segunda-feira, 14 de dezembro de 2015

Os dois feminismos

Abigail Pereira Aranha

Katia Abreu ou José Serra: quem é o machista dessa história?

Só quem vê problemas no termo "namoradeira" se ofenderia em ser chamado assim

Por: Leandro Narloch 11/12/2015 às 13:24

Feministas apoiaram a reação da ministra Katia Abreu, que jogou vinho no senador José Serra depois que ele a chamou de “namoradeira”. A própria ministra disse, para a imprensa, que Serra foi "arrogante e machista".

Discordo. Se houve machismo, foi da parte de Katia Abreu.

Serra usou o termo tentando descontrair, sem achar que ofenderia a colega. Converge, assim, com a opinião das feministas, para quem não há problema nenhum em ser "namoradeira", para usar o termo mais ameno. Uma bandeira das feministas de hoje, como as que participam da Marcha das Vadias, é justamente nos convencer que não deve haver preconceito com mulheres desse tipo.

Se Katia Abreu se ofendeu com um termo tão inocente como “namoradeira” (inocente e até meio carola, que uma avó usaria para falar da neta), é porque vê nele um significado negativo. Isso é machismo, senhora ministra! Para de fato defender as mulheres, Katia Abreu deveria ter respondido "nunca me enxerguei assim, mas obrigado". Ou, ainda melhor, “sou sim, com muito orgulho”.

@lnarloch

http://veja.abril.com.br/blog/cacador-de-mitos/feminismo/katia-abreu-ou-jose-serra-quem-e-o-machista-dessa-historia

Os dois feminismos

Eu já tinha em mente escrever o que eu vou dizer quando eu li este texto, que é mais ilustrativo do que o autor percebeu.

Considerando o Feminismo como a colocação da conveniência feminina como medida do certo e do errado para toda a vida social, nós temos dois feminismos: o Feminismo conservador e o Feminismo lésbico-socialista.

Até a época da Revolução Industrial ou bem depois nas zonas rurais dos países ocidentais, as mulheres em geral eram puritanas porque isso era útil para elas. Nenhuma mulher gostaria de sofrer um acidente de trabalho ou uma doença profissional, e isso não era raridade na vida laboral do mundo desenvolvido ou em desenvolvimento em meados do século XX. Quanto vale para uma mulher ter um homem para correr esses riscos por ela para conseguir no mínimo colocar comida na mesa? Com que poder essa mulher vai receber o marido a gritos e tapas se ele chegar mais tarde em casa, depois de estar com um amigo ou com uma outra mulher com quem ele já tem outro filho? E até poucas décadas atrás, era muito perigoso para uma mulher ser prostituta ou ter uma vida sexual variada porque gosta, mesmo em países desenvolvidos. Perigoso pelo risco de gravidez e doenças venéreas, e perigoso porque as doenças venéreas eram muito mais difíceis de serem curadas (como as doenças em geral eram). Camisinhas parecidas com as de hoje até existiam desde o século XVI, como a criada pelo dr. Gabrielle Fallopio (era homem), mas eram muito menos disponíveis, e eram até proibidas em alguns lugares, como França e Estados Unidos. Além de serem muito menos confortáveis, apesar de que, se eu fosse homem, eu preferiria uma camisinha desconfortável a uma doença. Mesmo que a mulher não quisesse uma vida de libertinagem, quanto era VANTAJOSO para ela mostrar para o futuro marido que ela seria mulher de um homem só?

Este foi o Feminismo conservador. Quem diz, por exemplo, que a mulher era proibida de trabalhar fora de casa, por um pai ou um marido que a sustentava, começa errado comparando a vida doméstica da época com o escritório de uma cidade grande do século XXI. O Feminismo lesbossocialista só apareceu e cresceu onde parecia mais conveniente para a mulher do que uma família tradicional.

O principal ponto em comum dos dois feminismos é a combinação do desprezo à heterossexualidade masculina com o ódio contra as mulheres que a satisfazem mesmo com uma excitação visual. Antes da chamada Revolução Sexual, que já chamei de Revolução Femdom, as mulheres jovens que saíam de casa para diversão costumavam estar acompanhadas de irmãos homens; se uma mulher era abordada por um homem, este homem podia ser tratado com grosseria por ela mesma, pelo marido ou por um homem da família que estivesse perto; se ela respondia com simpatia, era chamada de desfrutável por outras mulheres; um homem que fazia uma serenata para uma mulher podia ser mal recebido pelo pai analfabeto mal resolvido; um rapaz não podia se aproximar da própria namorada até o casamento, às vezes nem mesmo podia conhecê-la; e quando um rapaz conseguia desvirginar uma garota, era ameaçado de morte por irmãos homens e pelo pai da moça para se casar com ela. Mesmo depois dessa época, a prostituição e a pornografia, além de serem procuradas e dificilmente encontradas quase só por homens, além de serem criminalizadas, recebiam um olhar torto tanto das senhoras conservadoras quanto das feministas esquerdistas. Onde estavam as mulheres que queriam ter uma vida sexual e eram reprimidas? Ora, amaldiçoando o machismo e defendendo a criminalização do sexo hétero e o genocídio de homens.

Ah, e uma mulher não espanta um homem porque é casada, ela faz isso porque é grossa e neurótica mesmo. A postura dessa mulher sob a justificativa de ser casada é a mesma de uma jovem feminista sob a justificativa do machismo. A senhora feminista conservadora vê uma mulher simpática aos homens, ou realmente sexualmente disponível, como "desfrutável"; a mulher feminista esquerdista vê essa mulher como objeto.

A Marcha das Vadias, aliás, foi a celebração do ódio à crítica à mulher medíocre. Pouquíssimas mulheres participantes tinham pelo menos uma cara de que deixam um homem se aproximar delas e sair inteiro. Uma postura amigável aos homens poderia compensar a parte de que não eram tantas mulheres participantes que podiam até interessar os homens fisicamente. Para quem ainda não entendeu que a Marcha das Vadias NUNCA FOI apologia à promiscuidade: 1) os homens participantes tinham baixíssimo nível de masculinidade, é mais fácil um deles ter comido um dos outros do que alguma das moças; 2) quase toda a referência a sexo hétero foi a estupro ou assédio sexual.

Não é de graça que os dois feminismos conviveram relativamente bem durante a Primeira Onda e a Segunda Onda do Feminismo. As mulheres podiam escolher a militância esquerdista ou ser donas de casa tradicionais. Os homens em geral admiravam um grupo ou o outro, portanto ou eram feministas anticristãos socialistas, ou eram feministas cristãos conservadores. Apenas quando as mulheres feministas socialistas já tinham poder bastante para atacar as mulheres feministas conservadoras surgiu um antifeminismo que atacou um Feminismo real, não um espantalho feito por provincianas que era culpado por fazer todas as mulheres jovens foder com todos os homens.

O fim dos feminismos só vai começar quando a conveniência da mulher medíocre e sexofóbica deixar de ser o padrão de quem diz ser antifeminista. Uma mulher abandonou os feminismos quando ela ouve uma brincadeira sexual sem se sentir degradada ou ofendida. Uma mulher abandonou os feminismos quando não acha incômodo um homem que olha para uma mulher sexualmente, e também percebe que um homem que pensa em sexo hétero com ela não a transforma em objeto, já que ela não é uma lésbica com nojo de pica. Eu já disse e repito: a diferença entre homem e mulher é sexual, outras qualidades nós temos ou deixamos de ter como indivíduos. Viva a putaria!

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