sábado, 1 de junho de 2013

Por que o "masculinismo brasileiro" não representa todos os homens

Abigail Pereira Aranha

Eu já estava pensando em escrever esse texto depois de observar alguns ambientes de trabalho, as rodas de conversa de escolas e faculdades e as "rodas" dos ônibus que eu pego. Os homens estavam falando de futebol, da roupa decotada que alguma vadia estava usando tal dia, do patrimônio de algum filhinho de papai, de qualquer casa noturna cheia de lésbicas que se acham deusas acompanhadas de bichas ou namorados ou da aventura sexual no fim de semana que nem deve ser verdade. Enquanto a Abigail Piranha e os guerreiros da Real estão p. da vida com a última notícia gayzista-feminista ou estão escrevendo a próxima postagem contra o lesboesquerdismo ou sobre desenvolvimento pessoal. Na semana passada, eu compartilhei esta figura:


Os homens sofrem 98% dos acidentes de trabalho mortais. Nenhuma oprimida pelo patriarcado protestou por esta desigualdade.

E o que dois homens respondem?

ESTAVA USANDO CORDÃO DE OURO OU PRATA, OU DEIXOU O JALECO DESABOTOADO. IGNOROU AS NORMAS DE SEGURANÇA.

eu não suporto esse tipo de imagem, deveríamos preservar a vida ao maximo.

Nós já publicamos centenas ou milhares de postagens mostrando como você é cidadão de segunda classe só por ser homem. Você homem pode dormir na rua de segunda a sexta só para acrescentar o dinheiro do ônibus às despesas da casa e vai ser no máximo um bom pai. Mas toda vez que uma mulher for morta pelo cafajeste por quem escolheu brigar com o mundo, o país ou os homens são todos misóginos e devemos revogar aquela lei que não existe que autoriza um homem a matar uma mulher com a crueldade que quiser. E o pior é que são muitos homens aceitando o sistema das duas medidas.

E em dezembro do ano passado, já tínha postado "O antifeminismo será comandado pelas mulheres?", parte 1 e parte 2, sendo que a parte 1 é mulheres falando contra o feminismo, ou alguma coisa relacionada às "conquistas das mulheres". Já temos mulheres mandando a real e muitos homens não caíram na real.

Isso me fez pensar em uma coisa: o masculinismo no Brasil e em outros países não pode ser um movimento por todos os homens. Por quê?

O masculinismo não busca privilégios para o homem só por ser homem. O feminismo pode ser um movimento por todas as mulheres, ou pelas piores mulheres. O feminismo pede bons empregos, cargos políticos, políticas assistenciais, vagas em universidades para as mulheres só por elas serem mulheres. O masculinismo não. Os masculinistas querem apenas parar de serem prejudicados só por serem homens, ou por não serem mulheres. É por isso, inclusive, que nenhuma feminista tem um caso sequer em que uma mulher perdeu qualquer direito ou chance de melhorar de vida só por ser mulher, a não ser casos isolados ou arbitrariedades em países ridículos, sempre condenados também por homens. Mas nós já mostramos até caso de mulher que matou homem e não foi presa (a senhorita aqui mostrou um e o Doutrinador mostrou outro).

Nem todos os homens heterossexuais se veem como um gênero oprimido, aliás dificilmente se veem como gênero. Os homens se suicidam mais que as mulheres depois do divórcio? Os homens que se suicidam são otários. Um homem já disse isso nos comentários do blogue Pensão Alimentícia Um Roubo, na postagem sobre isso. Os homens são 83 por cento das vítimas e 93, 98 por cento dos mortos dos acidentes de trabalho? É o que a gente viu lá em cima. Mas vá uma mulher dizer que as feministas não a representam e não acrescentaram nada à vida dela pra ver. Já vimos uma mulher fazer isso em um blog antifeminista e algumas lésbicas atacarem. Uma mulher, Talyta Carvalho, escreveu um artigo "Não devemos nada ao feminismo" na Folha de São Paulo e os desonrados do Papo de Homem desceram o pau nela no "Feminismo para homens, um curso rápido".

Muitos homens heterossexuais têm como principal projeto de vida pegar mulher, ou dar uma boa vida a uma mulher e aos seus filhos. Estes homens vão a qualquer meio do mato que tenha um evento cheio de mulher, mesmo que sempre acompanhada de amiguinhas, gays, marginais e namorados. Até a academia que eles fazem é para paquerar as pistoleiras de lá. Até estudar Ciência da Computação é com foco de ganhar muito dinheiro para estes objetivos.

Para ser um homem masculinista, é preciso ser homem. Muitos homens heterossexuais se contentam em conviver com as mulheres medíocres fazendo das tripas coração agradecendo a Deus por uma vida morna com o mínimo de desrespeito. Estes homens não veem outro modo de vida, não porque não conheçam, mas porque é mesmo duro. Ou porque já incorporam a falta de virilidade, e preferem ridicularizar o colega de trabalho que venha com qualquer verdade que risca a imagem sacrossanta feminina só para ficar bem com a coleguinha de 50 kg e voz infantil que nunca vai lhe dar mais que conversas de futilidades no café.

Os jovens não se interessam pelo masculinismo porque são uma geração ainda mais paspalha e analfabeta que os pais. Claro que ainda é possível ser um adolescente esperto e com senso crítico nessa geração. Mas se uns 95% dos rapazes de 25 anos atrás eram coladores de prova, frequentadores de casas noturnas atrás de cachaça e vadias ou simplesmente alienados babacas, o rapaz que seria isso naquela época hoje também é filho de pais separados ou mãe solteira, aluno de escola pública dominada pelos moleques e pelas mães despreparadas e futuro beneficiário da cotas nas universidades públicas.

A gente poderia resumir dizendo que o masculinismo seria alguns homens dizendo algo como "nós somos homens honestos, não temos por que ter vergonha de ser homem, não vamos tolerar ser tratados como se tivéssemos, queremos ser tratados segundo os nossos direitos e os nossos méritos e vamos pro pau pra isso". O problema é que uns 99% dos homens param em algum lugar antes disto.

Texto original em português sem fotos e vídeos de putaria: Por que o "masculinismo brasileiro" não representa todos os homens, no A Vez das Mulheres de Verdade em http://avezdasmulheres.blog.com/2013/06/01/masculinismo-brasileiro-nao-representa-todos-os-homens
Texto original em português com fotos e vídeos de putaria: Por que o "masculinismo brasileiro" não representa todos os homens, no A Vez dos Homens que Prestam em http://avezdoshomens.blogspot.com/2013/06/por-que-o-masculinismo-brasileiro-nao.html

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