terça-feira, 1 de julho de 2014

O machismo foi criado pelas mulheres - parte 9: os feministas dizem que a sociedade trata as mulheres que não se reprimem como vadias, e o pior (inclusive para o Feminismo) é que eles estão certos

Abigail Pereira Aranha

Prostituta tem amor de cliente mas não tem amor de mãe (trechos de um relato)

Senti a necessidade de alugar um apartamento (...) Um cliente meu, que acabou se tornando meu amigo, acompanhou-me para dar "seriedade" à proposta. A conversa foi agradável e estava tudo certo, mas ao sair de lá o dono do apartamento me ligou dizendo que não o alugaria mais. Relacionei o ocorrido ao fato de estar em evidência na TV e a mecha loira não deve ter deixado dúvida: provavelmente pensou que eu usaria o ap. pra receber clientes.

Depois disso fiquei esperta e decidi usar um chapéu e camisa para não ser reconhecida. Deu certo. Dessa vez fui sozinha e a única coisa da qual o proprietário não abriu mão foi do fiador. "Fudeu!". Nenhum amigo poderia me ajudar nisso e eu tive que recorrer ao meu pai. Nessa época, as coisas estavam bem ruins em casa. Minha mãe não falava mais comigo e ignorava completamente a minha presença. Eu fazia de tudo para não encontrá-la quando ia ao interior. No almoços de domingo, sempre em família, eu esperava que ela almoçasse e só então eu ia para lá. No começo, levei numa boa, mas com o passar do tempo, ficou insuportável. O auge foi um dia, em que conversava com meu irmão na sala de casa e ela chegou, sem que esperássemos. Ficou paralisada na porta e me disse "Você não tem vergonha de aparecer aqui? Bom... vergonha é algo que você nem imagina o que é ne?". Eu não consegui falar. O choro entalado na garganta apenas me deu tempo para sair de casa e soluçar lá fora, rumo ao meu carro, partindo em desespero para São Paulo. Várias vezes, no percurso de ida e volta, eu ouvia Coldplay e chorava tudo o que estava ali, a dor dilacerante de ser ignorada por mamãe.

Meu pai também estava decepcionadíssimo e pouco falava comigo, mas eu precisava pedir a ele que fosse meu fiador. Ele aceitou, contanto que fosse a última coisa que eu lhe pedisse. Quando nos encontramos para que ele assinasse os papéis, o modo seco como nos cumprimentamos - sem beijo, sem abraço e sem sorriso, logo meu pai, que todas as noites me dava beijo de boa noite e me cobria antes de dormir - evidenciou que se eu havia ganho a minha liberdade, havia perdido um bem muito precioso....a família.

Também nessa época, fiquei muito doente. O desejo por atender vários clientes por dia, a falta de sono e alimentação adequados trouxeram uma anemia terrível e eu estava sem plano de saúde, pois minha mãe o havia cancelado. Foi quase o fim do sonho. Senti-me desamparada e sem poder me abrir com ninguém. Tive medo de fracassar, medo de não ter pra onde voltar. Medo da solidão.

Apesar de tudo, me mantive forte, o pensamento positivo e logo tudo começou a caminhar. Fiz muitos amigos em São Paulo, alguns clientes, outros romances, colegas e muitos deles me ajudaram no que puderam. Uma das ações mais delicadas foi a do Luis55 que era meu cliente e virou meu melhor amigo, o cara pra quem eu conto tudo, tudo mesmo. Um dia, quando eu estava doente, ele veio me visitar e chegou cheio de sacolinhas de mercado, preocupado com o abastecimento da geladeira. Aquilo me comoveu e até hoje quando nos lembramos disso, ficamos emocionados. Perdi as contas de quantas vezes ele me levou para almoçar, jantar ou pegar um cineminha. Tudo para que eu me distraísse e ficasse bem. Ele sempre acreditou em mim e me disse pra não desistir. Estar na capital e batalhar sempre tem muito a ver com o que ele me ensinou.

Após um longo período de silêncio, meu pai me mandou uma mensagem, pedindo que ligasse para contar como estavam as coisas.

(...) Nosso encontro foi um abraço demorado e apertado, do pai triste e saudoso e da filha - agora só uma garotinha indefesa buscando a aprovação do pai. Sei o quanto foi difícil pra ele, militar, vindo de família tradicional e conservadora, aceitar que aquela era eu, sua filha, sangue do seu sangue e que a despeito das atitudes "erradas", nosso amor estava acima de tudo.

Voltamos a nos encontrar com frequência e até saíamos em público, algo que no início foi difícil. Eu ficava triste, mas entendia. O único ponto deprê do nosso encontro, era quando falávamos de minha mãe. Ele sempre me pediu que tivesse calma com ela e que desse tempo para que as feridas cicatrizassem. Esperei o tempo que pude, tentei ligar, mandei mensagens, chocolate na Páscoa. Minha mãe manteve o silêncio.

No fim do ano, no dia do meu aniversário, decidi tentar mais uma vez. Reuni toda a coragem que havia dentro de mim. Parecia que eu ia vomitar. Bati na porta e chamei-a para comer um pedaço de bolo.

- Não tenho o que comemorar... não tenho o que falar...

Novamente, o choro tomou conta de mim e eu fiquei ali, parada atrás da porta, sem saber o que fazer. Meus soluços eram uma súplica. Ela abriu a porta. Nunca vou me esquecer da conversa que tivemos aquele dia. Choramos tanto e botamos tudo pra fora. O abraço de reconciliação foi o melhor abraço que eu já recebi dela e talvez minha maior felicidade na vida.

(Lola Benvenutti, "Solidão, esse santo remédio", http://www.lolabenvenuttioficial.com.br/post/150/Solid%C3%A3o%2C+esse+santo+rem%C3%A9dio. Grifos meus)

"Ataque de feministas (misândricas)" contra Felipe Neto porque ele defendeu... a liberdade sexual da mulher

(04:20 a 05:36) A mulher é que tem sempre que ser julgada, ela é que tem sempre que ser taxada como isso, como aquilo, é a vagabunda, é a vadia, é a interesseira, é a cachorra, e o homem não, o homem é o putão, o comedor, o safado, o cara que tá conseguindo as pepeca tudo, aí é legal, a mulher não pode. Então eu sempre fui contra esse discurso, né, eu sou contra esse discurso, eu não diria que sempre fui não, eu amadureci esse discurso na minha cabeça ao longo do tempo. (...) Então hoje em dia eu defendo, somos nós defensores do discurso "meu corpo, minhas regras", ponto final. É a base do argumento, não é a base, mas é um dos principais argumentos feministas, né, que luta pela igualdade entre homens e mulheres, pelo fim do julgamento em cima da mulher, pelo fim das cobranças do patriarcado, da sociedade machista opressora em cima das mulheres, que é uma realidade, tá, é uma realidade. O movimento feminista é um movimento louvável, que merece o nosso apoio, merece o apoio de todo ser humano que se considera humano, que se considera um ser que luta por igualdade, por justiça, pelo fim do preconceito. O movimento feminista merece totalmente o nosso apoio. E foi o que eu fiz. Eu simplesmente comentei isso.

(05:36 a 06:18) Em seguida de eu ter comentado isso, ALGUMAS MULHERES começaram a falar no meu Twitter: "ah, mulher que quer pegar o cara só porque ele é gringo é tudo vagabunda". E eu fiquei incomodado com aquilo, porque eu acho que se tem uma coisa fundamental pra luta feminista dar certo é que as próprias mulheres percebam que elas não são vagabundas por fazerem aquilo que dá na telha delas. Liberdade sexual é fundamental para o ser humano. Todos nós devemos ser livres pra transar, pra beijar, pra fazer o que nós quisermos ser sermos julgados por isso. Ou seja, sem sermos taxados como vagabunda, piranha, vadia, uma mulher que não merece isso ou não merece aquilo só porque ela gosta de sexo.

(06:18 a 06:31) Pois bem! Coloquei no meu Twitter a frase: "acredito que o primeiro passo pra libertação sexual das mulheres é que as próprias mulheres parem de se ver como vagabundas". Não imagino que tenha nada errado nessa frase, concorda?

(06:31 a 07:33) Eu estou lutando pelo discurso "meu corpo, minhas regras", eu 'tou lutando pra justamente pregar o argumento feminista de igualdade, de aceitação, de libertação, e o que que aconteceu? Algumas feministas RADICAIS, algumas mulheres que SE DIZEM FEMINISTAS, começaram a me xingar. Por quê? Porque eu usei a frase "as mulheres deveriam" três pontinhos. "Você não tem que falar pra gente o que a gente tem que fazer, seu opressor, machista, homem branco, opressor, você que é a causa do que está errado". E eu assustadíssimo com o que estava acontecendo porque... o que que eu acabei de falar? Igualdade, liberdade sexual, mulher poder fazer o que quiser sem ser julgada, eu estava DEFENDENDO preceitos feministas, e fui atacado por elas simplesmente porque falei que as mulheres não deveriam se ver como vadias. Eu não tenho que dizer o que as mulheres devem fazer, segundo elas.

(07:33 a 07:50) Então eu falei: "gente, eu estou [fazendo] a defesa do discurso de vocês". O que que elas responderam? Não foram uma, duas ou três não, foram muitas, se juntaram no meu Twitter para dizer: "nós não precisamos da sua ajuda na nossa luta, você não tem nada a ver com isso, não se mete".

(07:50 a 10:14) O que que eu queria dizer pra ESSE, ESSE tipo de mulher feminista, que eu não considero feminista? Foda-se se eu considero ou não considero, eu não tenho o poder de julgar ou de dizer o que está certo ou está errado, eu sou um merda. Mas eu acho que isso é TERRÍVEL pra causa feminista, porque são ESSAS pessoas, e não são só mulheres, tem um ou outro homem também que se meteu nisso, que falou também "cala sua boca, você não tem que se meter na causa feminista, porque você é homem branco opressor, você é a causa do problema", VOCÊS ESTÃO GERANDO RAIVA contra vocês, porque o discurso de vocês é baseado no ódio. Vamos odiar o cara, vamos odiar o homem, vamos odiar quem nos oprimiu, sem querer saber o que ele tem pra dizer, sem querer saber se ele está realmente apoiando ou prejudicando a causa feminista, vamos simplesmente odiar e pregar o ódio. E é isso que está acontecendo. Não considero esse tipo de mulher produtiva pra causa feminista, considero destrutiva. Por quê? Porque prega o ódio, e acaba pregando o ódio contra o Feminismo, acaba fazendo que muita gente tenha aquele discurso escroto, idiota de que feminista precisa de peru, de que feminista é mal comida, de que feminista é lésbica, de que feminista só sabe odiar homem. O que vocês esperam se a reação de vocês pra alguém que está defendendo a causa feminista é "não se mete, não queremos a sua ajuda"? Isso é ódio, é ódio pelo ódio, é ódio sem propósito. Então, sim, eu vou continuar defendendo que toda mulher deve ter liberdade de usar o seu corpo como bem entender, que ela tem total liberdade sexual e não deve ser julgada por isso, e vocês não vão me mandar calar a boca, só porque eu sou um homem branco eu não posso falar nada sobre o assunto. Entendeu? Então esse é o meu recado quem diz que é feminista mas a única coisa que faz é abrir a boca pra falar merda e prejudicar o próprio movimento que defende. Não odeiem, tá? Lutem por igualdade, lutem por justiça, lutem pelo fim da opressão, pelo fim do patriarcado, por uma sociedade mais justa e igualitária. Não pelo... vamos lutar pelo ódio, vamos lutar pros homens calarem a boca, vamos lutar pros homens ficarem no canto deles, etc, etc. Eu vi isso muitas vezes. "Cala sua boca". "Você é homem". "Você não tem que abrir a boca". "Você tem que estudar e aprender a baixar a cabeça quando uma mulher fala". Eu li isso. Recebi isso. E isso se não é ódio despropositado e completamente sem resultado, eu não sei o que que é.

(https://www.youtube.com/watch?v=fcqysNFB2vE)

A Vez das Mulheres de Verdade serem chamadas de machistas por ditarem padrões de comportamento para as mulheres

O vídeo acima foi publicado em 24/06/2014. No dia 27, um anônimo (acho que foi anônima) fez este comentário no texto "Qual a diferença entre feminista e femista?", publicado em 24 de agosto de 2007:

IOsso é uma tentativa de ditar padrões de comportamento para as mulheres, do tipo "faça assim e não assado". Desculpe moça, mas você é machista.

(http://paraisoconcreto.blogspot.com.br/2007/08/qual-diferena-entre-feminista-e-femista.html)

Juntando as peças e concluindo

Eu já tinha em mente há mais ou menos uma semana escrever algo como esse texto, mas essas três peças chegaram e foram bem ilustrativas.

A primeira mostra a reação da família ou da cidade quando uma mocinha se libera sexualmente. E já foi pior, há só cinco anos que a prostituição deixou de ser crime no Brasil. Nos Estados Unidos ainda é, com pena de cadeia. Eu nunca fui prostituta, mas estou nessa vida de fornicação desde os 14 anos e sei como é. Muita gente da minha família não conversa comigo, algumas tias e primas já disseram que me odeiam. Tive mais sorte, o meu pai e os meus irmãos me aceitam (a minha mãe já estava na safadeza pouco antes de mim). Mas eu já digo há algum tempo que quem se incomoda com o seu prazer ou não te trata como pessoa ou te odeia. Então, marido ou esposa que tem ciúme não tem amor. E pai ou mãe que se aflige porque a filha tem vida sexual decente pode ter sido bom provedor, mas não ama a filha como indivíduo humano. No caso da Lola Benvenutti, se fosse a velha que tivesse ficado doente, assim que precisasse ia parar de pirraça e ligar. Por isso eu valorizo os meus pais e os meus irmãos pelas pessoas que são, mas prego contra a família, exatamente por saber que a minha não é a regra geral.

A segunda mostra o que o movimento feminista pensa dos homens e da liberação sexual feminina. Elas não deram tanta patada no Felipe Neto só por ele ser homem. O grande problema, para elas, foi mesmo o que ele disse. Vou chegar nesse ponto. Ah, antes que eu me esqueça, quando uma mulher é mal tratada em um grupo da Real (movimento antifeminista brasileiro) só por ser mulher, o cara é repreendido por lá mesmo, enquanto há grupos feministas com regras escritas proibindo homens participantes de se manifestarem.

A terceira mostra o que acontece quando uma mulher denuncia o femismo e tenta fazer distinção entre femismo e feminismo, distinção que, fomos vendo com o tempo, não existe.

Mas o discurso feminista de que o patriarcado reprime a sexualidade feminina é uma grande... verdade. E por que só essa verdade já conta contra o Feminismo? Porque a sociedade é... homens e mulheres. Se a mulher que conheceu duas rolas na vida é uma mulher desonrada para a sociedade, é assim que ela é vista pela maioria dos homens e das mulheres.

Vamos observar que quem fala contra a mulher ser recriminada por mostrar que gosta de sexo com homem quase sempre é homem, inclusive no próprio movimento feminista. Quando uma mulher feminista fala de repressão sexual, quase sempre ela fala de lesbianismo, aborto ou de ouvir o que não quer por transar com bad boys. Essa mesma mulher feminista provavelmente já disse em outra ocasião que mulheres bonitas de corpo são tratadas como objetos sexuais, como bonecas infláveis pela sociedade machista (que parece que tem só homem). E ela consegue dizer que a sociedade trata o sexo como vergonhoso para a mulher em uma postagem e dizer que a sociedade incentiva o estupro em outra. Se os homens devem ser ensinados a não estuprar, por que as mulheres não precisam ser ensinadas a soltar a periquita?

E por que as pessoas mais "moralistas" (entre aspas porque falta de sexo não é moral) são as pessoas que escondem um passado, ou um presente, sexual? Se admitirmos que é por causa do ambiente social, e se não considerarmos que essas pessoas temem outras pessoas que também escondem alguma coisa, passamos para outro embaraço: por que essas pessoas fizeram uma coisa ontem que escondem hoje? No caso das mulheres, foi o uso do sexo ou da sensualidade para conseguir alguma coisa no passado, talvez um dinheiro que não tinham outra forma de ganhar. Temos casos de atrizes pornôs, modelos eróticas e prostitutas que não eram tão liberais quanto pareciam e quando puderam cair fora da profissão queriam tanto esconder o passado quanto esquecer que ele existiu. No caso dos homens, eles podem ser reféns de mulheres que fizeram carreira usando favores sexuais para eles. E o passado ou presente sexual "cabeludo" de alguns homens pode não ser tão escondido. Neste caso, é status: ter prostitutas onde a prostituição é crime, ter amantes onde o adultério tem pena de morte ou apenas ser o único a poder encostar na mulher mais gostosa da empresa ou repartição pública. Atenção que eu disse "status", não "poder", porque essas mulheres não vão cobrar barato. Mas mesmo nessa hipótese, tanto os homens quanto as mulheres têm uma fachada de covardia e mediocridade para esconder a inveja do orgasmo do outro e, de alguma forma, da alegria alheia, além de estarem preservando status (os homens por fazer sexo, as mulheres por não terem quem o ofereça aos homens) atrapalhando a sexualidade do seu entorno.

O Feminismo é a ideia de que a própria sugestão de padrões de comportamento, de ética e de respeito ao próximo para as mulheres é inaceitável, a não ser que seja uma mulher medíocre ditando regras para outra mulher melhor ou mais agradável que ela. Por isso, não só a mulher que não aceita um homem dizer que "o primeiro passo pra libertação sexual das mulheres é que as próprias mulheres parem de se ver como vagabundas" (voltando ao caso do Felipe Neto) é feminista, a mulher que chama a outra de vagabunda só porque tem mais contato com os homens do que ela também é.

E como as mulheres feministas são a escória do universo feminino, elas não vão defender a liberdade heterossexual e estarão sempre a favor de cada iniciativa para separar homens e mulheres. Quem é antifeminista há mais tempo já viu os horrores que elas já disseram dos homens e do sexo hétero. E as mulheres feministas ainda ganham o apoio das piores mulheres cristãs, porque elas têm muito em comum intelectualmente e moralmente. Um exemplo disso é mulheres líderes evangélicas se unindo a Gail Dines, uma porca lésbica que quer transformar a pornografia em crime (a prostituição também, mas nos Estados Unidos já é), para censurar a internet no Canadá (comentei em "O Puritano-Feminismo episódio 9: algumas mulheres conservadoras e evangélicas se unindo a feministas para censurar a pornografia (e o que mais?)"). Isso também mostra como pessoas medíocres podem ser insanas ao ponto de ter o horror ao prazer (incluindo sexual) como regra de ouro moral.

E os homens vão ser educados sexualmente por estas mulheres no Feminismo, mesmo que a mãe ou a professora do Primeiro Grau não seja feminista militante. Quando forem adultos, eles podem ter conflito consigo mesmos, não terem conflito porque viraram manginas (homens que justificam tudo que as mulheres fazem só por elas serem mulheres) ou assumirem que sexo é melhor que roubar mas não terem muitos homens com quem falar disso abertamente.

Portanto, a sociedade em geral realmente reprime a HETEROSSEXUALIDADE da mulher que gosta de homem. E essa sociedade é composta quase toda de mulheres medíocres, lésbicas desagradáveis e homens frustrados na vida em geral. Quem realmente se incomoda com a marginalização da mulher que se mostra heterossexual e a censura aos homens quando demonstram heterossexualidade é um grupo pequeno de homens de bom caráter que conseguem respeitar uma mulher como pessoa E como indivíduo sexuado e um grupo ainda menor de mulheres que acham que não devem se envergonhar de trabalhar com o corpo ou apenas gostar de e fazer sexo hétero.

P. S.: quem transcreveu o trecho do vídeo do Felipe Neto foi o meu grande amigo e companheiro de duplas penetrações Paulo César. Ele se ofereceu enquanto eu preparava um cachorro quente pra nós e mais dois amigos, que também me ajudaram na cozinha (isso foi anteontem, domingo). Muito obrigada, gatinho! Você e os meus amigos da vida real e da virtual mostram que se as mulheres oferecessem mais aos homens que prestam, elas receberiam em dobro, em triplo.

Eso texto en español sin fotos de putaría, en lo Men of Worth Newspaper / Concrete Paradise: El machismo fue creado por las mujeres - parte 9: los feministas dicen que la sociedad trata a las mujeres que no reprimen a sí mismas como perras, y lo peor (incluyendo para el Feminismo) es que ellos tienen razón, http://avezdoshomens2.blog.com/2014/07/01/el-machismo-fue-creado-por-las-mujeres-parte-9/
Eso texto en español con fotos de putaría, en lo Periódico de Los Hombres de Valía / Paraíso Tangible: El machismo fue creado por las mujeres - parte 9: los feministas dicen que la sociedad trata a las mujeres que no reprimen a sí mismas como perras, y lo peor (incluyendo para el Feminismo) es que ellos tienen razón, http://avezdoshomens2.blogspot.com/2014/07/el-machismo-fue-creado-por-las-mujeres.html
This text in English without debauchery photos, at Men of Worth Newspaper / Concrete Paradise: Machismo was created by women - part 9: the feminists say that society treats women who do not repress themselves like sluts, and the worst (including to Feminism) is that they are right, http://avezdoshomens2.blog.com/2014/07/01/machismo-was-created-by-women-part-9/
This text in English with debauchery photos, at Periódico de Los Hombres de Valía / Paraíso Tangible: Machismo was created by women - part 9: the feminists say that society treats women who do not repress themselves like sluts, and the worst (including to Feminism) is that they are right, http://avezdoshomens2.blogspot.com/2014/07/machismo-was-created-by-women-part-9.html
Texto original em português sem fotos de putaria, no A Vez das Mulheres de Verdade: O machismo foi criado pelas mulheres - parte 9: os feministas dizem que a sociedade trata as mulheres que não se reprimem como vadias, e o pior (inclusive para o Feminismo) é que eles estão certos, http://avezdasmulheres.blog.com/2014/07/01/o-machismo-foi-criado-pelas-mulheres-parte-9/
Texto original em português com fotos de putaria, no A Vez dos Homens que Prestam: O machismo foi criado pelas mulheres - parte 9: os feministas dizem que a sociedade trata as mulheres que não se reprimem como vadias, e o pior (inclusive para o Feminismo) é que eles estão certos, http://avezdoshomens.blogspot.com/2014/07/o-machismo-foi-criado-pelas-mulheres.html

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