segunda-feira, 17 de agosto de 2015

Pensando bem, eu sou uma puta submissa machista

Abigail Pereira Aranha

Eu estava vendo dois textos nos perfis de um amigo no Facebook e no Google Plus sobre submissão da mulher (a favor), dos quais eu tenho algumas discordâncias mas que me deram muito o que pensar. Quem já conhecia este meu trabalho na internet sabe que eu não sou uma moça tradicionalista. Eu não tenho planos de um casamento convencional monogâmico. Mas se eu me casasse e tivesse filhos, eu seria muito parecida com as boas esposas dos anos 60.

Mas vamos começar pensando na submissão. Submissão é uma de duas situações: reconhecer autoridade no outro ou aceitar uma posição de dominado. Se um homem machista diz que as mulheres eram submissas aos pais e aos maridos antes do Feminismo, o próprio Feminismo prova que ele está enganado. Não foi por acaso que o Feminismo começou na época e nos lugares da Revolução Industrial e acompanhou a industrialização em outros países como o Brasil. As mulheres estavam comportadas porque ser uma mulher independente significaria uma vida laboral desagradável como a dos homens, talvez com risco de acidente de trabalho. As mulheres estavam comportadas na Ásia dos anos 90 porque ser uma mulher dona do próprio nariz significaria trabalho pesado debaixo de um sol de mais de 45 graus. O homem chefe da casa podia não ser o único da casa com trabalho remunerado, mas era ele quem entrava com a maior parte do dinheiro e quem fazia o trabalho mais pesado. Se as mulheres sustentadas pelos maridos ou pelos pais estivessem sendo oprimidas pelos homens (como grupo), as primeiras feministas acabariam com os corpos esquartejados espalhados em locais públicos como Tiradentes. Entendeu? Assim como as mulheres nunca foram oprimidas pelos homens, também nunca foram submissas nem quando reverenciavam os maridos que os pais escolheram. Elas só jogavam um jogo em que elas, no mínimo, mais ganhavam que perdiam.

Quando as mulheres, individualmente, puderam ganhar com a rebeldia, nós pudemos ver esse fim da submissão que nunca existiu. Quando um casamento podia ser anulado porque a mulher escondia do marido que não era virgem na noite de núpcias, e a mulher desquitada era mal vista na sociedade, as moças se casavam virgens. Quando a mulher passou a poder inventar uma queixa de violência do marido contra ela para ganhar metade dos bens mais 30 por cento da renda do homem como pensão para o filho que ele quase nem pode chegar perto, até o filho dela dentro do casamento pode ser de outro homem. Quando o marido podia morrer trabalhando num alto forno ou em um tubulão, a mulher aceitava quieta que ele tinha uma amante. Quando a mulher pôde trabalhar em escritório com ar condicionado, ameaçar o marido de morte se ele tivesse uma amiga virou piada com visibilidade pública em rede social. Então, nunca existiu submissão, existiu conveniência do universo feminino. Mesmo as mulheres conservadoras que criticam as "mulheres modernas" têm uma certa inveja, ou têm medo de alguma delas "pegar" o marido, ou têm medo de alguma delas ter contato com os filhos ou os irmãos.

E se machismo é considerar o homem superior à mulher, ou os interesses do homem superiores aos interesses da mulher, pensando bem, eu sou machista. Ah, há mais provas de que o Movimento Negro defende o latrocínio (dos negros) do que provas de que o machismo significa agressão ou desprezo dos homens contra as mulheres. Se um homem que mata uma mulher prova o machismo da sociedade, um negro que assalta, estupra e mata uma mulher branca prova que a Ku Klux Klan tinha razão sobre a raça negra. E por que eu nunca escrevi sobre os homens que agridem, matam ou desrespeitam mulheres? Porque já temos as mulheres feministas e muitos outros homens contra eles, e das mulheres, eles recebem visita íntima na cadeia. São os homens que prestam que estão na minha mente desde quando eu comecei a observar mais os rapazes. Eu reconheço que o nível moral ou o nível intelectual de um homem mediano (mediana é o valor que pelo menos metade dos valores do conjunto é maior ou menor que ele) é maior que o de tipo 80 ou 90 por cento das mulheres. Eu reconheço que o homem comum é a força principal das nossas sociedades. Eu reconheço que se as mulheres em cargos políticos nas democracias do mundo são menos da metade das cadeiras, isso não é problema da sociedade, é problema das lésbicas idiotas que não têm mais o que propor além de misandria e das riquinhas que vivem do nome do pai ou do ex-marido; e que homens "machistas" podem representar melhor as mulheres do que as mulheres feministas podem representar qualquer um fora do grupinho delas. Eu reconheço que homens serem maioria nas mortes por suicídio e mais de 90 por cento dos mortos em acidentes de trabalho é mais importante do que vadias reclamando de trabalhar com cólica menstrual e salário menor que o dos outros em salas com ar condicionado.

Eu, se eu me casar e tiver filhos, pretendo ser uma boa dona de casa mesmo trabalhando fora. Enquanto eu puder, eu vou trabalhar em alguma coisa que eu possa estar perto dos meus filhos quando eles não estiverem, por exemplo, na escola. Eu não vou querer ser homem no horário comercial e donzela delicada fora, e eu vou saber que o meu marido precisou ser homem o dia todo. Até ele chegar em casa, pode ser mais de uma hora de carro ou em pé em um ou dois ônibus, ele vai chegar com beijo, casa arrumada e comida pronta. Eu vou usar os meus talentos domésticos e culinários para os meus filhos, o meu marido e até a minha sogra, que eu sei que vai achar que eu sou uma puta e fiz bruxaria para o filho dela gostar de mim. Eu vou ensinar os meus filhos a amarem e respeitarem o pai deles, fora a boa formação moral que eu e ele vamos dar. Eu vou precisar de carinho, sim, mas o meu marido não vai precisar de uma mulher chata com teatro de carência nem de mais carga nos ombros. Ele pode precisar até de chorar, talvez ele seja um rapagão de mais de 1,90 m chorando em cima dos meus peitões (eu já tive experiências assim nas minhas licenciosidades). Eu vou estar casada com um homem de bom caráter e vou ser uma esposa que vai dar força e alegria para o meu marido. Eu posso pensar nele e esquecer de mim, porque qualquer balconista de loja que trata um homem assim com simpatia pode provar como os homens que prestam são gratos. E eu nem chamaria isso de submissão, porque isso não me custaria nada e me daria muito. Eu só vou pedir que o meu marido esteja pronto pra me ver dando um boquete no amigo dele no sofá da sala. Mas como eu sei que ele pode enjoar de ver a minha periquita e as minhas estrias, eu vou combinar com as minhas amigas para de vez em quando uma delas recebê-lo nua no portão quando ele chegar do trabalho, para encostá-lo no muro e dar um boquete nele.

Ah, e uma vez uma mulher feminista me chamou de machista e submissa (a palavra que ela usou foi "capacho") exatamente pelas minhas diversões, ela me jogou na cara que eu cozinho para os amigos que me visitam ou que eu visito e ainda faço sexo oral neles. Ela comentou isso no meu blogue A Vez dos Homens que Prestam, de masculinismo, putaria e outras coisas. E ela não sabe que eu já fiz muitas coisas por eles e eles por mim, como eles alegram a minha vida e como eles me disseram que eu alegro a deles, e não só sexualmente. Nem ela sabe que eu já fiz sexo anal com quatro rapazes um... depois do outro, nem que eu já fiz biscoitos para quatro amigos e servi depois que eles gozaram na minha boquinha. Quiá, quiá, quiá, quiá, quiá! "El@s" achariam uma opressão machista e objetificante o jeito como eu e os meus amigos do mundo físico brincamos em termos sexuais e não-sexuais, nos respeitando pra caramba. Mas ser uma serva dos homens que prestam é melhor que ser livre dos homens.

Apêndice

A mulher submissa é a mais feliz do Planeta. Disponível em https://plus.google.com/+AlbertoPanegassi/posts/fAnbr3SVpwZ.


A mulher submissa é a mais feliz do Planeta

A mulher submissa tem uma felicidade fora do comum.

Ela sabe que o homem que esta ao lado dela a ama, e esta sempre presente para proteger ela e os filhos.

E devido a sabedoria que ela tem, educa os filhos da mesma forma para que eles tenham um bom casamento como ela teve.

E não sejam rebeldes e não façam parte da putaria esquerdista e feminista, movimentos destruidores da família tradicional.

Pense bem.

Quem não é feliz não quer ver ninguém feliz.

Portanto, quando você encontrar o homem certo, desfrute dessa felicidade imensa que é ser submissa ao seu marido.

Por que a mulher deve ser submissa ao homem, de Fitz. Disponível em https://plus.google.com/+AlbertoPanegassi/posts/XD9eeQUPuYB.


Por que a mulher deve ser submissa ao homem

Muitos relacionam submissão à opressão.

E isso tem um fundo de verdade:

Muitas pessoas quando estão em posição de autoridade tendem a ser tirânicos, prejudicando os subordinados.

Mas isso não significa que toda forma de submissão seja opressiva.

A opressão não está na submissão em si, muitas vezes ela está na maneira como aquele que tem autoridade age ou simplesmente está na mente de pessoas que não aceitam essa submissão.

Quando o assunto é submissão feminina, muitos falam dela como sendo uma forma de opressão.

Segundo as feministas, o homem durante todos esses séculos foi mal e opressor, oprimindo as mulheres na sociedade patriarcal que ele criou (sociedade patriarcal é aquela em que o poder é concentrado nas mãos do homem).

Mas de onde vem essa "opressão" quando falamos de submissão feminina?

Dos homens, aqueles que detinham/detém autoridade?

Ou da mente daquelas que não aceitam essa autoridade, que são as feministas?

Quando as feministas falam que a mulher submissa ao marido era oprimida, elas apenas estão confirmando seu ódio aos homens.

Ora, se as mulheres eram oprimidas, o homem era mal, agindo como opressor na grande maioria dos casos.

Dessa maneira elas condenam o sexo masculino como sendo naturalmente mal.

Porém isso não é verdade, a grande maioria dos homens nunca foram más pessoas.

Se o homem fosse tão ruim assim ao desempenhar sua autoridade como chefe do lar, por que as mulheres ficariam suportando tamanha "opressão"?

Nunca houve uma grande quantidade de mulher fugindo dos homens "maus, machistas e opressores".

As mulheres não consideravam opressivo serem submissas aos maridos até a morte.

Portanto, a "opressão" na submissão feminina não está no homem, não está na mente das mulheres, mas na mente das feministas, aquelas que fomentam esse discurso.

A autoridade masculina e a submissão feminina foram fundamentais para se construir a sociedade.

Por que até hoje todas as civilizações bem-sucedidas foram patriarcais?

Por que civilizações, separadas geograficamente, que nunca tiveram contato umas com as outras, adotaram esse modelo?

Machismo?

Desejo de "oprimir a mulher e perpetuar o patriarcado opressivo"?

Não!

Desejo de construir uma civilização forte e eficaz, que sobrevivesse a vários problemas.

Existem ainda algumas civilizações matriarcais (mulheres no poder).

Porém essas não são civilizações bem-sucedidas, embora algumas tenham sobrevivido por séculos devido à sua localização geográfica.

Elas nunca cresceram nem se desenvolveram, e até hoje vivem como índios.

Portanto, torna-se claro que o patriarcado é fundamental para a criação e manutenção de qualquer civilização bem-sucedida.

E como a base da sociedade é a família, o patriarcado começa por ali.

A grande maioria dos homens de antigamente nunca exerceram grandes cargos governamentais, nunca foram reis ou imperadores, mas realizavam um papel tão importante quanto esses:

Eram chefes de suas famílias.

Com esse modelo, formavam excelentes famílias, é só ver as taxas de criminalidade de antigamente, é só ver como as pessoas respeitavam mais às outras, respeitavam os idosos, se cumprimentavam na rua e eram mais próximas, mais honestas, mais trabalhadoras, como eram mais respeitadoras da lei e da civilidade.

Hoje, em nossa era moderna feminista de igualdade entre sexos, ocorre o oposto.

Por quê?

Ora, como os filhos podem ter respeito pela autoridade se a mãe não demonstra respeito pela autoridade do marido?

Como os rapazes aprenderão a ser pessoas honestas e de caráter com a mãe, que é mais sentimental, interferindo frequentemente na disciplina que o pai lhes dá, querendo disputar com ele quem manda?

Muito da decadência moral da modernidade se deve ao fato do feminismo tentar minar a autoridade masculina dentro de sua família.

Durante todos esses anos o homem fez por merecer a submissão feminina, demonstrou ser um bom líder.

O homem não foi o tipo de líder que fica dando ordens de seu escritório, enquanto aqueles que recebem as ordens se dão mal.

Mas foi como um soldado que lidera outros soldados na batalha, mas como um bom líder, ele vai na frente de batalha onde a probabilidade dele morrer é muito maior, poupando os outros desses riscos.

Isso aconteceu durante todos esses séculos, em várias culturas e de diversas formas:

Enquanto a mulher trabalhava no conforto do seu lar, o homem se dava mal em minas de carvão, construindo pontes, colocando trilhos de trem, ganhando pouco, mas comida dentro de casa não deixava faltar.

Enquanto a mulher dormia, em segurança, no conforto de seu lar, o homem patrulhava ruas frias e escuras, passando perigos, combatendo a bandidagem, isso tudo para que a mulher (e também a sociedade) pudessem continuar com o seu sono na segurança de seus lares.

Se um animal selvagem ou uma má pessoa invadisse a propriedade de uma família, o homem era o primeiro a colocar a mulher e os filhos em segurança, pegar uma espingarda e ver o que estava acontecendo.

O homem, reconhecendo a fragilidade feminina poupava as mulheres de tudo isso, chamando para si a responsabilidade.

Em troca disso tudo, de todo esse sacrifício, o homem tinha autoridade sobre sua esposa e filhos.

Isso fazia com que todo aquele esforço fizesse sentido.

Por que vocês acham que muitos homens modernos têm fugido de relacionamentos?

Medo da mulher forte e independente, como as feministas dizem?

Ele tem medo mas não medo da mulher em si, mas medo de ter que ficar fazendo sacrifícios em prol de uma família da qual ele não será o líder e que, por fim, terá uma grande possibilidade de terminar em divórcio.

Divórcio esse que tem leis feitas para prejudicá-lo.

Dessa maneira, a família, a base da sociedade, está acabando.

Portanto, pelos motivos por mim aqui apresentados, é fundamental para o bem-estar da família e da sociedade que a mulher seja submissa ao homem.

Uma sociedade não se constrói e não se mantêm com feminismo e "igualdade de gênero", mas com patriarcado, autoridade masculina e submissão feminina

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