudicadas e são obrigadas a amargar o dano, são o resto da população e o que devia ser a justiça que estão agindo contra elas. O problema dos Direitos Humanos no Brasil e em outros países não é que os bandidos têm direitos, é que os cidadãos honestos perderam direitos, e desses direitos perdidos por cidadãos de bem vieram os direitos dos bandidos ou simplesmente caluniadores. Então, não devemos tirar direitos dos criminosos, devemos pegar de volta os nossos.

Talvez o caso mais evidente disso seja o dos adolescentes criminosos. Com certeza, eles devem perder o direito de ter uma pena menor que a de um adulto que comete o mesmo crime. Mas por trás dos crimes dos adolescentes criminosos estão o cidadão de bem não terem o direito de ter uma arma, o professor ter a Secretaria de Educação se unindo aos seus piores alunos contra ele e o pai ou a mãe estarem sujeitos a qualquer denúncia anônima ao Conselho Tutelar.

Devemos defender o fim da denúncia anônima. Se há alguém de quem o denunciante precisa esconder a identidade, é o denunciado; esse anonimato é segurança para mulherzinhas caluniadoras, porque a pessoa escapa de ser presa por falsa comunicação de crime e calúnia se a denúncia é mentirosa. Então, os disque-denúncia servem, na prática, para otários fardados brincarem de Charles Bronson a reboque de intrigas de lésbicas anorgásmicas. Por exemplo, o telefone 181, para crimes contra mulheres, não diminuiu nem as denúncias nem os crimes contra mulheres, porque os verdadeiros homens violentos são tirados da delegacia pelas próprias esposas agredidas.

Homens direitistas pró-família, não sugiram nada contra o estupro. Primeiro: já temos leis contra há muito tempo. Segundo: estupradores são repudiados até nos presídios. Isso para tratarmos dos criminosos reais. Quando uma mulherzinha ou um desafeto quer prejudicar um homem honesto, em geral de excelente reputação, uma das primeiras ideias é uma denúncia falsa de estupro ou assédio sexual. Uma ótima política para destruir a honestidade: um homem com uma boa formação, um bom currículo, exemplar como profissional e como pessoa, é denunciado por assédio sexual ou estupro por uma lésbica que nunca lhe deu um bom dia, é condenado informalmente por um exército de lambe-saltos mal informados, é preso sem provas, é inocentado meses ou anos depois porque a vaca confessou a mentira, nunca mais consegue trabalhar no que trabalhava antes e ninguém precisa pagar por isso.

Por motivos semelhantes, vamos esquecer a "pedofilia" (na verdade, abuso sexual de menores). E há mais um motivo: um crime assim é tão horrível que não devia ser mencionado sem provas. Mas qualquer ex-mulher mau caráter acusa o ex-marido de abusar sexualmente de uma filha pequena para ficar com metade dos bens do casal mais uma pensão e ainda deixar o homem longe dos filhos. Ou qualquer homem que consegue envergonhar a militância socialista-feminista com um blogue ou um canal no Youtube pode ser acusado de "pedofilia".

Ah, e os homens e as mulheres tradicionalistas de direita precisam defender os direitos das prostitutas de serem prostitutas, dos clientes das prostitutas de serem clientes das prostitutas, de quem produz pornografia de produzir e de quem consome pornografia de consumir. Quem combate a prostituição e a pornografia tenta legislar sobre quem tenta ter mais orgasmos do que ele(a) e colabora para o Socialismo e o Feminazismo. Discuti sobre isso em "Viva a prostituição, a pornografia e... as liberdades civis" e na série O Puritano-Feminismo.

Vamos também rejeitar a pena de morte. Se fosse mesmo uma medida de segurança pública, seria um fracasso de milhares de anos. Poderia ser aceitável se fosse aplicada em flagrantes, como descrita no Pentateuco, e ainda assim apenas em casos de assassinato. Mas pelo menos no Brasil não conseguimos sequer prender os autores de 10% dos assassinatos. Por acaso, a maioria dos lugares onde a pena de morte é aplicada é de países subdesenvolvidos atolados em ditaduras islâmicas ou socialistas. Nos Estados Unidos, muitos foram ou passaram perto de serem executados por falsa denúncia, alguns deles por serem ativistas de direitos de minorias.

Eu já ia escrever este texto e o professor Olavo de Carvalho postou no seu Facebook em 03 de novembro: "Existem ainda remanescentes de uma velha direita policialesca, irracionalista, machista, moralista (da vida alheia) até à demência, visceralmente antinordestina, às vezes anti-semita e sempre supremamente cretina. Essa direita tem de ser EXTINTA antes que se possa oferecer qualquer resistência séria à ditadura petista. Não é por uma questão de imagem. É que andar com maluco faz mal à saúde." (https://www.facebook.com/olavo.decarvalho/posts/10152786360542192)

Devemos defender um sistema penitenciário de onde um criminoso possa sair recuperado e com perspectiva de levar uma vida honesta. Devemos defender um sistema judiciário onde os acusados serão julgados com lucidez e sabedoria segundo fatos, provas e leis justas, assegurada a possibilidade de defesa, e só comprovada a culpa vai mandar o condenado para este sistema penitenciário. Devemos defender um ambiente onde qualquer policial, juiz ou político envolvido em corrupção, formação de quadrilha ou negligência seja exposto à execração pública. Tudo isso preservado o direito das pessoas honradas de proteger os seus direitos sem ou antes de solicitarem a polícia. É isso que vai fazer o país ser uma democracia civilizada. É isso que vai fazer valer a pena ser íntegro, e vai diminuir a maldade dos próprios criminosos pelo menos pela menor carreira no crime antes da prisão. Defender que criminosos "apodreçam na cadeia" é um emocionalismo prejudicial para a sociedade que corre o risco de ser usado pelos socialistas contra a pessoa honesta que o defende. Aliás, democracias ou monarquias saudáveis estão preocupadas em valorizar os cidadãos honestos, ditaduras são rigorosas contra os criminosos (geralmente os contra elas mesmas) porque não oferecem muito aos cidadãos de bem.

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